{"id":73534,"date":"2025-10-28T12:51:02","date_gmt":"2025-10-28T15:51:02","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=73534"},"modified":"2025-10-28T12:51:02","modified_gmt":"2025-10-28T15:51:02","slug":"por-que-o-brasil-precisa-discutir-modelos-mais-flexiveis-de-seguros","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2025\/10\/28\/por-que-o-brasil-precisa-discutir-modelos-mais-flexiveis-de-seguros\/","title":{"rendered":"Por que o Brasil precisa discutir modelos mais flex\u00edveis de seguros?"},"content":{"rendered":"<p>Segundo a \u00faltima Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (PEIC), realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), a inadimpl\u00eancia das fam\u00edlias brasileiras atingiu patamar recorde de mais de 30%, e quase um em cada cinco consumidores tem mais da metade da renda mensal comprometida com d\u00edvidas. Diante desse cen\u00e1rio, torna-se cada vez mais pertinente e necess\u00e1rio que as seguradoras incluam em sua pauta o desenvolvimento de produtos e solu\u00e7\u00f5es que democratizam o acesso aos seguros para uso em vida.<\/p>\n<p>Essa evolu\u00e7\u00e3o j\u00e1 come\u00e7a a se refletir no mercado. No primeiro semestre deste ano, o volume de pr\u00eamios arrecadados pelas seguradoras em seguros de pessoas somou R$ 37,8 bilh\u00f5es, um crescimento de 8,4% em rela\u00e7\u00e3o ao mesmo per\u00edodo de 2024, segundo dados da FenaPrevi. Esses n\u00fameros refor\u00e7am o papel dos seguros como instrumentos de prote\u00e7\u00e3o financeira em momentos de imprevistos e mostram que h\u00e1 espa\u00e7o \u2014 e demanda \u2014 para solu\u00e7\u00f5es mais acess\u00edveis e conectadas \u00e0s necessidades reais da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ainda assim, 82% da popula\u00e7\u00e3o adulta n\u00e3o possui seguro de vida, de acordo em estudo da FenaPrevi com o DataFolha. Por isso, o mercado segurador tem discutido com os \u00f3rg\u00e3os reguladores modelos mais flex\u00edveis de seguro de vida, que possam democratizar o acesso e atender diferentes camadas da popula\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo em que cumpram seu papel de contribuir com a prote\u00e7\u00e3o das pessoas de forma respons\u00e1vel.<\/p>\n<p>Ao redor do mundo, um produto tem sido pe\u00e7a chave nesse cen\u00e1rio: o Seguro Vida Universal, uma modalidade de seguro mais flex\u00edvel e adapt\u00e1vel, com liberdade real para o cliente ajustar os par\u00e2metros do seguro conforme a sua fase de vida. Enquanto no contrato de seguros tradicional, a ap\u00f3lice \u00e9 cancelada por inadimpl\u00eancia, nesta modalidade, uma vantagem \u00e9 a possibilidade de existir uma reserva para cobrir o valor da parcela. \u00c9 exatamente esse desenho que ajuda a reduzir a inadimpl\u00eancia e a transformar o seguro em ferramenta de prote\u00e7\u00e3o no longo prazo.<\/p>\n<p>E esta modalidade n\u00e3o \u00e9 uma inven\u00e7\u00e3o recente. O Vida Universal surgiu no fim dos anos 1970, nos Estados Unidos, em resposta \u00e0 rigidez dos modelos tradicionais e a necessidade de adaptar pr\u00eamios e coberturas a ciclos de renda e juros vari\u00e1veis. Em pouco tempo, tornou-se uma categoria relevante, especialmente nos anos 1980, e segue sendo importante at\u00e9 hoje, inclusive em ofertas corporativas e de varejo de grandes seguradoras n\u00e3o s\u00f3 nos Estados Unidos, como em outros mercados de seguro bem consolidados, como M\u00e9xico, pa\u00edses da Europa e da \u00c1sia.<\/p>\n<p>No M\u00e9xico, o mercado convive h\u00e1 anos com solu\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o flex\u00edveis. No caso da MetLife, por exemplo, os seguros da modalidade Vida Universal atendem a mais da metade da carteira de clientes do seguro de vida individual. Hoje, a opera\u00e7\u00e3o mexicana mant\u00e9m linhas de seguros de vida com componente de flexibilidade, uma base robusta de clientes e servi\u00e7os digitais, um verdadeiro ecossistema que mostra, na pr\u00e1tica, que flexibilidade melhora ades\u00e3o e persist\u00eancia, al\u00e9m de democratizar o acesso \u00e0s pessoas de diferentes classes sociais e perfis financeiros.<\/p>\n<p>J\u00e1 no Brasil, o Vida Universal \u00e9 debatido h\u00e1 algum tempo. Houve avan\u00e7os regulat\u00f3rios anteriores e, mais recentemente, a Susep recolocou o assunto em pauta: abriu consulta p\u00fablica em dezembro de 2024 e avan\u00e7ou para uma segunda rodada, em 15 de agosto de 2025, com proposta de substitui\u00e7\u00e3o da Resolu\u00e7\u00e3o CNSP n\u00ba 344\/2016. Isso sinaliza maturidade institucional e disposi\u00e7\u00e3o para viabiliza\u00e7\u00e3o do produto. Ao que tudo indica, estamos, sim, mais perto de uma defini\u00e7\u00e3o, o que tem entusiasmado o setor que, de forma cont\u00ednua, procura formas de ampliar cada vez mais o acesso a solu\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o para um p\u00fablico mais amplo.<\/p>\n<p>Diante de um cen\u00e1rio que traz incertezas econ\u00f4micas e profissionais, este tipo de seguro pode ser uma alternativa de prote\u00e7\u00e3o mais conectada com os desafios da popula\u00e7\u00e3o, justamente por permitir que o segurado continue com uma ap\u00f3lice ativa mesmo em momentos de dificuldade financeira. Resumindo, \u00e9 um produto de prote\u00e7\u00e3o a longo prazo, que acompanha o ciclo de vida das pessoas.<\/p>\n<p>As experi\u00eancias positivas de outros mercados demonstram que a modalidade j\u00e1 \u00e9 consolidada internacionalmente. No Brasil, a chegada do Vida Universal representa uma evolu\u00e7\u00e3o importante para o setor, ampliando as op\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o e acompanhando as transforma\u00e7\u00f5es do perfil do consumidor. O desenvolvimento desse produto exigir\u00e1 dedica\u00e7\u00e3o cont\u00ednua das seguradoras em fornecer informa\u00e7\u00f5es claras, apoiar os corretores parceiros e, principalmente, garantir uma comunica\u00e7\u00e3o transparente e acess\u00edvel para o cliente. Com uma regula\u00e7\u00e3o adequada e o compromisso do mercado em entregar solu\u00e7\u00f5es relevantes, o Seguro de Vida Universal tem potencial para ampliar significativamente a prote\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o brasileira e fortalecer o papel social do seguro de vida no pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>FSB Comunica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p><strong>*Por Jaime Neto &#8211; Diretor de Desenvolvimento de Produtos e Dados da MetLife Brasil<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo a \u00faltima Pesquisa de Endividamento e Inadimpl\u00eancia do Consumidor (PEIC), realizada pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional do Com\u00e9rcio de Bens, Servi\u00e7os e Turismo (CNC), a inadimpl\u00eancia das fam\u00edlias brasileiras atingiu patamar recorde de mais de 30%, e quase um em cada cinco consumidores tem mais da metade da renda mensal comprometida com d\u00edvidas. 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