{"id":55341,"date":"2024-06-04T09:53:15","date_gmt":"2024-06-04T12:53:15","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=55341"},"modified":"2024-06-04T09:53:15","modified_gmt":"2024-06-04T12:53:15","slug":"perdas-no-segmento-de-transporte-maritimo-tem-queda-historica-apesar-do-aumento-dos-riscos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2024\/06\/04\/perdas-no-segmento-de-transporte-maritimo-tem-queda-historica-apesar-do-aumento-dos-riscos\/","title":{"rendered":"Perdas no segmento de transporte mar\u00edtimo t\u00eam queda hist\u00f3rica, apesar do aumento dos riscos"},"content":{"rendered":"<p>A seguran\u00e7a mar\u00edtima \u00e9 fundamental, j\u00e1 que 90% dos produtos para com\u00e9rcio internacional s\u00e3o transportados pelos oceanos. H\u00e1 30 anos, a frota de transporte global perdia cerca de 200 grandes embarca\u00e7\u00f5es por ano. Mas esse n\u00famero mudou! Em 2023, o n\u00famero de incidentes caiu para 26, uma redu\u00e7\u00e3o de mais de um ter\u00e7o em rela\u00e7\u00e3o ao ano anterior e de 70% na \u00faltima d\u00e9cada \u2013 um recorde hist\u00f3rico. No entanto, o setor mar\u00edtimo ter\u00e1 muito trabalho pela frente para manter a queda em rela\u00e7\u00e3o a perdas de embarca\u00e7\u00f5es, j\u00e1 que, cada vez mais, est\u00e1 sujeito \u00e0 crescente volatilidade e incertezas decorrentes de guerras e eventos geopol\u00edticos, das consequ\u00eancias das mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, bem como dos riscos cont\u00ednuos resultantes da tend\u00eancia por embarca\u00e7\u00f5es maiores, de acordo com o estudo Safety and Shipping Review 2024, da Allianz Commercial.<\/p>\n<p>\u201cA velocidade e a extens\u00e3o com que o perfil de risco da ind\u00fastria est\u00e1 mudando s\u00e3o sem precedentes nos tempos modernos. Conflitos como os de Gaza e Ucr\u00e2nia est\u00e3o remodelando o transporte mar\u00edtimo global, impactando a seguran\u00e7a da tripula\u00e7\u00e3o e dos navios, as cadeias de suprimentos e a infraestrutura, e at\u00e9 mesmo o meio ambiente. A pirataria est\u00e1 em ascens\u00e3o, com uma preocupante reemerg\u00eancia ao largo do Chifre da \u00c1frica. A interrup\u00e7\u00e3o cont\u00ednua causada pela seca no Canal do Panam\u00e1 mostra como as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas est\u00e3o afetando o transporte mar\u00edtimo, justamente em um momento em que a ind\u00fastria enfrenta seu maior desafio, a descarboniza\u00e7\u00e3o\u201d, diz o capit\u00e3o Rahul Khanna, Chefe Global de Consultoria de Riscos Mar\u00edtimos da Allianz Commercial.<\/p>\n<p>Sudeste Asi\u00e1tico emerge como a regi\u00e3o mar\u00edtima com o maior n\u00famero total de perdas<br \/>\nEm 2023, foram relatadas 26 perdas totais em todo o mundo, e 41 em 2022. Ao longo dos \u00faltimos 10 anos, foram relatadas 729 perdas totais, sendo que 184 foram na regi\u00e3o mar\u00edtima do Sul da China, Indochina, Indon\u00e9sia e Filipinas. No ano passado, essa mesma regi\u00e3o representou quase um ter\u00e7o das embarca\u00e7\u00f5es perdidas \u2013 oito, no total.<\/p>\n<p><strong>O Mediterr\u00e2neo Oriental e o Mar Negro ocupam o segundo lugar, com seis embarca\u00e7\u00f5es perdidas, e com atividade aumentando ano a ano.<\/strong><\/p>\n<p>Os navios de carga representaram mais de 60% das embarca\u00e7\u00f5es perdidas em 2023, e afundamento foi a principal causa de todas as perdas totais, representando 50%. O clima extremo foi relatado como sendo um fator em pelo menos oito perdas de embarca\u00e7\u00f5es ao redor do mundo no ano passado, com o total final provavelmente sendo maior.<\/p>\n<p><strong>O n\u00famero de incidentes mar\u00edtimos relatados diminuiu ligeiramente no ano passado, caiu de 3036 para 2.951, sendo que as Ilhas Brit\u00e2nicas registraram o maior n\u00famero (695).<\/strong><\/p>\n<p>Os inc\u00eandios a bordo de embarca\u00e7\u00f5es \u2013 uma preocupa\u00e7\u00e3o constante \u2013 tamb\u00e9m diminu\u00edram. Foram 205 em 2023, o segundo maior n\u00famero na d\u00e9cada, atr\u00e1s apenas de 2022. Desse total, em cinco anos, 55 foram perda total. Os inc\u00eandios continuam sendo uma quest\u00e3o chave de seguran\u00e7a em embarca\u00e7\u00f5es maiores, devido \u00e0 amea\u00e7a potencial \u00e0 vida, \u00e0 escala dos danos e ao fato de que os custos associados podem ser altos, um fator que contribui para o aumento a longo prazo dos custos de seguros mar\u00edtimos.<\/p>\n<p><strong>Consequ\u00eancias dos conflitos geopol\u00edticos<\/strong><br \/>\nIncidentes recentes, como os decorrentes do conflito em Gaza, demonstraram a crescente vulnerabilidade do transporte mar\u00edtimo a guerras, disputas e eventos geopol\u00edticos, com mais de 100 navios sendo alvo de militantes Houthi, no Mar Vermelho, em resposta ao conflito. A interrup\u00e7\u00e3o do transporte mar\u00edtimo na regi\u00e3o e ao redor dela tem persistido e provavelmente continuar\u00e1 no futuro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p><strong>A reemerg\u00eancia dos piratas somalis, ap\u00f3s o primeiro sequestro bem-sucedido desde 2017, \u00e9 uma preocupa\u00e7\u00e3o adicional.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cTanto a guerra na Ucr\u00e2nia quanto os ataques no Mar Vermelho revelaram a crescente amea\u00e7a ao transporte comercial imposta por novas tecnologias, como drones, que s\u00e3o relativamente baratos e f\u00e1ceis de fabricar, al\u00e9m de serem dif\u00edceis de defender sem uma grande presen\u00e7a naval\u201d, diz Khanna. \u201cOlhando para o futuro, ataques mais avan\u00e7ados tecnologicamente contra navios e portos tamb\u00e9m s\u00e3o uma possibilidade distinta. Os relatos de embarca\u00e7\u00f5es enfrentando interfer\u00eancia em GPS est\u00e3o aumentando, particularmente no Estreito de Ormuz, no Mediterr\u00e2neo e no Mar Negro\u201d, completa.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio tamb\u00e9m observa que, nos tr\u00eas anos desde que a R\u00fassia invadiu a Ucr\u00e2nia, o gradual endurecimento das san\u00e7\u00f5es internacionais \u00e0s exporta\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo e g\u00e1s russos contribuiu para o crescimento de uma consider\u00e1vel &#8216;frota sombria&#8217; de petroleiros, composta por entre 600 e 1.400 embarca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cEsses navios s\u00e3o, na maioria, mais antigos, frequentemente mal mantidos e operam fora das regulamenta\u00e7\u00f5es internacionais, muitas vezes sem seguro adequado. Essa situa\u00e7\u00e3o apresenta s\u00e9rios riscos ambientais e de seguran\u00e7a\u201d, diz Justus Heinrich, l\u00edder global de Produtos, Casco Mar\u00edtimo, da Allianz Commercial.<\/p>\n<p>At\u00e9 o momento, essas embarca\u00e7\u00f5es estiveram envolvidas em pelo menos 50 incidentes, incluindo inc\u00eandios, falhas de motor, colis\u00f5es, perda de controle de dire\u00e7\u00e3o e derramamentos de \u00f3leo.<\/p>\n<p>\u201cO custo de lidar com esses incidentes muitas vezes recai sobre os governos ou sobre os seguradores de outras embarca\u00e7\u00f5es, caso uma delas esteja envolvida em um incidente\u201d, afirma Heinrich.<\/p>\n<p><strong>Am\u00e9rica Latina: entre rotas mar\u00edtimas seguras e os desafios clim\u00e1ticos no Canal do Panam\u00e1<\/strong><br \/>\nDe acordo com o relat\u00f3rio da seguradora Allianz Commercial, desde 2014, 41 embarca\u00e7\u00f5es com mais de 100 toneladas desapareceram nas \u00e1guas do mar do Caribe e do Atl\u00e2ntico Sul, representando 5,6% do total das perdas da ind\u00fastria. De fato, apenas um dos 26 navios perdidos no ano passado foi reportado na costa leste da Am\u00e9rica do Sul, reafirmando esta regi\u00e3o como uma das rotas mar\u00edtimas mais seguras.<\/p>\n<p>No entanto, os efeitos associados a fen\u00f4menos naturais como El Ni\u00f1o t\u00eam se intensificado no Canal do Panam\u00e1, afetando significativamente suas opera\u00e7\u00f5es e, por extens\u00e3o, o tr\u00e1fego mar\u00edtimo. A falta de chuvas e os fen\u00f4menos clim\u00e1ticos contribu\u00edram para que 2023 fosse classificado como o segundo ano mais seco nos 110 anos de hist\u00f3ria do canal. O baixo n\u00edvel da \u00e1gua fez com que os tr\u00e2nsitos mar\u00edtimos em fevereiro deste ano fossem diminu\u00eddos pela metade, custando milh\u00f5es de d\u00f3lares aos transportadores em n\u00edvel global. Contudo, os recentes an\u00fancios das autoridades do Canal do Panam\u00e1, sobre o aumento de 24 para 32 do n\u00famero de janelas hor\u00e1rias di\u00e1rias dispon\u00edveis para atravessar a via naveg\u00e1vel a partir de 1\u00ba de junho, aumentou a expectativa de que o canal possa se recuperar da seca e o tr\u00e1fego de navios volte ao normal antes do previsto.<\/p>\n<p><strong>Atualmente, cerca de 5% do com\u00e9rcio mar\u00edtimo mundial e 40% do tr\u00e1fego de cont\u00eaineres dos Estados Unidos passam pelo Canal do Panam\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p>\u201cAl\u00e9m de serem fontes de vida, os mares s\u00e3o verdadeiras \u2018autoestradas oce\u00e2nicas\u2019 que transportam cerca de 80% do com\u00e9rcio internacional, desde alimentos at\u00e9 todos os tipos de mercadorias, atrav\u00e9s de uma rede complexa que alimenta a economia global e que, claro, n\u00e3o est\u00e1 isenta de riscos. Desde a ind\u00fastria seguradora, n\u00e3o s\u00f3 nos encarregamos de proteger o capital e os investimentos das empresas, mas tamb\u00e9m de garantir a continuidade e a efici\u00eancia das cadeias de suprimento, cruciais para a economia mundial\u201d, assegura David Colmenares Spence, diretor geral para a Am\u00e9rica Latina da Allianz Commercial.<\/p>\n<p><strong>Redirecionamento traz riscos e desafios ambientais<\/strong><br \/>\nOs ataques contra navios nas \u00e1guas do Oriente M\u00e9dio tamb\u00e9m impactaram severamente os tr\u00e2nsitos no Canal de Suez &#8211; reduzindo em mais de 40% no in\u00edcio de 2024 &#8211; e o com\u00e9rcio. Eles surgiram logo ap\u00f3s a interrup\u00e7\u00e3o cont\u00ednua no Canal do Panam\u00e1, causada pela seca. Isso tamb\u00e9m influencia no setor de transporte mar\u00edtimo, porque aumenta ainda mais problemas para as cadeias de abastecimento mundiais.<\/p>\n<p>Independentemente das rotas alternativas que as embarca\u00e7\u00f5es tomem, elas enfrentam desvios prolongados e custos aumentados, tamb\u00e9m impactando seus clientes. Evitar o Canal de Suez, adiciona pelo menos 3.000 milhas n\u00e1uticas (mais de 5.500 km) e dez dias de tempo de navega\u00e7\u00e3o, redirecionando via Cabo da Boa Esperan\u00e7a.<\/p>\n<p><strong>O redirecionamento tamb\u00e9m impacta o cen\u00e1rio de riscos e do meio ambiente.<\/strong> Tempestades e mares agitados podem ser mais desafiadores para embarca\u00e7\u00f5es menores, acostumadas a navegar em \u00e1guas costeiras, enquanto a infraestrutura para apoiar um incidente envolvendo as maiores embarca\u00e7\u00f5es, como um porto de ref\u00fagio adequado ou uma opera\u00e7\u00e3o de salvamento sofisticada, pode n\u00e3o estar dispon\u00edvel. Ganhos ambientais podem ser perdidos \u00e0 medida que as embarca\u00e7\u00f5es redirecionadas aumentam a velocidade para cobrir dist\u00e2ncias mais longas. Os desvios no Mar Vermelho j\u00e1 s\u00e3o citados como um dos principais fatores para o aumento de 14% nas emiss\u00f5es no setor de transporte mar\u00edtimo da Uni\u00e3o Europeia este ano.<\/p>\n<p><strong>Desafios do transporte verde<\/strong><br \/>\nO transporte mar\u00edtimo contribui com cerca de 3% das emiss\u00f5es globais causadas por atividades humanas, mas est\u00e1 comprometido com metas rigorosas para reduzi-las. Alcan\u00e7ar essas metas exigir\u00e1 uma mistura de estrat\u00e9gias, incluindo medidas para melhorar a efici\u00eancia energ\u00e9tica, a ado\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis alternativos, design inovador de navios e m\u00e9todos de propuls\u00e3o.<\/p>\n<p>A descarboniza\u00e7\u00e3o apresenta v\u00e1rios desafios para uma ind\u00fastria que equilibra novas tecnologias com formas de trabalho existentes. Por exemplo, o setor precisar\u00e1 desenvolver infraestrutura para apoiar embarca\u00e7\u00f5es que utilizam combust\u00edveis alternativos, como abastecimento e manuten\u00e7\u00e3o, ao mesmo tempo em que elimina gradualmente os combust\u00edveis f\u00f3sseis. Tamb\u00e9m existem potenciais problemas de seguran\u00e7a com operadores de terminais e tripula\u00e7\u00f5es de embarca\u00e7\u00f5es manuseando combust\u00edveis alternativos que podem ser t\u00f3xicos ou altamente explosivos.<\/p>\n<p>&#8220;O aumento da capacidade dos estaleiros tamb\u00e9m ser\u00e1 fundamental \u00e0 medida que a demanda por navios verdes acelera. Essa capacidade est\u00e1 atualmente limitada com longos tempos de espera e altos pre\u00e7os de constru\u00e7\u00e3o&#8221;, diz Heinrich.<\/p>\n<p>Mais de 3.500 navios devem ser constru\u00eddos ou reformados anualmente at\u00e9 2050, mas o n\u00famero de estaleiros mais do que dobrou entre 2007 e 2022.<\/p>\n<p>&#8220;Restri\u00e7\u00f5es de capacidade nos estaleiros podem ter um efeito cascata para reparos e manuten\u00e7\u00e3o, com embarca\u00e7\u00f5es danificadas ou com problemas de m\u00e1quinas potencialmente enfrentando longos atrasos&#8221;, completa Heinrich.<\/p>\n<p>Danos ou falhas de m\u00e1quinas s\u00e3o a causa mais frequente de incidentes mar\u00edtimos, representando 1.587 deles em todo o mundo, em 2023, o que representa mais da metade deles.<\/p>\n<p><strong>Grupo Virta<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A seguran\u00e7a mar\u00edtima \u00e9 fundamental, j\u00e1 que 90% dos produtos para com\u00e9rcio internacional s\u00e3o transportados pelos oceanos. 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