{"id":62893,"date":"2025-01-08T12:16:39","date_gmt":"2025-01-08T15:16:39","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=62893"},"modified":"2025-01-08T12:16:39","modified_gmt":"2025-01-08T15:16:39","slug":"estudo-revela-4-possiveis-futuros-para-o-setor-de-seguros-em-2040","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2025\/01\/08\/estudo-revela-4-possiveis-futuros-para-o-setor-de-seguros-em-2040\/","title":{"rendered":"Estudo revela 4 poss\u00edveis futuros para o setor de seguros em 2040"},"content":{"rendered":"<p>At\u00e9 2040, a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica impulsionada pelo foco no cliente poder\u00e1 viabilizar maior resili\u00eancia clim\u00e1tica e ofertas mais personalizadas pela ind\u00fastria de seguros. Por outro lado, o seguro pode se tornar um luxo voltado apenas aos mais ricos. Esses s\u00e3o potenciais rumos para o setor, de acordo com um recente estudo sobre o\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sas.com\/en\/whitepapers\/revealing-the-paths-to-2040-four-possible-scenarios-for-insurance-128171.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">futuro da ind\u00fastria de seguros<\/a>\u00a0realizado pela Economist Impact e pelo SAS, l\u00edder em dados e IA.<\/p>\n<p>Baseado em uma pesquisa detalhada e em entrevistas com especialistas, quatro perspectivas futuras para o setor emergem em &#8220;Revelando as rotas para 2040: quatro cen\u00e1rios poss\u00edveis para seguros&#8221;.\u00a0O relat\u00f3rio \u00e9 o primeiro de um estudo composto por duas partes que examina os principais fatores que est\u00e3o moldando o futuro do setor e o papel que a tecnologia pode desempenhar para ajudar as seguradoras a lidarem com as mudan\u00e7as.<\/p>\n<p>&#8220;Nossos cen\u00e1rios n\u00e3o visam prever o futuro&#8221;, afirma Edwin Saliba, analista s\u00eanior da Economist Impact. &#8220;Eles exploram poss\u00edveis futuros para o setor de seguros, ajudando seguradoras a se posicionarem melhor para responder efetivamente aos desafios emergentes e aproveitar novas oportunidades&#8221;.<\/p>\n<p>Segundo o relat\u00f3rio, o n\u00edvel de coopera\u00e7\u00e3o global e o ritmo das mudan\u00e7as tecnol\u00f3gicas ajudar\u00e3o a determinar a efic\u00e1cia e a equidade com que o setor de seguros, os governos e as sociedades em geral, enfrentar\u00e3o desafios pol\u00edticos como a crise clim\u00e1tica. Cada cen\u00e1rio a seguir inclui recomenda\u00e7\u00f5es de especialistas para que os l\u00edderes do setor criem resili\u00eancia e incentivem a agilidade.<\/p>\n<p>&#8220;H\u00e1 uma chance quase nula de que o setor de seguros entre em colapso at\u00e9 2040 &#8211; e isso deve levar todas as seguradoras a avaliarem os riscos crescentes e sua resili\u00eancia geral&#8221;, diz Franklin Manchester, principal consultor global de seguros do SAS. &#8220;As seguradoras n\u00e3o podem impor pre\u00e7os aos clientes sem cobertura em zonas de inunda\u00e7\u00e3o para garantir a lucratividade na crise clim\u00e1tica, n\u00e3o para sempre, e provavelmente n\u00e3o por muito mais tempo&#8221;.<\/p>\n<p>Importante lembrar que o estudo traz uma an\u00e1lise global. &#8220;Na Am\u00e9rica Latina, acredito que a tend\u00eancia \u00e9 que IA, dados de sat\u00e9lites, telemetria e open data transformar\u00e3o os seguros, com an\u00e1lise precisa de riscos clim\u00e1ticos e urbanos, precifica\u00e7\u00e3o din\u00e2mica e at\u00e9 a inclus\u00e3o de popula\u00e7\u00f5es antes desassistidas. Neste cen\u00e1rio, o uso de IA ser\u00e1 central, impulsionando inova\u00e7\u00e3o e maior acesso ao mercado,&#8221; analisa Ricardo Saponara, Head de risco, preven\u00e7\u00e3o a fraudes e compliance na Am\u00e9rica Latina.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a os cen\u00e1rios apontados pelo estudo:<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio 1: O isolamento e o crescimento tecnol\u00f3gico desregulado levam ao n\u00e3o cumprimento de metas clim\u00e1ticas<\/strong><\/p>\n<p>A pol\u00edtica global isolacionista leva \u00e0 acelera\u00e7\u00e3o da evolu\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, sem restri\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00f5es regulat\u00f3rias ou de uma coordena\u00e7\u00e3o global mais ampla. A comunidade internacional fica aqu\u00e9m das metas clim\u00e1ticas devido \u00e0 baixa coopera\u00e7\u00e3o global. Somente os pa\u00edses com as economias mais desenvolvidas podem investir e implementar tecnologias verdes (como energia renov\u00e1vel, ve\u00edculos el\u00e9tricos), enquanto as economias e regi\u00f5es em desenvolvimento sofrem.<\/p>\n<p>O seguro privado e hiper regionalizado cria grandes disparidades nas ofertas de produtos e pre\u00e7os, e a grande lacuna de prote\u00e7\u00e3o dos seguros aumenta com a sa\u00edda das seguradoras dos mercados de alto risco.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio 2: O foco no cliente impulsiona abordagens focadas em preven\u00e7\u00e3o e transforma\u00e7\u00e3o clim\u00e1tica<\/strong><\/p>\n<p>Quando iniciativas regulat\u00f3rias e coopera\u00e7\u00e3o global s\u00e3o bem-sucedidas na prote\u00e7\u00e3o de identidades digitais e privacidade de dados, novas linhas de comunica\u00e7\u00e3o se abrem entre pa\u00edses e regi\u00f5es e inspiram o avan\u00e7o coletivo em tecnologias emergentes. As seguradoras passam de uma abordagem de indeniza\u00e7\u00e3o a uma abordagem preventiva nas ap\u00f3lices de seguro sa\u00fade, residencial e automotivo.<\/p>\n<p>A democratiza\u00e7\u00e3o da tecnologia permite que as seguradoras ofere\u00e7am produtos altamente personalizados a clientes novos e existentes, adequados a perfis de risco e prefer\u00eancias individuais.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio 3: Os efeitos das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas estimulam a resili\u00eancia clim\u00e1tica &#8211; para alguns<\/strong><\/p>\n<p>Grandes economias apresentam relat\u00f3rios de sustentabilidade corporativa e renovam pol\u00edticas nacionais de resposta e recupera\u00e7\u00e3o de desastres, com as seguradoras exercendo um papel de destaque no compliance, empregando abordagens de modelagem de risco. As economias de baixa e m\u00e9dia renda concentram-se em salvar vidas e meios de subsist\u00eancia, enquanto em economias mais desenvolvidas, os bancos adotam hipotecas ajustadas ao risco clim\u00e1tico e as seguradoras introduzem pr\u00eamios de seguro residencial mais baixos, incentivando os propriet\u00e1rios a reformarem suas propriedades.<\/p>\n<p>Onde as seguradoras deixam de oferecer cobertura, s\u00e3o introduzidas regulamenta\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a e c\u00f3digos de constru\u00e7\u00e3o resistentes a choques clim\u00e1ticos para proibir o desenvolvimento de infraestrutura em zonas de alto risco. As seguradoras se valem de dados hist\u00f3ricos e aumentam a precis\u00e3o e a disponibilidade de dados, trazendo \u00e0 tona o monitoramento ambiental em tempo real e a an\u00e1lise preditiva avan\u00e7ada.<\/p>\n<p><strong>Cen\u00e1rio 4: Inova\u00e7\u00e3o insuficiente e falta de coopera\u00e7\u00e3o? As seguradoras se curvam<\/strong><\/p>\n<p>A recusa de governos e empresas em colaborar com o desenvolvimento e a regulamenta\u00e7\u00e3o da tecnologia acentua os conflitos globais e prejudica os esfor\u00e7os de mitiga\u00e7\u00e3o das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas. O potencial total da IA n\u00e3o se concretiza, e o setor de seguros n\u00e3o se adapta a um mundo assolado por desastres naturais cada vez mais catastr\u00f3ficos. A lacuna de prote\u00e7\u00e3o atinge n\u00edveis hist\u00f3ricos, afetando desproporcionalmente os mercados emergentes, onde muitos ficam sem cobertura e enfrentam restri\u00e7\u00f5es substanciais a recursos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>Quando o setor de seguros entra em colapso, pools de riscos coletivos em comunidades locais ganham for\u00e7a para lidar com preocupa\u00e7\u00f5es espec\u00edficas da regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>A prepara\u00e7\u00e3o para 2040<\/strong><\/p>\n<p>&#8220;Mesmo os mais ousados analistas de risco, em seus modelos mais ambiciosos, dificilmente imaginariam a frequ\u00eancia e a gravidade elevadas dos eventos de perda que tivemos nos \u00faltimos anos&#8221;, diz Thorsten Hein, l\u00edder de seguros em solu\u00e7\u00f5es de risco, fraude e compliance do SAS. &#8220;O setor est\u00e1 em uma trajet\u00f3ria alarmante&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;As seguradoras est\u00e3o enfrentando incertezas cada vez mais complexas em um ritmo muito mais acelerado, jamais enfrentadas no passado, e seus limites atuariais est\u00e3o sendo pressionados. A IA se tornar\u00e1 uma ferramenta indispens\u00e1vel para que as seguradoras sobrevivam e prosperem no caminho para 2040 &#8211; IA liderada por intelig\u00eancia humana, que sabe como usar seus recursos de maneira ideal e respons\u00e1vel para o benef\u00edcio da empresa e a prote\u00e7\u00e3o de seus clientes&#8221;.<\/p>\n<p>O SAS disponibilizar\u00e1 a segunda parte do estudo #Insurance2040 no in\u00edcio de 2025. Enquanto isso, acesse\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sas.com\/pt_br\/whitepapers\/revealing-the-paths-to-2040-four-possible-scenarios-for-insurance.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sas.com\/insurance2040<\/a>\u00a0para fazer o download do primeiro relat\u00f3rio &#8211; e saiba mais sobre como os dados e a IA est\u00e3o ajudando a moldar o futuro do setor em\u00a0<a href=\"https:\/\/www.sas.com\/en_us\/industry\/insurance.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">sas.com\/insurance<\/a>.<\/p>\n<p><strong>Ideal PR<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>At\u00e9 2040, a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica impulsionada pelo foco no cliente poder\u00e1 viabilizar maior resili\u00eancia clim\u00e1tica e ofertas mais personalizadas pela ind\u00fastria de seguros. Por outro lado, o seguro pode se tornar um luxo voltado apenas aos mais ricos. 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