O setor de seguros tinha uma predominância masculina até que aos poucos as mulheres conseguiram ocupar seu espaço. E hoje já representam um pouco mais da metade dos colaboradores do mercado. Uma delas é Dayse Magesti, diretora secretária do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro (CCS-RJ). A segunda mulher a ter um posto de direção no Clube. Mais um motivo para a entidade comemorar o Dia Mundial da Mulher, celebrado no dia 08 de março.
Um dos compromissos da diretoria eleita para o biênio 2021-2022 é a fomentação de ações junto à Comissão das Mulheres. “Acredito que a equiparidade entre homens e mulheres, inclusive em cargos de liderança e salarial, é justo e também salutar para o crescimento do mercado de seguros. Parabéns a todas as mulheres por suas conquistas e lutas”, pontua Luiz Mário Rutowitsch, presidente da CCS-RJ.
De acordo com Dayse, seu convite para exercer o cargo na atual direção do CCS-RJ demostra a posição do Clube de acreditar que com uma mulher na diretoria é possível ter mais equidade. Isto é, uma direção que se manifesta a favor do senso de justiça, imparcialidade, respeito à igualdade de direitos.
“O CCS-RJ está sempre enfatizando o papel das mulheres corretoras de seguros no mercado, e principalmente criando muitas oportunidades para o desenvolvimento da Comissão das Mulheres, promovendo encontros, palestras/lives específicas. E oferece todo apoio para criação de novos projetos que evidencie a mulher no mercado de seguros”, comenta Dayse.
Ser mulher no mercado de seguros, segundo Márcia Simplício
Para Márcia Simplício, da Comissão da Mulher do CCS-RJ e diretora da Nova Four Unions Assessoria de Seguros, ainda é pouco expressivo o número de mulheres em cargos de chefia no mercado de seguros, apesar de ter crescido a participação feminina no setor. Mas ela acredita que esse cenário pode mudar com muito estudo, aperfeiçoamento e determinação.
“Ser mulher no mercado de trabalho é ter que conciliar no dia a dia a vida pessoal, os afazeres da casa, o cuidado com os filhos e a carreira. Mas ser mulher é também ter a vantagem da flexibilidade, compreensão, observação e determinação; qualidades muito importantes para o crescimento profissional. Por isso, é muito fundamental que a mulher se imponha e não permita que seja anulada”, pontua.
Quando iniciou sua carreira em 1985, o seu maior desafio foi se destacar em um ambiente composto pela maioria dos homens. No primeiro cargo de chefia, ela conta que foi muito impactante por se tratar da primeira inspetora mulher do Bamerindus Seguros no Rio de janeiro.
“Me sentia um pouco excluída no ambiente, mas mantive minha postura e ideal e consegui vencer essa barreira”, comenta Márcia, que tem no quadro de colaboradores da Nova Four Unions Assessoria de Seguros 80% de mulheres.
VTN Comunicação
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