{"id":42227,"date":"2023-04-14T10:31:08","date_gmt":"2023-04-14T13:31:08","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=42227"},"modified":"2023-04-14T10:32:07","modified_gmt":"2023-04-14T13:32:07","slug":"a-credibilidade-dos-creditos-de-carbono-em-xeque","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2023\/04\/14\/a-credibilidade-dos-creditos-de-carbono-em-xeque\/","title":{"rendered":"A credibilidade dos cr\u00e9ditos de carbono em xeque"},"content":{"rendered":"<p>Desde o in\u00edcio de uma discuss\u00e3o mais contundente sobre a import\u00e2ncia de as empresas adotarem medidas rumo \u00e0 descarboniza\u00e7\u00e3o, o mercado de cr\u00e9ditos de carbono tem crescido exponencialmente. Essa medida come\u00e7ou a ganhar corpo desde a assinatura do Acordo de Paris, tratado internacional sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, adotado em 2015, que prev\u00ea a redu\u00e7\u00e3o das emiss\u00f5es de gases de efeito estufa limitando o aumento da temperatura global a n\u00edveis bem abaixo de 2 graus celsius em rela\u00e7\u00e3o aos n\u00edveis pr\u00e9-industriais. Al\u00e9m disso, foi potencializada recentemente com a pandemia da covid-19 que trouxe \u00e0 tona a import\u00e2ncia crucial de implementa\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es mais objetivas sobre o desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<p>Complementarmente \u00e0s a\u00e7\u00f5es e aos esfor\u00e7os para redu\u00e7\u00f5es de emiss\u00f5es de gases de efeito estufa, o mecanismo de cr\u00e9ditos \u00e9 considerado parte fundamental na jornada de descarboniza\u00e7\u00e3o que o mundo tanto almeja. Nesse cen\u00e1rio, o Brasil tem um papel de protagonista. Os cr\u00e9ditos de carbono do pa\u00eds s\u00e3o um dos mais visados e mais procurados globalmente, principalmente, aqueles provenientes de projetos florestais do bioma amaz\u00f4nico. Esse instrumento (cr\u00e9dito de carbono) refere-se a uma tonelada de g\u00e1s carb\u00f4nico equivalente (que engloba todos os gases estufa) removida da atmosfera ou evitada de ser lan\u00e7ada, e chegou a valer pr\u00f3ximo a R? 1,00 em 2012. Atualmente, custa em torno de 10 a 15 d\u00f3lares no mercado volunt\u00e1rio, a depender o tipo de projeto e do padr\u00e3o utilizado. A expectativa \u00e9 que esse valor possa ultrapassar os 50 d\u00f3lares at\u00e9 2030.<br \/>\nApesar de o mercado de compra de cr\u00e9dito ainda ser volunt\u00e1rio no Brasil, tem aumentado a procura das empresas por esse tipo de ativo, sendo por press\u00e3o dos investidores ou da sociedade, seja para atender os compromissos decorrentes do acordo de Paris. Esse mercado \u00e9 formado por, ao menos, quatro atores importantes, a saber: comprador (empresas que adquirem cr\u00e9ditos de forma a compensar suas emiss\u00f5es e cumprir seus compromissos p\u00fablicos firmados), negociador (aqueles que compram cr\u00e9ditos para revender no mercado), investidor (fornecem recursos para desenvolver projetos) e desenvolvedor (participam diretamente do desenvolvimento de projetos geradores de cr\u00e9ditos de carbono).<\/p>\n<p>Segundo dados da ONG Verra, esses quatro atores movimentaram no Brasil, no ano passado, 166 milh\u00f5es de toneladas de di\u00f3xido de carbono equivalente (MtCO2) que foram aposentados, onde 80% desses cr\u00e9ditos foram provenientes de projetos do tipo de emiss\u00f5es evitadas e 20% de emiss\u00f5es removidas. J\u00e1 em 2021, foram gerados 45,3 milh\u00f5es de cr\u00e9ditos de carbono, onde 99% destes foram emitidos pelo padr\u00e3o VCS (sigla em ingl\u00eas para Verified Carbon Standard), com um aumento de 200% dos cr\u00e9ditos florestais do tipo REDD+ (da sigla em ingl\u00eas, Reducing Emissions from Deforestation and Forest Degradation) que se refere a emiss\u00f5es evitadas decorrentes do controle do desmatamento e da degrada\u00e7\u00e3o de florestas.<\/p>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio em plena ascens\u00e3o mundial, a grande discuss\u00e3o do momento \u00e9 sobre a confiabilidade desses cr\u00e9ditos, tanto quanto a metodologia utilizada para medir e contabilizar o cr\u00e9dito de carbono, quanto a regularidade das propriedades que originam os mesmos (principalmente no caso dos cr\u00e9ditos de \u00e1reas florestais). A maioria das empresas utiliza o padr\u00e3o de c\u00e1lculo da organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental Verra, a mais famosa no mercado global. Dentro desse padr\u00e3o, existem diversas metodologias que podem ser usadas na contabiliza\u00e7\u00e3o dos cr\u00e9ditos de carbono a depender do tipo de projeto. Atualmente, existem algumas cr\u00edticas importantes sobre a forma de c\u00e1lculo do cen\u00e1rio de refer\u00eancia para a metodologia de desmatamento evitado (REDD+). Alguns projetos chamaram a aten\u00e7\u00e3o do mercado por alegarem estar sofrendo uma press\u00e3o por desmatamento muito maior do que se pode comprovar. Essa taxa de desmatamento distorcida acaba impactando diretamente na quantidade de cr\u00e9ditos de carbono gerados pelo projeto, comprometendo a qualidade e credibilidade do mercado como um todo. H\u00e1 um outro gargalo no mercado que diz respeito ao problema da car\u00eancia de an\u00e1lise fundi\u00e1ria mais rigorosa nas localidades geradoras de cr\u00e9ditos. Falhas nessa an\u00e1lise documental podem invalidar a transa\u00e7\u00e3o de compra e venda do ativo devido a problemas de regulariza\u00e7\u00e3o da propriedade ou at\u00e9 mesmo da titularidade da \u00e1rea.<\/p>\n<p>Esses dois aspectos de inconsist\u00eancia no processo acabam gerando um fen\u00f4meno conhecido como cr\u00e9dito podre, ou seja o comprador adquire um cr\u00e9dito de carbono que em alguns casos pode ser proveniente de alguma propriedade irregular, ou de algu\u00e9m que n\u00e3o tem o direito de explorar a \u00e1rea, ou ainda ser fruto de uma distor\u00e7\u00e3o de c\u00e1lculo perdendo completamente o valor da sua contribui\u00e7\u00e3o para a descarboniza\u00e7\u00e3o do economia.<\/p>\n<p>Vale ressaltar que o desafio n\u00e3o s\u00f3 do Brasil, mas global, \u00e9 o n\u00edvel de maturidade da metodologia utilizada. O primeiro passo j\u00e1 foi dado que foi a cria\u00e7\u00e3o de par\u00e2metros reconhecidos e estes encontram-se em constante processo de revis\u00e3o e aprimoramento. Estamos num processo agora de ajustes e amadurecimento do mercado de carbono como um todo e as empresas querem entender o que est\u00e1 acontecendo. Por isso, os interessados em cr\u00e9ditos de carbono de boa qualidade devem seguir buscando formas de garantir uma verifica\u00e7\u00e3o das informa\u00e7\u00f5es atreladas ao credito que gerem menos exposi\u00e7\u00e3o ao risco. O mercado vai ficar cada vez mais exigente.<\/p>\n<p>Em suma, a curva de maturidade do mercado ainda est\u00e1 em adapta\u00e7\u00e3o. H\u00e1 uma linha t\u00eanue entre a gera\u00e7\u00e3o de receita e a agenda de descarboniza\u00e7\u00e3o, mas \u00e9 hora de subir a r\u00e9gua para garantirmos a qualidade dos cr\u00e9ditos gerados no Brasil, garantindo o papel de protagonista na agenda global. As empresas precisam se organizar para explorar e para contribuir com o processo de transi\u00e7\u00e3o. Ao desenvolver ativamente os pr\u00f3prios projetos, muitas est\u00e3o garantindo pre\u00e7o e fornecimento para compensa\u00e7\u00f5es de carbono de alta qualidade no futuro. Espera-se que isso continue a evoluir \u00e0 medida que elas procurem redu\u00e7\u00f5es e remo\u00e7\u00f5es de carbono ao longo de toda a cadeia de valor.<\/p>\n<p><strong>Viveiros<\/strong><\/p>\n<p><strong>* Por Nelmara Arbex \u00e9 s\u00f3cia l\u00edder de consultoria em ESG e Felipe Salgado(foto) \u00e9 s\u00f3cio-diretor de descarboniza\u00e7\u00e3o, ambos da KPMG.<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Desde o in\u00edcio de uma discuss\u00e3o mais contundente sobre a import\u00e2ncia de as empresas adotarem medidas rumo \u00e0 descarboniza\u00e7\u00e3o, o mercado de cr\u00e9ditos de carbono tem crescido exponencialmente. 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