{"id":64775,"date":"2025-03-07T11:53:00","date_gmt":"2025-03-07T14:53:00","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=64775"},"modified":"2025-03-07T11:53:00","modified_gmt":"2025-03-07T14:53:00","slug":"pesquisa-mostra-por-que-mulheres-pilotam-melhor-do-que-os-homens","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2025\/03\/07\/pesquisa-mostra-por-que-mulheres-pilotam-melhor-do-que-os-homens\/","title":{"rendered":"Pesquisa mostra por que mulheres pilotam melhor do que os homens"},"content":{"rendered":"<div>\n<div>\n<p>Apesar do ditado popular &#8220;mulher no volante, perigo constante&#8221;, diferentes estudos j\u00e1 demonstraram que essa frase n\u00e3o passa de puro preconceito. No ano passado, por exemplo, o Departamento de Tr\u00e2nsito do Distrito Federal (Detran- DF) divulgou dados provando que elas se envolvem menos em acidentes graves do que os homens. Das ocorr\u00eancias fatais registradas entre janeiro e abril de 2024 na capital brasileira, 87,33% tinham homens atr\u00e1s do volante, enquanto apenas 8,99% envolviam motoristas do g\u00eanero feminino.<\/p>\n<p>Diante desse estudo e de tantos outros que j\u00e1 comprovaram o mesmo, fica a pergunta: quais fatores contribuem para que as mulheres sejam motoristas mais prudentes? &#8220;Quer\u00edamos investigar mais a fundo a quest\u00e3o para entender como \u00e9 o comportamento feminino no tr\u00e2nsito e identificar os h\u00e1bitos que fazem delas motoristas mais prudentes. O que encontramos refor\u00e7a algo que estudos j\u00e1 apontam h\u00e1 tempos: a dire\u00e7\u00e3o das mulheres tende a ser mais cautelosa, com menos tomadas de risco desnecess\u00e1rias&#8221;, conta Dhaval Chadha, CEO e cofundador da\u00a0<a href=\"https:\/\/www.justos.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Justos<\/a>.<\/p>\n<p>Uma das descobertas diz respeito a um dos principais inimigos da dire\u00e7\u00e3o segura: o celular. A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Medicina do Tr\u00e1fego (Abramet) indica que, atualmente, o uso do aparelho ao volante \u00e9 a principal causa de falta de aten\u00e7\u00e3o ao conduzir e que a possibilidade de um condutor se envolver em um acidente ao ler uma mensagem \u00e9 400% maior do que aquele que permanece atento. Felizmente, a grande maioria das mulheres est\u00e1 livre desse risco.<\/p>\n<p>Isso porque, do total de 324 respondentes, 77% evitam o uso do celular ao dirigir. Acerca dessa quest\u00e3o, a pesquisa tamb\u00e9m investigou com que frequ\u00eancia as motoristas utilizam o aparelho e o resultado mais uma vez foi positivo: 37% afirmam que nunca usam e outras 42% disseram que s\u00f3 raramente, em caso de uma emerg\u00eancia.<\/p>\n<p>Al\u00e9m dessa medida de seguran\u00e7a, outros bons h\u00e1bitos cultivados por muitas mulheres s\u00e3o prestar aten\u00e7\u00e3o constantemente \u00e0 sinaliza\u00e7\u00e3o e aos pedestres (87%), evitar ultrapassagens arriscadas (80%) e garantir que todos estejam usando o cinto de seguran\u00e7a (76%). Este \u00faltimo cuidado pode parecer insignificante, mas a realidade \u00e9 que a popula\u00e7\u00e3o brasileira t\u00eam deixado essa pr\u00e1tica de lado. De acordo com levantamento da Arteris divulgado no ano passado, cresceu em 29% o n\u00famero de ve\u00edculos leves v\u00edtimas de acidentes que n\u00e3o utilizavam cinto de seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>&#8220;Os dados mostram que as mulheres n\u00e3o s\u00f3 dirigem com mais cautela, mas se preocupam com a seguran\u00e7a de todos dentro e fora do carro. Garantir que os passageiros estejam com o cinto de seguran\u00e7a, respeitar a sinaliza\u00e7\u00e3o, preocupar-se com os pedestres e evitar ultrapassagens arriscadas s\u00e3o h\u00e1bitos que fazem uma grande diferen\u00e7a na redu\u00e7\u00e3o de acidentes. Precisamos valorizar comportamentos assim, respons\u00e1veis, e incentivar mudan\u00e7as que tornem as ruas mais seguras para todos&#8221;, explica Dhaval. Vale lembrar que, segundo a Abramet, o uso do cinto reduz em at\u00e9 60% o risco de morte e de ferimentos graves para passageiros nos bancos da frente e em at\u00e9 44% para ocupantes dos bancos de tr\u00e1s de ve\u00edculos envolvidos em sinistros de tr\u00e2nsito.<\/p>\n<h5>Boas motoristas, mas ainda alvo de preconceito<\/h5>\n<p>Mesmo adotando estas boas pr\u00e1ticas, as respondentes disseram que j\u00e1 enfrentaram preconceitos ou coment\u00e1rios negativos por estarem ao volante \u2014 e a frequ\u00eancia com que as motoristas vivem essa situa\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 baixa. Do total das pesquisadas, 32% informaram que j\u00e1 passaram por isso algumas vezes e 23% afirmaram que falas preconceituosas e\/ou depreciativas s\u00e3o frequentes. &#8220;O fato de tantas mulheres ainda enfrentarem coment\u00e1rios preconceituosos ao volante mostra como estere\u00f3tipos ultrapassados continuam enraizados na sociedade. Esses julgamentos n\u00e3o t\u00eam base em dados e acabam ofuscando uma realidade muito clara: a prud\u00eancia feminina no tr\u00e2nsito contribui diretamente para a seguran\u00e7a de todos. Precisamos mudar essa mentalidade e reconhecer que a compet\u00eancia ao dirigir deve ser medida pelo comportamento respons\u00e1vel, e n\u00e3o pelo g\u00eanero&#8221;, analisa Dhaval.<\/p>\n<p>Apesar dessa cultura que faz chacota de mulheres no tr\u00e2nsito, elas sabem que se saem bem no asfalto. \u00c9 que 61% das entrevistadas disseram que se consideram boas motoristas e outras 34% avaliariam seu desempenho positivamente, mas acreditam que podem aprimor\u00e1-lo. J\u00e1 quando o assunto \u00e9 avaliar a condu\u00e7\u00e3o masculina em compara\u00e7\u00e3o a feminina, 64% responderam que acham que, de forma geral, as mulheres s\u00e3o mais prudentes do que os homens.<\/p>\n<p>Quando questionadas sobre o que contribui para a falta de seguran\u00e7a no tr\u00e2nsito, elas apontaram principalmente o consumo de \u00e1lcool ou drogas antes de dirigir (83%), seguido de excesso de velocidade (79%) e de comportamento agressivo do motorista (77%). Falta de aten\u00e7\u00e3o (76%), uso do celular ao volante (73%), m\u00e1s condi\u00e7\u00f5es das vias (64%) e dirigir com sono ou fadiga (60%) tamb\u00e9m foram raz\u00f5es muito citadas. &#8220;Quando analisamos os principais fatores que tornam o tr\u00e2nsito inseguro \u2013 como alta velocidade, dire\u00e7\u00e3o agressiva e o consumo de \u00e1lcool \u2013 fica claro que essas condutas est\u00e3o muito mais associadas ao comportamento de risco, que \u00e9 predominante entre os homens. As mulheres, por outro lado, adotam uma postura mais defensiva, contribuindo para um ambiente mais seguro. Se quisermos reduzir acidentes e salvar vidas, \u00e9 essencial incentivar esse tipo de dire\u00e7\u00e3o e combater a cultura da imprud\u00eancia&#8221;, destaca Dhaval.<\/p>\n<p>Sobre os pontos de melhoria, a pesquisa da Justos identificou que o p\u00fablico feminino poderia desenvolver o h\u00e1bito de verificar os freios, pneus e luzes antes de dirigir \u2014 57% disseram fazer isso ao dirigir. Contudo, ainda assim, esse grupo j\u00e1 est\u00e1 muito \u00e0 frente de tantos outros e serve de exemplo para inspirar os demais a contribuir com um tr\u00e2nsito mais seguro e respons\u00e1vel para todos, refor\u00e7ando que a seguran\u00e7a deve ser uma prioridade compartilhada entre todos os motoristas, independentemente do g\u00eanero.<\/p>\n<p><strong>Beet House<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Apesar do ditado popular &#8220;mulher no volante, perigo constante&#8221;, diferentes estudos j\u00e1 demonstraram que essa frase n\u00e3o passa de puro preconceito. No ano passado, por exemplo, o Departamento de Tr\u00e2nsito do Distrito Federal (Detran- DF) divulgou dados provando que elas se envolvem menos em acidentes graves do que os homens. 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