A Clavis Segurança da Informação é uma das principais referências em Centro de Operações de Segurança e Proteção de Dados na América Latina, com mais de 130 clientes no Brasil. No entanto, a despeito da posição consolidada no mercado, com R? 40 milhões de faturamento em 2023, a empresa ainda tem de lidar com um cenário que afeta todo o mercado de Tecnologia da Informação do país: a insuficiência de profissionais qualificados. Para superar o desafio, a Clavis fechou parceria com o EXIN, instituto internacional de certificação na área digital, para oferecer, em seu programa de estágio em 2024, bolsas integrais de capacitação para os 100 primeiros colocados na seleção. Com cerca de 1.700 inscritos de todos os estados do país, o processo inclui dinâmicas e entrevistas e vai até março, quando iniciam os treinamentos.
“Com esta ação, nós reforçamos o nosso compromisso de capacitar e impulsionar o desenvolvimento de talentos para superar a atual lacuna de profissionais habilitados em segurança cibernética no Brasil.”, afirma Victor Santos (foto), CEO da Clavis.
E o desafio não é pequeno. Até 2025, o déficit de profissionais de TI deve chegar a 530 mil, como atestou recente pesquisa feita pelo Google, em parceria com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups). Ainda segundo o estudo, nos próximos dois anos a média de profissionais formados anualmente deve se manter em 53 mil, número insuficiente para atender à atual demanda, segundo levantamento da Associação das Empresas de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e de Tecnologias Digitais, Brasscom.
A iniciativa da Clavis é fruto da parceria iniciada em 2016 com o EXIN, marca reconhecida globalmente no segmento de exames de validação das competências exigidas no mercado digital. Através dela, vários programas de certificação (Segurança da Informação, Proteção de Dados, Ethical Hacking, entre outros) passaram a fazer parte da grade de ofertas da Clavis e são, hoje, referências importantes para atestar as competências dos profissionais que atuam nessa área.
Para o CEO da Clavis, formado em ciência da computação pela UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro), investir na capacitação desses profissionais é uma maneira de reforçar um dos pilares da empresa: o de contribuir para a democratização da segurança da informação no país. “Só entre 2021 e 2022, as organizações enfrentaram um aumento de 53% nas violações de dados. Equipes sobrecarregadas e falta de renovação de cargos de TI têm impactos diretos no agravamento dos riscos cibernéticos, com invasões cada vez mais frequentes e prejuízos significativos”, explica Victor Santos. Com o Programa de Estágio em 2024, a expectativa da Clavis também é preencher algumas das áreas carentes da empresa.
Conforme a diretora-geral do EXIN Brasil, Milena Andrade, a parceria com a Clavis é estratégica porque “demonstra a preocupação em fomentar a próxima geração de profissionais do setor, em que o conhecimento de base atrelado à certificação pode ajudar a abrir novas oportunidades de trabalho para os que estão chegando agora e a impulsionar carreiras”.
Já para o CEO da Clavis, “a parceria é um reconhecimento da importância das certificações, valorizadas pelos empregadores”. Victor Santos salienta que a escassez de habilidades na área representa um risco para as organizações, que se reflete na falta de preenchimento de posições críticas de TI no mercado. Segundo o portal Fortinet, referência do setor, são necessários mais de 3 milhões de profissionais para preencher a lacuna global da força de trabalho de segurança cibernética.
O relatório “Jobs of Tomorrow: Mapping Opportunity in the New Economy”, feito pelo New Metrics CoLab e divulgado em 2020 no Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça, elencou as carreiras consideradas promissoras para os próximos anos. As primeiras profissões são aquelas relacionadas à inteligência artificial, computação em nuvem e outras atividades ligadas à área de Tecnologia da Informação (TI).
Lupa Comunicação
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