{"id":74413,"date":"2025-11-18T11:43:16","date_gmt":"2025-11-18T14:43:16","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=74413"},"modified":"2025-11-18T11:43:16","modified_gmt":"2025-11-18T14:43:16","slug":"setor-e-chave-para-reduzir-perdas-climaticas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2025\/11\/18\/setor-e-chave-para-reduzir-perdas-climaticas\/","title":{"rendered":"Setor \u00e9 chave para reduzir perdas clim\u00e1ticas"},"content":{"rendered":"<p>At\u00e9 91% das perdas econ\u00f4micas registradas em determinados eventos clim\u00e1ticos dos \u00faltimos anos n\u00e3o estavam cobertas por seguros, deixando fam\u00edlias, empresas e governos praticamente sozinhos diante de enchentes, secas severas e tempestades que se intensificam com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O dado faz parte de um estudo in\u00e9dito apresentado na Casa do Seguro durante a COP30, em Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio &#8220;Insurance and Brazil&#8217;s Bioeconomy Revolution&#8221;, o avan\u00e7o da exposi\u00e7\u00e3o a riscos clim\u00e1ticos exige que o setor de seguros seja compreendido n\u00e3o apenas como um instrumento de prote\u00e7\u00e3o financeira, mas como agente de indu\u00e7\u00e3o a pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis e a modelos de desenvolvimento mais resilientes em um contexto de transforma\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica e ambiental. O documento foi desenvolvido pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), em colabora\u00e7\u00e3o com a Confedera\u00e7\u00e3o Nacional das Seguradoras (CNseg), a Marsh (Latin America) e o Climate Resilience Center, do Atlantic Council.<\/p>\n<p>Entre os casos analisados, o estudo destaca as chuvas extremas que atingiram o Rio Grande do Sul ao longo de 12 dias consecutivos, que resultaram em preju\u00edzos massivos. Apenas R$ 6 bilh\u00f5es estavam cobertos por ap\u00f3lices, deixando uma lacuna de 83%. No per\u00edodo de 2022 a 2024, os desastres clim\u00e1ticos somaram R$ 184 bilh\u00f5es em perdas para o pa\u00eds, evidenciando a urg\u00eancia de ampliar o acesso e a oferta de prote\u00e7\u00e3o financeira diante de eventos ambientais mais frequentes e severos.<\/p>\n<p>A retra\u00e7\u00e3o da cobertura agr\u00edcola \u00e9 outro ponto de aten\u00e7\u00e3o. A \u00e1rea segurada no Brasil caiu de 14 milh\u00f5es para 7 milh\u00f5es de hectares entre 2023 e 2024, e o seguro rural cobre atualmente menos de 8% das terras cultivadas. O aumento do pr\u00eamio m\u00e9dio por hectare \u2014 de R$ 100 em 2019 para R$ 500 em 2022 \u2014, somado \u00e0 maior incid\u00eancia de eventos extremos e a cortes sucessivos no or\u00e7amento do Programa de Subven\u00e7\u00e3o ao Pr\u00eamio do Seguro Rural (PSR), contribuiu diretamente para essa queda. O movimento torna produtores rurais e cadeias do agroneg\u00f3cio mais vulner\u00e1veis, reduz a produtividade, amplia riscos sist\u00eamicos e dificulta a ado\u00e7\u00e3o de pr\u00e1ticas sustent\u00e1veis.<\/p>\n<h5><strong>Dimens\u00e3o ambiental e bioecon\u00f4mica<\/strong><\/h5>\n<p>Na dimens\u00e3o ambiental e bioecon\u00f4mica, o relat\u00f3rio aponta que o Brasil possui uma vantagem estrat\u00e9gica: a biodiversidade e os ativos naturais do pa\u00eds t\u00eam potencial para impulsionar cadeias produtivas sustent\u00e1veis, gerar renda e reduzir emiss\u00f5es. Apesar disso, o mercado segurador ainda carece de produtos maduros para cobrir riscos associados \u00e0 natureza, restaura\u00e7\u00e3o florestal, conserva\u00e7\u00e3o de ecossistemas, manejo de paisagens, cr\u00e9ditos de carbono e cr\u00e9ditos de biodiversidade.<\/p>\n<p>A aus\u00eancia de s\u00e9ries hist\u00f3ricas robustas, de modelos de risco adequados e de metodologias padronizadas de valora\u00e7\u00e3o ambiental dificulta a precifica\u00e7\u00e3o e reduz a oferta de resseguro, especialmente no mercado internacional, elevando o custo de entrada de projetos que dependem de garantias financeiras. Al\u00e9m disso, os riscos ambientais possuem caracter\u00edsticas que desafiam o setor: baixa previsibilidade, alta severidade e sazonalidade marcada, como ocorre em inc\u00eandios florestais, secas extremas, tempestades e invas\u00f5es para explora\u00e7\u00e3o ilegal. Nesse cen\u00e1rio, o estudo destaca o potencial do Brasil para avan\u00e7ar em solu\u00e7\u00f5es como seguros param\u00e9tricos, que efetuam pagamentos autom\u00e1ticos com base em gatilhos clim\u00e1ticos e oferecem maior agilidade para regi\u00f5es vulner\u00e1veis.<\/p>\n<p>O documento tamb\u00e9m refor\u00e7a que o Brasil \u00e9 refer\u00eancia global em transpar\u00eancia de riscos clim\u00e1ticos. O pa\u00eds foi o primeiro do mundo a alinhar seu mercado segurador \u00e0s recomenda\u00e7\u00f5es da Task Force on Climate-related Financial Disclosures (TCFD) e o primeiro da Am\u00e9rica Latina a exigir que seguradoras integrem riscos clim\u00e1ticos a processos de subscri\u00e7\u00e3o, desenvolvimento de produtos e gest\u00e3o corporativa. Contudo, a integra\u00e7\u00e3o entre riscos clim\u00e1ticos e riscos relacionados \u00e0 natureza ainda \u00e9 incipiente, especialmente no que se refere \u00e0 biodiversidade, apesar da rela\u00e7\u00e3o direta entre desmatamento, altera\u00e7\u00e3o dos regimes de chuva, eventos extremos e impactos econ\u00f4micos.<\/p>\n<p>A apresenta\u00e7\u00e3o do relat\u00f3rio na Casa do Seguro durante a COP30 tem o objetivo de estimular um debate estrat\u00e9gico entre seguradoras, resseguradoras, reguladores, academia, investidores e formuladores de pol\u00edticas p\u00fablicas. A inten\u00e7\u00e3o \u00e9 acelerar o desenvolvimento de instrumentos financeiros inovadores, fortalecer marcos regulat\u00f3rios em constru\u00e7\u00e3o, como a Taxonomia Sustent\u00e1vel Brasileira e a Resolu\u00e7\u00e3o CNSP 473\/2024, e ampliar o acesso ao seguro em setores essenciais para o desenvolvimento do pa\u00eds.<\/p>\n<p>O estudo ressalta que os trilh\u00f5es de d\u00f3lares pagos anualmente em indeniza\u00e7\u00f5es no mundo posicionam o setor de seguros como a segunda maior for\u00e7a financeira da resili\u00eancia global, atr\u00e1s apenas do Estado. Assim, o seguro passa a ser entendido n\u00e3o apenas como resposta a desastres, mas como elemento central da adapta\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica, da prote\u00e7\u00e3o ambiental e da transi\u00e7\u00e3o para uma economia de baixo carbono.<\/p>\n<p>Ao articular dados, inova\u00e7\u00e3o, pol\u00edticas p\u00fablicas e coordena\u00e7\u00e3o entre diferentes setores, o Brasil pode transformar o seguro em uma alavanca estrutural para o fortalecimento da bioeconomia, para o aumento da resili\u00eancia das cidades e para a seguran\u00e7a econ\u00f4mica da popula\u00e7\u00e3o em um cen\u00e1rio de crise clim\u00e1tica acelerada.<\/p>\n<p><strong>Assessoria de Imprensa CNseg<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 91% das perdas econ\u00f4micas registradas em determinados eventos clim\u00e1ticos dos \u00faltimos anos n\u00e3o estavam cobertas por seguros, deixando fam\u00edlias, empresas e governos praticamente sozinhos diante de enchentes, secas severas e tempestades que se intensificam com as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. 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