{"id":5713,"date":"2019-02-16T14:22:01","date_gmt":"2019-02-16T16:22:01","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=5713"},"modified":"2019-02-18T10:32:04","modified_gmt":"2019-02-18T13:32:04","slug":"proteger-a-sociedade-ou-facilitar-negocios-de-risco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2019\/02\/16\/proteger-a-sociedade-ou-facilitar-negocios-de-risco\/","title":{"rendered":"Proteger a sociedade ou facilitar neg\u00f3cios de risco"},"content":{"rendered":"<p>Sinais expl\u00edcitos, aportados ao p\u00fablico de forma dram\u00e1tica, demonstram a invers\u00e3o de valores daqueles que sustentam a necessidade de flexibiliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de licenciamento e de fiscaliza\u00e7\u00e3o relacionadas ao meio ambiente. De certa forma, uma oportunidade para que as t\u00e3o conhecidas press\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas setoriais, que enfraquecem as estruturas p\u00fablicas da \u00e1rea ambiental, ao longo dos anos, sejam reconsideradas pelos novos governantes, abrindo necess\u00e1rio espa\u00e7o \u00e0 evidente demanda de moraliza\u00e7\u00e3o e intensifica\u00e7\u00e3o de processos de controle.<br \/>\nEst\u00e1 exposto um duro recado sem emendas. Uma situa\u00e7\u00e3o grave que imp\u00f5e profunda reflex\u00e3o dos novos gestores p\u00fablicos. S\u00e3o eles que ter\u00e3o a prerrogativa de dar o tom na gest\u00e3o ambiental do Pa\u00eds: seguindo uma ret\u00f3rica de priorizar o atendimento a favores setoriais extrapolados ou estabelecendo uma nova agenda que respeite os limites no uso e na explora\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio natural de nosso Pa\u00eds.<br \/>\nAs \u00faltimas elei\u00e7\u00f5es, a exemplo do que sempre ocorre em outros pleitos, tiveram amplo lastro de setores da economia em rela\u00e7\u00e3o a temas que dizem respeito ao meio ambiente, uma pr\u00e1tica amplamente difundida. Longe de existir preocupa\u00e7\u00e3o com a prote\u00e7\u00e3o da natureza e com o bem-estar da popula\u00e7\u00e3o, esses atores, reiteradamente, reclamam estar impedidos de viabilizar seus empreendimentos, ao menos da maneira com a qual pretendem.<br \/>\nEm troca do apoio nas elei\u00e7\u00f5es, participado a muitos dos candidatos, um pedido padr\u00e3o passou a ser explorado na m\u00eddia recente, como discurso di\u00e1rio de muitos governantes: conter a &#8220;fome insaci\u00e1vel de ag\u00eancias ambientais em fiscalizar e emitir multas&#8221;. Tamb\u00e9m \u00e9 parte dessa pauta a exist\u00eancia de uma &#8220;legisla\u00e7\u00e3o inapropriada&#8221;, que dificulta licenciamentos, engessa os neg\u00f3cios e inibe investimentos com alta capacidade de gerar lucros e empregos. Enfim, do ponto de vista desses atores, um entrave ao desenvolvimento do Pa\u00eds que deve ser desestruturado para n\u00e3o incomodar mais.<br \/>\nTal cen\u00e1rio, uma vez mantido em pauta, limitar\u00e1 ainda mais o cumprimento da legisla\u00e7\u00e3o ambiental e o incentivo a pr\u00e1ticas respons\u00e1veis para discernir, com isen\u00e7\u00e3o e boa t\u00e9cnica, sobre a viabilidade de empreendimentos potenciais, com base no conjunto de seus impactos. Essa m\u00e1 condi\u00e7\u00e3o de trabalho, que j\u00e1 \u00e9 parte da realidade do dia a dia, permite que muitas irregularidades e excessos n\u00e3o sejam contestados adequadamente.<br \/>\nO discurso do desenvolvimento a qualquer custo se tornou mais expl\u00edcito nos dias atuais, lastreado por amplos esfor\u00e7os de propaganda em busca de um verdadeiro endeusamento de alguns setores da economia. O objetivo \u00e9 blind\u00e1-los de obriga\u00e7\u00f5es e permitir, cada vez mais, avan\u00e7os no atendimento de seus interesses pr\u00f3prios. O recente fen\u00f4meno de Brumadinho, al\u00e7ado \u00e0 categoria de cat\u00e1strofe sem precedentes, coloca de forma mais aguda a incoer\u00eancia dessa forma viciada de tratamento dos temas relativos ao meio ambiente.<br \/>\nDe fato, h\u00e1 uma inten\u00e7\u00e3o declarada em dar continuidade ao desmonte dos \u00f3rg\u00e3os ambientais, objetivo anunciado nas \u00faltimas campanhas eleitorais. E n\u00e3o se trata de uma agenda limitada a esse ou aquele partido. Pela capacidade de influ\u00eancia implantada, trata-se de uma causa aceita e defendida praticamente pelo conjunto dos pol\u00edticos brasileiros, com honrosas e pontuais exce\u00e7\u00f5es. Um verdadeiro rolo compressor que precisa ser adequadamente entendido pela sociedade.<br \/>\nO exacerbado poder econ\u00f4mico e pol\u00edtico setorial, capaz de manipular de forma muito contundente os poderes constitu\u00eddos, impede uma atua\u00e7\u00e3o consistente de inst\u00e2ncias p\u00fablicas respons\u00e1veis por a\u00e7\u00f5es de licenciamento e fiscaliza\u00e7\u00e3o no campo ambiental. Estas, cada vez mais d\u00e9beis e suscet\u00edveis a todo o tipo de press\u00f5es. Consequ\u00eancias calamitosas, agudas ou cr\u00f4nicas, difundidas em diversas atividades, s\u00e3o decorrentes dessa postura totalmente desviada do interesse p\u00fablico.<br \/>\nH\u00e1 um ambiente de permissividade instalado na sociedade brasileira, que garante que a agenda de interesses suplante sistematicamente posicionamentos t\u00e9cnicos e de coer\u00eancia com o que representa o interesse p\u00fablico. Seria ingenuidade n\u00e3o reconhecer a nossa pr\u00f3pria cultura, baseada em valores fr\u00e1geis e que assimila de forma muito pouco reativa desvios de conduta dessa natureza.<br \/>\nVale lembrar nossa origem hist\u00f3rica essencialmente extrativista e calcada na busca por resultados para ganhos pr\u00f3prios, mesmo quando h\u00e1 evid\u00eancia de preju\u00edzos a terceiros. \u00c9 not\u00f3rio que, n\u00e3o fosse o horror das centenas de \u00f3bitos da trag\u00e9dia mais recente, os aspectos ambientais pesariam substancialmente menos no que se refere \u00e0 como\u00e7\u00e3o que temos presenciado.<br \/>\nEsse caldo de m\u00e1 influ\u00eancia e a sua tend\u00eancia de progress\u00e3o se sustentam, portanto, numa real possibilidade no incremento da atua\u00e7\u00e3o de inst\u00e2ncias externas aos governos, garantindo a coopta\u00e7\u00e3o de \u00f3rg\u00e3os ambientais para o atendimento aos seus interesses.<br \/>\nMas \u00e9 fundamental permitir que se estabele\u00e7a, por uma quest\u00e3o de senso de oportunidade e de sobreviv\u00eancia pol\u00edtica, uma vis\u00e3o dissonante das tend\u00eancias mais \u00f3bvias e med\u00edocres. Os recentes passos mais cautelosos do governo federal em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente, com a manuten\u00e7\u00e3o do Brasil no Acordo de Paris e do reconhecimento t\u00e1cito da necessidade de maior rigor em processos de licenciamento e fiscaliza\u00e7\u00e3o, embora em parte dissimulado, podem representar sinais de alguma esperan\u00e7a.<br \/>\nEm outras palavras, uma agenda virtuosa de desenvolvimento representa uma equa\u00e7\u00e3o simples, embora dependa criticamente de pr\u00e9-requisitos b\u00e1sicos, como honestidade e boas inten\u00e7\u00f5es: implica no reconhecimento da import\u00e2ncia da agenda ambiental e do respeito aos direitos humanos, com a implanta\u00e7\u00e3o de uma pol\u00edtica s\u00e9ria de gest\u00e3o ambiental e a limita\u00e7\u00e3o dr\u00e1stica das influ\u00eancias setoriais exacerbadas. Um caminho pavimentado para a atra\u00e7\u00e3o de investimentos e novos neg\u00f3cios, e consequentemente para avan\u00e7os da economia do Brasil e do bem-estar de toda a sociedade.<\/p>\n<p>*Cl\u00f3vis Borges \u00e9 diretor-executivo da Sociedade de Pesquisa em Vida Selvagem e Educa\u00e7\u00e3o Ambiental (SPVS) e membro da Rede de Especialistas em Conserva\u00e7\u00e3o da Natureza.<\/p>\n<p>Foto: visualhunt.com.br<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sinais expl\u00edcitos, aportados ao p\u00fablico de forma dram\u00e1tica, demonstram a invers\u00e3o de valores daqueles que sustentam a necessidade de flexibiliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es de licenciamento e de fiscaliza\u00e7\u00e3o relacionadas ao meio ambiente. 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