{"id":77429,"date":"2026-03-05T16:07:05","date_gmt":"2026-03-05T19:07:05","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=77429"},"modified":"2026-03-05T16:07:05","modified_gmt":"2026-03-05T19:07:05","slug":"mulher-no-volante-perigo-constante-os-dados-discordam","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2026\/03\/05\/mulher-no-volante-perigo-constante-os-dados-discordam\/","title":{"rendered":"Mulher no volante, perigo constante? Os dados discordam"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\">Todo 8 de mar\u00e7o, o mundo para para celebrar conquistas e debater desigualdades. Mas existe um territ\u00f3rio onde as mulheres j\u00e1 venceram e onde ainda assim precisam provar seu valor diariamente: o tr\u00e2nsito. Uma pesquisa conduzida pela Justos, insurtech brasileira que recompensa motoristas conscientes, revela em detalhes os comportamentos que tornam as mulheres estatisticamente mais seguras atr\u00e1s do volante. Os dados s\u00e3o claros. A resist\u00eancia cultural, tamb\u00e9m.<\/p>\n<p align=\"justify\">O contexto nacional s\u00f3 refor\u00e7a o que o levantamento aponta. Segundo dados do Detran-DF divulgados em mar\u00e7o de 2025, os homens respondem por 85,6% das mortes no tr\u00e2nsito da capital federal contra 14,4% das mulheres. Isso significa que acidentes fatais no DF matam homens em uma propor\u00e7\u00e3o quase seis vezes maior do que mulheres. Em Goi\u00e1s, o Detran-GO registrou padr\u00e3o semelhante ao longo de 2025: 68,1% das v\u00edtimas fatais nas vias eram do sexo masculino. A pergunta que a Justos foi investigar \u00e9: o que, concretamente, as mulheres fazem diferente?<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;Quer\u00edamos entender, de forma objetiva, quais comportamentos fazem a diferen\u00e7a no tr\u00e2nsito. O que encontramos refor\u00e7a algo que estudos j\u00e1 apontam h\u00e1 tempos: a dire\u00e7\u00e3o das mulheres tende a ser mais cautelosa, com menos tomadas de risco desnecess\u00e1rias&#8221;, afirma Dhaval Chadha, CEO e cofundador da Justos.<\/p>\n<h4>Os n\u00fameros que contam a hist\u00f3ria<\/h4>\n<p align=\"justify\">Entre os principais h\u00e1bitos identificados pela pesquisa com 324 motoristas, destacam-se:<\/p>\n<ul>\n<li>87% prestam aten\u00e7\u00e3o constante \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o e aos pedestres<\/li>\n<li>80% evitam ultrapassagens arriscadas<\/li>\n<li>77% evitam o uso do celular ao volante<\/li>\n<li>76% garantem que todos os passageiros usem o cinto de seguran\u00e7a<\/li>\n<li>57% verificam freios, pneus e luzes antes de sair<\/li>\n<\/ul>\n<p align=\"justify\">O dado sobre o celular merece aten\u00e7\u00e3o especial. Em 2025, pesquisa da Sem Parar revelou que 76% dos motoristas brasileiros consideram o smartphone o maior risco nas ruas acima at\u00e9 da criminalidade. A Abramet confirma: o uso do celular ao volante j\u00e1 \u00e9 a terceira maior causa de mortes no tr\u00e2nsito no Brasil, gerando em m\u00e9dia 14 acidentes por hora nas rodovias. Digitar uma mensagem enquanto se dirige a 80 km\/h equivale a percorrer quase 100 metros de olhos vendados. Entre as motoristas pesquisadas pela Justos, 37% afirmam nunca usar o aparelho ao dirigir, e outras 42% dizem faz\u00ea-lo apenas em emerg\u00eancias.<\/p>\n<p align=\"justify\">O cinto de seguran\u00e7a \u00e9 outro ponto cr\u00edtico. A Abramet estima que seu uso reduz em at\u00e9 60% o risco de morte para ocupantes dos bancos da frente e em at\u00e9 44% para os passageiros de tr\u00e1s. Ainda assim, o descuido com esse item simples continua custando vidas. As motoristas da pesquisa saem bem nesse quesito: 76% garantem que todo mundo no carro esteja protegido antes de dar a partida.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;Os dados mostram que as mulheres n\u00e3o s\u00f3 dirigem com mais cautela, mas se preocupam com a seguran\u00e7a de todos dentro e fora do carro. Precisamos valorizar esse tipo de comportamento e us\u00e1-lo como refer\u00eancia para uma cultura de tr\u00e2nsito mais segura e respons\u00e1vel&#8221;, destaca Dhaval.<\/p>\n<h4>Boas motoristas \u2014 e ainda alvo de preconceito<\/h4>\n<p align=\"justify\">Apesar de todos esses indicadores positivos, o preconceito segue presente no cotidiano das motoristas brasileiras. Do total de respondentes, 32% disseram j\u00e1 ter sofrido<br \/>\ncoment\u00e1rios depreciativos por estar ao volante algumas vezes, e 23% afirmam que esse tipo de situa\u00e7\u00e3o acontece com frequ\u00eancia.<\/p>\n<p align=\"justify\">A autoconfian\u00e7a das motoristas, no entanto, \u00e9 alta: 61% se consideram boas motoristas, e 34% avaliam seu desempenho positivamente, mas acreditam que podem melhorar. Quando o tema \u00e9 a compara\u00e7\u00e3o com os homens, 64% das entrevistadas afirmam que as mulheres s\u00e3o, de forma geral, mais prudentes no tr\u00e2nsito.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;O fato de tantas mulheres ainda enfrentarem julgamentos ao volante mostra como estere\u00f3tipos ultrapassados continuam enraizados na sociedade e isso precisa mudar. A compet\u00eancia no tr\u00e2nsito deve ser medida pelo comportamento respons\u00e1vel, n\u00e3o pelo g\u00eanero&#8221;, analisa Dhaval.<\/p>\n<h4>O que torna o tr\u00e2nsito inseguro? As mulheres respondem<\/h4>\n<p align=\"justify\">Quando questionadas sobre os principais fatores de risco nas vias, as respondentes foram diretas. O consumo de \u00e1lcool ou drogas antes de dirigir foi apontado por 83% como o maior problema. Em seguida: excesso de velocidade (79%), comportamento agressivo do motorista (77%), falta de aten\u00e7\u00e3o (76%), uso do celular ao volante (73%), m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es das vias (64%) e dirigir com sono ou fadiga (60%).<\/p>\n<p align=\"justify\">O diagn\u00f3stico das motoristas bate com o que os especialistas apontam. Segundo o Detran-GO, excesso de velocidade, \u00e1lcool ao volante, uso de celular e ultrapassagens proibidas est\u00e3o entre as principais causas de acidentes com v\u00edtimas no pa\u00eds, comportamentos que, segundo as pr\u00f3prias pesquisadas, est\u00e3o muito mais associados ao perfil masculino de dire\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p align=\"justify\">&#8220;Quando analisamos esses fatores, fica evidente que as condutas de maior risco est\u00e3o predominantemente associadas ao comportamento masculino no tr\u00e2nsito. As mulheres, por sua vez, adotam uma postura mais defensiva e isso salva vidas. Se quisermos reduzir acidentes e mortes nas estradas brasileiras, precisamos incentivar esse tipo de dire\u00e7\u00e3o e combater a cultura da imprud\u00eancia&#8221;, conclui Dhaval.<\/p>\n<p align=\"justify\"><strong>Assessoria de Imprensa Justos<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Todo 8 de mar\u00e7o, o mundo para para celebrar conquistas e debater desigualdades. 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Os dados discordam | Revista Insurance Corp | PT-BR<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow\" \/>\n<meta name=\"googlebot\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<meta name=\"bingbot\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2026\/03\/05\/mulher-no-volante-perigo-constante-os-dados-discordam\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Mulher no volante, perigo constante? Os dados discordam | Revista Insurance Corp | PT-BR\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"Todo 8 de mar\u00e7o, o mundo para para celebrar conquistas e debater desigualdades. 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