{"id":78627,"date":"2026-04-13T12:17:35","date_gmt":"2026-04-13T15:17:35","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=78627"},"modified":"2026-04-13T12:17:35","modified_gmt":"2026-04-13T15:17:35","slug":"estudo-da-deloitte-aponta-pilares-estrategicos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2026\/04\/13\/estudo-da-deloitte-aponta-pilares-estrategicos\/","title":{"rendered":"Estudo da Deloitte aponta pilares estrat\u00e9gicos"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">A ind\u00fastria de seguros se encontra diante de um cen\u00e1rio de mudan\u00e7as estruturais profundas, marcado por incertezas econ\u00f4micas, aumento da frequ\u00eancia de eventos clim\u00e1ticos, consolida\u00e7\u00e3o de corretores e expectativas crescentes dos clientes por experi\u00eancias mais digitais, personalizadas e integradas. \u00c9 o que revela o estudo\u00a0&#8220;Global Insurance Outlook 2026&#8221;, da Deloitte, organiza\u00e7\u00e3o com o portf\u00f3lio de servi\u00e7os profissionais mais diversificado do mercado, que analisa os principais desafios e oportunidades para seguradoras nos pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<p align=\"justify\">De acordo com o levantamento, o setor enfrenta uma fase de press\u00e3o crescente sobre as margens, impulsionada por perdas relacionadas ao clima, infla\u00e7\u00e3o, quest\u00f5es regulat\u00f3rias e desacelera\u00e7\u00e3o do crescimento dos pr\u00eamios. Globalmente, a expectativa \u00e9 de que o crescimento dos pr\u00eamios caia de 4,7% em 2024 para 2,3% em 2026 no segmento de seguros patrimoniais e de responsabilidade (P&amp;C). J\u00e1 no mercado de Vida e Anuidades, a proje\u00e7\u00e3o \u00e9 de desacelera\u00e7\u00e3o de 6,1% para 2,4% no mesmo per\u00edodo.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nesse contexto, o estudo aponta que, para manter competitividade e resili\u00eancia, as seguradoras precisar\u00e3o acelerar a moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, rever modelos de neg\u00f3cio e fortalecer parcerias estrat\u00e9gicas.<\/p>\n<h4>IA avan\u00e7a, mas exige bases s\u00f3lidas<\/h4>\n<p align=\"justify\">A intelig\u00eancia artificial segue como um dos principais vetores de transforma\u00e7\u00e3o do setor. Globalmente, a Deloitte estima que o uso de IA, especialmente em frentes como detec\u00e7\u00e3o de fraudes, pode gerar economias da ordem de US$ 160 bilh\u00f5es at\u00e9 2032. Al\u00e9m disso, tecnologias como IA generativa, IoT e\u00a0<i>analytics<\/i>\u00a0avan\u00e7ado j\u00e1 v\u00eam sendo aplicadas para preven\u00e7\u00e3o de riscos, precifica\u00e7\u00e3o mais precisa e melhoria da experi\u00eancia do cliente.<\/p>\n<p align=\"justify\">O estudo destaca ainda que o sucesso da IA depende diretamente de fundamentos robustos de dados, arquitetura tecnol\u00f3gica moderna e governan\u00e7a. Esse cen\u00e1rio tamb\u00e9m se reflete no Brasil, uma vez que o mercado nacional ainda est\u00e1 em um est\u00e1gio inicial de ado\u00e7\u00e3o dessas tecnologias, principalmente devido \u00e0 necessidade de moderniza\u00e7\u00e3o dos sistemas centrais das seguradoras.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;Existe um grande interesse das seguradoras brasileiras em utilizar intelig\u00eancia artificial, mas, na pr\u00e1tica, o setor ainda est\u00e1 muito focado em resolver quest\u00f5es estruturantes, como qualidade de dados, governan\u00e7a e transforma\u00e7\u00e3o dos sistemas core, muitos deles com d\u00e9cadas de defasagem tecnol\u00f3gica. A IA j\u00e1 aparece em pilotos e aplica\u00e7\u00f5es pontuais, mas ainda n\u00e3o em larga escala. O fato \u00e9 que n\u00e3o \u00e9 poss\u00edvel escalar o uso de IA sem antes tratar do principal, que \u00e9 a estrutura, e criar uma base s\u00f3lida&#8221;, aponta\u00a0Rodrigo Tabarez, s\u00f3cio-l\u00edder da ind\u00fastria de seguros da Deloitte.<\/p>\n<h4>Regula\u00e7\u00e3o, open insurance e novos modelos de distribui\u00e7\u00e3o impulsionam o mercado brasileiro<\/h4>\n<p align=\"justify\">O mercado brasileiro de seguros vem apresentando caracter\u00edsticas pr\u00f3prias, mesmo compartilhando alguns desafios enfrentados globalmente, especialmente no campo regulat\u00f3rio. Diferentemente de outros pa\u00edses, iniciativas como o\u00a0<i>open insurance<\/i>\u00a0s\u00e3o fortemente impulsionadas pelo \u00f3rg\u00e3o regulador brasileiro, a Susep, e fazem parte de um plano estrat\u00e9gico que visa ampliar a participa\u00e7\u00e3o do setor no PIB brasileiro para 10% at\u00e9 2030 \u2014 hoje em torno de 6,7%.<\/p>\n<p align=\"justify\">Outro destaque \u00e9 a evolu\u00e7\u00e3o do SRO (Sistema de Registro de Opera\u00e7\u00f5es), que caminha para uma vers\u00e3o ainda mais robusta, permitindo acompanhamento quase em tempo real das opera\u00e7\u00f5es do mercado. Esse ambiente cria oportunidades para maior transpar\u00eancia, uso intensivo de dados e desenvolvimento de produtos mais aderentes ao perfil de risco dos consumidores.<\/p>\n<p align=\"justify\">Outros servi\u00e7os que continuam ganhando for\u00e7a no Brasil s\u00e3o modelos como\u00a0<i>embedded insurance<\/i>\u00a0e microsseguros, que integram a oferta de seguros a jornadas de outros setores, como varejo, mobilidade,\u00a0<i>utilities<\/i>\u00a0e servi\u00e7os digitais. Segundo Tabarez, esses modelos s\u00e3o fundamentais para ampliar o acesso ao seguro e aumentar a conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o sobre preven\u00e7\u00e3o de riscos.<\/p>\n<h4>Sustentabilidade e seguros verdes entram no centro da estrat\u00e9gia<\/h4>\n<p align=\"justify\">A agenda de sustentabilidade tamb\u00e9m passa a ocupar papel maior no setor de seguros. O aumento da frequ\u00eancia e da severidade de eventos clim\u00e1ticos extremos tem pressionado seguradoras e refor\u00e7ado a necessidade de solu\u00e7\u00f5es voltadas \u00e0 preven\u00e7\u00e3o de riscos clim\u00e1ticos.<\/p>\n<p align=\"justify\">Al\u00e9m do desenvolvimento de novos produtos, o estudo indica que a sustentabilidade tende a se consolidar como um eixo estrat\u00e9gico transversal no setor de seguros, influenciando desde a precifica\u00e7\u00e3o at\u00e9 os modelos de subscri\u00e7\u00e3o e gest\u00e3o de riscos. Globalmente, seguradoras v\u00eam ampliando o uso de dados clim\u00e1ticos, sensores e modelos preditivos para antecipar eventos extremos e reduzir perdas, refor\u00e7ando uma abordagem mais preventiva do seguro.<\/p>\n<p align=\"justify\">No Brasil, esse movimento se traduz no avan\u00e7o dos chamados &#8220;seguros verdes&#8221;, que incluem produtos voltados a ve\u00edculos el\u00e9tricos, pr\u00e1ticas agr\u00edcolas sustent\u00e1veis e iniciativas alinhadas a crit\u00e9rios ESG. Tais iniciativas, aliadas ao uso de tecnologia e\u00a0<i>analytics<\/i>, contribuem n\u00e3o apenas para mitigar riscos clim\u00e1ticos, mas tamb\u00e9m para ampliar a conscientiza\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o sobre preven\u00e7\u00e3o e resili\u00eancia, apoiando o crescimento sustent\u00e1vel do setor no longo prazo. &#8220;O crescimento dos riscos clim\u00e1ticos e os recentes eventos extremos no pa\u00eds ampliam a percep\u00e7\u00e3o da import\u00e2ncia do seguro, ao mesmo tempo em que impulsionam o desenvolvimento de produtos mais sustent\u00e1veis&#8221;, destaca o especialista.<\/p>\n<h4>Os impactos da Reforma Tribut\u00e1ria no setor<\/h4>\n<p align=\"justify\">Mudan\u00e7as no ambiente fiscal e regulat\u00f3rio tamb\u00e9m s\u00e3o apontadas no estudo e devem seguir no radar das seguradoras em 2026. No Brasil, ainda que os impactos da Reforma Tribut\u00e1ria sobre o setor de seguros tendam a ser menos significativos do que em outras ind\u00fastrias, o estudo aponta que o novo ambiente fiscal exigir\u00e1 maior integra\u00e7\u00e3o entre as \u00e1reas tribut\u00e1ria, financeira e tecnol\u00f3gica das companhias. A adapta\u00e7\u00e3o a novas regras refor\u00e7a a import\u00e2ncia de sistemas mais flex\u00edveis, dados confi\u00e1veis e governan\u00e7a robusta, especialmente em um setor altamente regulado como o de seguros.<\/p>\n<p align=\"justify\">Nesse sentido, a moderniza\u00e7\u00e3o dos sistemas centrais e a revis\u00e3o de processos operacionais aparecem como fatores cr\u00edticos para garantir conformidade regulat\u00f3ria, efici\u00eancia operacional e capacidade de resposta \u00e0s mudan\u00e7as fiscais previstas para os pr\u00f3ximos anos.<\/p>\n<h4>O futuro do setor passa por moderniza\u00e7\u00e3o e foco no cliente<\/h4>\n<p align=\"justify\">Segundo os dados da pesquisa, a combina\u00e7\u00e3o de moderniza\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, transforma\u00e7\u00e3o da for\u00e7a de trabalho, parcerias estrat\u00e9gicas e centralidade no cliente ser\u00e1 essencial para que as seguradoras prosperem em 2026. A transi\u00e7\u00e3o de um modelo reativo, focado apenas em indeniza\u00e7\u00f5es, para uma abordagem proativa de preven\u00e7\u00e3o de riscos tende a se consolidar como um dos principais diferenciais competitivos do setor.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;O futuro do seguro passa por combinar tecnologia avan\u00e7ada com empatia, personaliza\u00e7\u00e3o e novas formas de distribui\u00e7\u00e3o. As seguradoras que conseguirem equilibrar esses elementos estar\u00e3o mais bem posicionadas para crescer de forma sustent\u00e1vel&#8221;, conclui Tabarez.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>JeffreyGroup<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ind\u00fastria de seguros se encontra diante de um cen\u00e1rio de mudan\u00e7as estruturais profundas, marcado por incertezas econ\u00f4micas, aumento da frequ\u00eancia de eventos clim\u00e1ticos, consolida\u00e7\u00e3o de corretores e expectativas crescentes dos clientes por experi\u00eancias mais digitais, personalizadas e integradas. \u00c9 o que revela o estudo\u00a0&#8220;Global Insurance Outlook 2026&#8221;, da Deloitte, organiza\u00e7\u00e3o com o portf\u00f3lio de 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