Manter o planejamento financeiro anual da família dentro do planejado é sempre um desafio. Imprevistos podem acontecer – e ocorrem – até para quem mantém um controle rígido do orçamento. Uma fechadura que dá problema, um vazamento, problemas e danos elétricos – tudo é motivo para desequilibrar as contas ao longo do mês.
Num cenário com muitas despesas variáveis, faz diferença estar preparado ou não. Muito além de seguir dicas e orientações de educação financeira, as pessoas que consideraram alternativas de proteção e prevenção pessoal e/ou do patrimônio saem na frente. E o seguro residencial é um excelente exemplo neste contexto.
Por um valor acessível mensal (e previsível), o seguro se apresenta como uma solução estratégica para cobrir gastos com danos ao imóvel e, o mais importante, com as emergências, o que pode gerar uma grande economia ao longo do ano.
Além das coberturas tradicionais — para danos decorrentes de incêndio, raio e explosão, além de danos elétricos, por água, e outras frequentemente contratadas — o seguro residencial também pode oferecer serviços muito utilizados pelos clientes, como eletricista, encanador, chaveiro, desentupimento e conserto de eletrodomésticos, desinsetização, limpeza de caixa d’água e calhas, entre muitos outros.
Crescimento e economia
Os brasileiros já estão percebendo os benefícios do seguro residencial no seu dia a dia, tanto que esse segmento de mercado cresceu 20%, em 2024, segundo dados da Superintedência de Seguros Privados (Susep). A expansão se deve à correção dos valores segurados e, principalmente, a entrada de novos clientes.
Alexandre Mandaji, superintendente de Seguros Massificados da Zurich Seguros, afirma que o custo-benefício dessa solução é um dos motivos que tornou o seguro residencial um dos produtos de maior crescimento no mercado brasileiro nos últimos anos – a companhia cresceu 61% no produto em 2024, muito acima do mercado, e vem apresentando crescimentos consistentes ao longo dos anos.
O executivo afirma que, mesmo com o crescimento, ainda existe uma ideia – que precisa e está sendo desmistificada ao longo dos anos – de que o seguro residencial é caro e inacessível. “Muitas vezes, as pessoas pensam: se um seguro para automóveis custa em média R$ 2 mil anuais, quanto não custará um seguro para a minha casa? Mas não é assim, são riscos completamente diferentes”, ele explica.
Embora o valor do seguro residencial seja calculado de acordo com diversos critérios, como o valor de reconstrução do imóvel, local da residência, total de coberturas escolhidas, entre outras variáveis, o executivo usa como exemplo um apartamento na Avenida Paulista, em São Paulo, para explicar seu ponto.
Para esta situação, a Zurich oferece opções de seguro residencial que não chegam a R$ 300 no ano – incluindo as coberturas básicas para danos decorrentes de incêndio, raio e explosão, além de cobertura para danos elétricos (uma das mais acionadas do seguro), danos por água, responsabilidade civil familiar – que pode cobrir aquele dano do seu apartamento que afetou o do vizinho –, entre outras. Está incluso também a assistência 24h essencial, que garante serviços como encanador, eletricista, chaveiro, vidraceiro, entre outros.
Já por menos de R$ 600 anuais, é possível adquirir um plano ainda mais robusto, com coberturas ampliadas – como, por exemplo, para equipamentos eletrônicos fora da residência – e um plano de assistência completo, incluindo diferenciais como locação e reparo de eletrodomésticos, guarda e até serviço de funeral para pets.
“As opções de plano podem ser parceladas de 9 a 12 vezes, o que torna o seguro ainda mais acessível, com parcelas entre R$ 30 e R$ 50”, defende Mandaji. “E além da acessibilidade, estamos falando de economia. Realmente, pode ser difícil a pessoa se deparar com um risco grande, como um incêndio, em sua casa – embora aconteça eventualmente e o prejuízo seja na casa dos milhares de reais. Mas quando falamos nas assistências, nas intercorrências do dia a dia de qualquer pessoa, o valor agregado é enorme”.
Ele continua: “Aqui ilustro com um exemplo prático: um único atendimento emergencial de eletricista ou chaveiro em São Paulo pode custar entre R$ 250 e R$ 400, dependendo da região e do profissional escolhido. Uma pessoa que precise acionar ambos em um curto espaço de tempo poderá desembolsar um valor médio de R$ 600,00. É um valor superior ao de muitas apólices completas”.
Segundo Alexandre, além da economia, o seguro ainda dá tranquilidade ao cliente ao proporcionar um atendimento ágil e de qualidade.
“Basta um contato com a seguradora e um profissional qualificado é enviado, sem necessidade de orçamentos ou buscas emergenciais. É um pequeno investimento mensal que pode evitar rombos no orçamento doméstico. Sem contar que, em vez de o cliente se apertar financeiramente com imprevistos, ele se planeja e garante tranquilidade”, afirma.
Alexandre afirma que, hoje, o seguro residencial é uma excelente opção de planejamento financeiro, e que os corretores devem usar esse ponto como um argumento de venda, visando ampliar a proteção da população brasileira.
“O seguro é uma decisão consciente de quem busca prevenção, proteção e economia com gastos na manutenção da residência. Explorar os benefícios palpáveis, que o cliente por entender na prática, no seu dia a dia, é uma poderosa ferramenta para os nossos parceiros de negócios”, finaliza.
Fato Relevante
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