{"id":21124,"date":"2020-12-12T18:41:47","date_gmt":"2020-12-12T21:41:47","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=21124"},"modified":"2020-12-12T18:46:37","modified_gmt":"2020-12-12T21:46:37","slug":"novo-consumidor-desponta-no-horizonte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2020\/12\/12\/novo-consumidor-desponta-no-horizonte\/","title":{"rendered":"Novo consumidor desponta no horizonte"},"content":{"rendered":"<p>O advento da pandemia do novo coronav\u00edrus mudou drasticamente as rela\u00e7\u00f5es sociais no mundo. A economia global sofreu forte impacto. Empresas e organiza\u00e7\u00f5es precisaram rever seus m\u00e9todos, abrindo as portas para o novo consumidor que emerge em meio a tempos dif\u00edceis. Uma coisa, por\u00e9m, \u00e9 certa: o medo e as incertezas fazem com que as pessoas voltem suas aten\u00e7\u00f5es para o seguro. H\u00e1bitos e pr\u00e1ticas disseminados em meio \u00e0 pandemia da covid-19 e um despertar da consci\u00eancia coletiva moldam o consumo no cen\u00e1rio p\u00f3s-pandemia.<br \/>\nN\u00e3o existe um perfil definitivo, mas um novo comprador de seguros desponta no horizonte: ele pode ser um profissional liberal, casado, com filhos, idade vari\u00e1vel entre 30 e 50 anos e usu\u00e1rio dos canais digitais. \u201cEu resolvi contratar um seguro de vida porque precisava proteger minha fam\u00edlia, caso eu contra\u00edsse a covid-19 e esta me levasse a \u00f3bito\u201d, afirmou, com forte dose de realismo, o dentista carioca Marcelo Braga, 46 anos, pai de duas filhas.<br \/>\nS\u00f3 para citar um dos produtos mais procurados no mercado, o seguro de vida atende \u00e0s necessidades de quem a fam\u00edlia \u00e9 o seu maior patrim\u00f4nio e, no caso de Marcelo, tem contato direto com o seu paciente \u2013 e consequentemente h\u00e1 risco de contamina\u00e7\u00e3o. E surge a pergunta que n\u00e3o quer calar: o brasileiro despertou sobre a import\u00e2ncia de se proteger e tamb\u00e9m de definir um planejamento para o futuro?<br \/>\n\u201cEu costumo dizer que ningu\u00e9m acorda querendo comprar um seguro de vida. As compras mais conscientes s\u00e3o feitas por aquelas pessoas que viram o risco como a morte, invalidez ou uma doen\u00e7a grave, por exemplo, perto delas\u201d, ressalta o CEO da MAG Seguros, Helder Molina. Trata-se de um instrumento eficaz de repor perdas e mitigar riscos.<br \/>\nMas a pandemia imp\u00f4s um grande desafio ao mercado segurador, na vis\u00e3o do economista e palestrante Acacio Queiroz, porque a cria\u00e7\u00e3o de novos produtos precisa satisfazer novas demandas. Outro detalhe importante, lembra Acacio: o isolamento social ensinou ao consumidor \u201cque ele pode viver com muito menos do que tem hoje\u201d. Molina complementa: \u201cEntendo que o consumidor vai escolher contratar aquilo que faz sentido para ele\u201d. \u00c9 um aprendizado duro: afinal, o brasileiro n\u00e3o gosta de lidar com os assuntos de morte e invalidez.<br \/>\nO fato \u00e9 que a pandemia trouxe transforma\u00e7\u00f5es radicais na esfera do comportamento. O isolamento social proporcionou mudan\u00e7as de h\u00e1bitos. \u201cPara alguns, houve o impacto na renda, para outros, na renda e no consumo. Muitos tiveram que rever seus planos porque o risco de morte num piscar de olhos se fez mais evidente\u201d, reitera a consultora em seguros de vida e planejamento financeiro, S\u00f4nia Marra.<\/p>\n<p>Tecnologia e novo consumidor<\/p>\n<p>Se a tecnologia \u00e9 um fen\u00f4meno que integra a rotina das pessoas \u2013 o dia a dia sem a automa\u00e7\u00e3o \u00e9 algo inimagin\u00e1vel \u2013, a pandemia apenas potencializou a rela\u00e7\u00e3o entre profissionais, empresas e clientes neste ambiente. A gama de possibilidades com as plataformas e aplicativos aproximou os atores principais em tempo real. \u201cPlanos prontos e coberturas pr\u00e9-formatadas podem ser contratados com um simples clique\u201d, emenda a consultora Marra. Especialistas apostam que a crise de sa\u00fade p\u00fablica e a nova forma de comunica\u00e7\u00e3o favorecem a rela\u00e7\u00e3o pessoal entre corretor de seguros e o cliente.<br \/>\nNa vis\u00e3o de Acacio Queiroz, o consumidor de seguros da era p\u00f3s-covid, de forma geral, espera que o mercado se torne cada vez mais digital, facilitando a aquisi\u00e7\u00e3o de produtos e as transa\u00e7\u00f5es num trip\u00e9 formado pelas companhias, corretoras e segurados. \u201cAs gera\u00e7\u00f5es Y e Z j\u00e1 exigem essas facilidades digitais\u201d, refor\u00e7a Queiroz. No entanto, a ado\u00e7\u00e3o de tecnologia na elabora\u00e7\u00e3o de produtos e solu\u00e7\u00f5es j\u00e1 vem sido disseminada h\u00e1 algum tempo no mercado.<br \/>\nA consultora pondera que as seguradoras investem agora em ferramentas tecnol\u00f3gicas e m\u00e9todos de inova\u00e7\u00e3o, desenvolvendo produtos mais flex\u00edveis e coberturas customizadas. A caracter\u00edstica principal do \u201cnovo consumidor\u201d reside no fato de que ele contrata apenas o necess\u00e1rio, sem se sentir obrigado a contratar um \u201cpacote fechado\u201d, ao pagar por coberturas que n\u00e3o precisa. Este \u00e9 um comportamento que, segundo ela, tende a crescer no cen\u00e1rio de p\u00f3s-pandemia.<br \/>\nAa respostas das companhias devem seguir por um caminho que vislumbre necessidades at\u00e9 ent\u00e3o in\u00e9ditas dos clientes. De acordo com o presidente do Clube Vida em Grupo S\u00e3o Paulo (CVG-SP), Silas Kasahaya, em live promovida pela Academia Nacional de Seguros e Previd\u00eancia (ANSP), \u201cest\u00e1 surgindo uma nova cultura digital que exige das seguradoras mais velocidade no processo operacional, desde a emiss\u00e3o de ap\u00f3lices at\u00e9 a regula\u00e7\u00e3o de sinistros\u201d.<\/p>\n<p>\u201cGuarda-chuva\u201d para o futuro<\/p>\n<p>Professor em Direito do Consumidor, Ricardo Morishita, aponta o \u201ccar\u00e1ter pedag\u00f3gico\u201d das trag\u00e9dias globais, que resultam em aprendizados para a sociedade. Numa pandemia, a imin\u00eancia da morte desperta a consci\u00eancia do cidad\u00e3o ante a um per\u00edodo de grande tormenta. Ent\u00e3o ele come\u00e7a a se preparar, ao cuidar de si e sua fam\u00edlia. A letalidade do novo coronav\u00edrus atingiu o que tem de mais sagrado \u2013 o sentido da prote\u00e7\u00e3o.<br \/>\n\u201cEntre tantas possibilidades de prepara\u00e7\u00e3o, a proporcionada pelo instituto do seguro nos permite projetar para o futuro certo (\u2018todos morreremos\u2019) uma a\u00e7\u00e3o previs\u00edvel, ou seja, deixar um guarda-chuva para os entes queridos atravessarem este per\u00edodo de perdas com alguma seguran\u00e7a ou conforto patrimonial\u201d, comenta Morishita. Em sua an\u00e1lise, a ind\u00fastria do seguro possui duas dimens\u00f5es estrat\u00e9gicas. Enquanto a primeira diz respeito ao regime de prote\u00e7\u00e3o patrimonial, nos casos de sinistros, a segunda \u00e9 a adequada gest\u00e3o do risco na vida cotidiana das pessoas.<br \/>\nHelder Molina corrobora as palavras do professor: \u201cEstamos em um momento em que palavras e express\u00f5es como \u2018prote\u00e7\u00e3o\u2019, \u2018cuidado\u2019 e \u2018estar seguro\u2019 nunca estiveram t\u00e3o em alta. As pessoas est\u00e3o mais abertas e conscientes sobre o fato de olhar para o futuro\u201d. O novo consumidor finalmente enxerga o seguro como instrumento de prote\u00e7\u00e3o a in\u00fameros riscos. Seja qual for a classe social, a consultora S\u00f4nia Marra entende que o amparo chega \u201ca quem est\u00e1 come\u00e7ando e ainda n\u00e3o construiu nada, quem ainda tem pouco, quem est\u00e1 construindo patrim\u00f4nio e quem j\u00e1 tem patrim\u00f4nio constitu\u00eddo\u201d. Para ela, o setor descortina um mar de oportunidades, sobretudo o segmento de pessoas.<br \/>\nDe uma forma geral, as rela\u00e7\u00f5es de consumo podem ser processos cont\u00ednuos de aperfei\u00e7oamento, mesmo em situa\u00e7\u00f5es cr\u00edticas. Morishita lembra que, antes de ser uma rela\u00e7\u00e3o contratual de compra e venda ou de presta\u00e7\u00e3o de servi\u00e7os, este relacionamento representa um pacto entre duas pessoas. \u201c\u00c9 correta a afirma\u00e7\u00e3o de que em momentos de crise as qualidade e vulnerabilidades das rela\u00e7\u00f5es s\u00e3o acentuadas e potencializadas. As rela\u00e7\u00f5es de consumo s\u00e3o rela\u00e7\u00f5es humanas, com arranjos jur\u00eddicos para permitir que ambas as partes possam cooperar e avan\u00e7ar nas suas vontades e necessidades\u201d, argumenta.<\/p>\n<p>O corretor zela pelo bem mais precioso: a vida<\/p>\n<p>A procura por seguros de vida continuar\u00e1 ganhando espa\u00e7o e destaque no cen\u00e1rio p\u00f3s-pandemia. \u00c9 fato que as algumas seguradoras indenizaram (e indenizam) casos relacionados \u00e0 covid-19, ao respeitar todos os processos de regula\u00e7\u00e3o do sinistro. \u00c9 um mercado pujante, que sinaliza fant\u00e1sticas oportunidades ao corretor num futuro pr\u00f3ximo. Acacio prev\u00ea: \u201cAs \u00e1reas de seguro de pessoas e de sa\u00fade sair\u00e3o da pandemia com uma demanda maior, pois o consumidor ter\u00e1 mais conscientiza\u00e7\u00e3o da necessidade de um seguro de vida, bem como de um seguro sa\u00fade\u201d.<br \/>\nO professor Morishita vai al\u00e9m: \u201cO seguro de vida \u00e9, ao mesmo tempo, um ato de responsabilidade, mas tamb\u00e9m representa um ato de cuidado e carinho com todos aqueles que dependem de n\u00f3s. Representa um \u2018legado\u2019 na forma de pensar e agir em favor daqueles que amamos\u201d. Da exig\u00eancia da prote\u00e7\u00e3o, emerge o relacionamento, agora mais humanizado, com a figura do corretor.<br \/>\n\u00c9 preciso levar o cliente \u00e0 reflex\u00e3o da import\u00e2ncia em cuidar do pr\u00f3prio futuro e de quem ele ama, da mesma forma como quem busca segurar um carro ou uma casa. A diferen\u00e7a neste processo \u00e9 que a preserva\u00e7\u00e3o da vida n\u00e3o tem pre\u00e7o. E essa tarefa de conscientiza\u00e7\u00e3o cabe justamente ao corretor que opera nesse segmento. O momento n\u00e3o seria mais oportuno para aumentar sua carteira de clientes.<br \/>\nO dentista Marcelo Braga \u00e9 grato pela orienta\u00e7\u00e3o que recebeu, ao contratar uma modalidade de prote\u00e7\u00e3o. \u201cEu j\u00e1 conhecia o seguro de vida, por\u00e9m n\u00e3o sabia que poderia incluir a covid-19. A busca de um profissional especializado no assunto foi de suma import\u00e2ncia porque ele tirou as minhas d\u00favidas e esclareceu todos os pontos antes de assinar o contrato\u201d, revelou Braga.<br \/>\nO profissional que atendeu Braga exerce o papel de consultor de todo o processo de venda e p\u00f3s-venda, tornando-se indispens\u00e1vel no cotidiano do cidad\u00e3o e sua fam\u00edlia. Como o m\u00e9dico que acorda de madrugada para atender o paciente, o profissional precisa estar vigilante quando o segurado entrar em \u201cp\u00e2nico\u201d ante a um sinistro. O brasileiro, em meio ao vendaval da covid-19, percebeu que n\u00e3o pode prescindir do seguro em sua vida.<br \/>\nAo contr\u00e1rio de tempos atr\u00e1s, h\u00e1 uma gama de consumidores \u00e1vidos por prote\u00e7\u00e3o. Entra em cena o seu \u201cconselheiro\u201d, o bra\u00e7o direito na hora de escolher o seguro mais adequado para determinada ocasi\u00e3o. O fator pre\u00e7o j\u00e1 n\u00e3o importa mais. O cliente adquire a nova mentalidade que pontua o consumo do mundo globalizado. Sonia n\u00e3o tem d\u00favidas: o corretor det\u00e9m capacidade t\u00e9cnica e amplo conhecimento para garantir e prover solu\u00e7\u00f5es completas e personalizadas aos \u201cnovos\u201d clientes. O cen\u00e1rio \u00e9 at\u00edpico, portanto \u2013 a pandemia desafia a economia a se reinventar, sobretudo nas rela\u00e7\u00f5es de consumo.<br \/>\nJ\u00e1 na \u00f3tica de Morishita, \u201ca qualidade das rela\u00e7\u00f5es humanas deixar\u00e1 seus registros nas mem\u00f3rias de nossa sociedade e, portanto, nos consumidores\u201d. Haver\u00e1 (como \u00e9 fato concreto), segundo o especialista, grandes exemplos de solidariedade, responsabilidade e compet\u00eancia. \u201cA principal li\u00e7\u00e3o desta pandemia \u00e9 que devemos nos preocupar mais uns com os outros \u2013 a vida \u00e9 o bem mais precioso, o resto se tornou secund\u00e1rio\u201d, ressalta S\u00f4nia Marra. Corretor, seguradora e cliente, todos devem ser part\u00edcipes da cria\u00e7\u00e3o de uma nova consci\u00eancia para a regenera\u00e7\u00e3o do planeta a partir das rela\u00e7\u00f5es humanas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O advento da pandemia do novo coronav\u00edrus mudou drasticamente as rela\u00e7\u00f5es sociais no mundo. A economia global sofreu forte impacto. Empresas e organiza\u00e7\u00f5es precisaram rever seus m\u00e9todos, abrindo as portas para o novo consumidor que emerge em meio a tempos dif\u00edceis. 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