Com um subsídio de 20% ao prêmio de seguro paramétrico por meio do PSR – Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural, aprovado em 2021 pelo governo federal, por intermédio do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), cooperativas e grandes produtores rurais, de regiões afetadas pela seca no país, têm buscado por esta modalidade como solução para minimizar prejuízos.
Especialista em gerenciar riscos e ciente sobre o cenário da seca no país, a THB, empresa global de gerenciamento de riscos, consultoria em benefícios e corretagem de seguros e resseguros, vem investindo cada vez mais no processo de aculturação do seguro paramétrico no território nacional. A alta de sinistros nas duas últimas safras, entre 2020 e 2022, gerou uma queda na oferta de seguro rural tradicional, abrindo espaço para negociações envolvendo corretoras especializadas, seguradoras e empresas de tecnologia, que têm trabalhado continuamente para consolidar o seguro paramétrico no Brasil.
Os diferenciais em relação ao seguro tradicional explicam essa força-tarefa a três mãos: enquanto no seguro tradicional as análises se baseiam em informações subjetivas, como, as avaliações das chuvas com medições indiretas da água disponível da planta, índices de vegetação dificultados por condições nebulosas e saturação de sinal e ausência de registro histórico consistente para o desenvolvimento de índices, no seguro paramétrico as análises são realizadas a partir de observações diárias, com cobertura global, na resolução de 100x100m_15cm dentro do solo, e com base na série histórica de 19 anos do município e/ou área, sem interferência de nuvens.
Para Edson Pierezan, especialista em seguro agrícola da THB, o seguro paramétrico é fundamental para grandes produtores e a cooperativas que estão investindo sem incentivo de crédito de instituições financeiras e governos. “Esses produtores estão preocupados com o patrimônio e precisam de segurança e solidez na hora de comprar um seguro. E o paramétrico tem a tecnologia a favor deles. Isto porque as perdas não são avaliadas in loco, não tem inspeção, e os fenômenos isolados que atingem a área segurada geram automaticamente indenizações e acionamentos de gatilhos conforme parâmetros estabelecidos na contratação, com a contabilização das perdas em relação ao impacto que esses fenômenos geraram em cada fase da planta, desde a germinação, passando pelo crescimento, até a colheita”, explica.
Dados complementares do mercado:
• Principais estados onde a THB atua com seguro paramétrico: São Paulo, Mato Grosso do Sul e crescendo para região nordeste.
• Diferenciais da THB: customização do produto de acordo com a realidade, demanda e perfil de cada cliente.
• Atualmente, no Brasil, 16 seguradoras estão habilitadas para operar no Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural
• Percentual de subvenção ao prêmio em 2022: 40% para todas as culturas/atividades e em 20% para soja.
• Subvenção do governo diminuiu no último ano: R$ 800 milhões. Mínimo necessário seria de R$ 1,2bi.
• Regiões que mais registram sinistro rural no Brasil: Rio Grande do Sul e Paraná.
• RS e PR registraram nas duas últimas safras R$ 5,4bi em indenizações contra uma arrecadação total de R$ 3bi.
Dados complementares da modalidade seguro paramétrico:
Tipos de Análise e opções de riscos cobertos no seguro paramétrico:
• Variação de temperatura;
• Variação de precipitação;
• Variação de irradiação solar;
• Variação dos ventos; Incêndio;
• Variação de índice de sensoriamento remoto;
• Variação da produtividade regional;
• Variação de índice agro meteorológico;
• Variação de vazão de rios.
Culturas Atendidas:
– Milho
– Trigo
– Arroz
– Cevada
– Sorgo
– Café,
– Aveia
– Centeio
– Cana-de-açúcar
– Girassol
– Soja
– Pasto
Informações Básicas para contratar o Seguro Paramétrico:
• Área ou região do local de Risco; (arquivo KML)
• Cultura
• Data do Plantio
• Nível de cobertura
• Importância Segurada
Mosaike
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