{"id":11416,"date":"2019-09-19T21:17:25","date_gmt":"2019-09-20T00:17:25","guid":{"rendered":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/?p=11416"},"modified":"2019-09-19T21:17:25","modified_gmt":"2019-09-20T00:17:25","slug":"ataques-invisiveis-a-qualquer-hora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/insurancecorp.com.br\/pt\/2019\/09\/19\/ataques-invisiveis-a-qualquer-hora\/","title":{"rendered":"Ataques invis\u00edveis a qualquer hora"},"content":{"rendered":"<h2 class=\"p1\"><em><span class=\"s1\">Criminosos cibern\u00e9ticos amea\u00e7am a reputa\u00e7\u00e3o das empresas e podem vencer a guerra contra a seguran\u00e7a<\/span><\/em><\/h2>\n<h4 class=\"p1\"><i>Por Carlos Alberto Pacheco<\/i><\/h4>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">A<\/span><span class=\"s2\">s amea\u00e7as virtuais que navegam nas redes de todo o planeta n\u00e3o encontram obst\u00e1culos e ne, poupam a integridade de empresas, pessoas e quem quer que seja. Um terr\u00edvel exemplo vem da \u00c1frica do Sul. No final de julho, um v\u00edrus deixou a cidade de Joanesburgo \u00e0s escuras. O v\u00edrus atingiu implacavelmente a empresa respons\u00e1vel pelo abastecimento de eletricidade, a City Power, criptografando todo o seu banco de dados e rede. Os clientes ficaram impedidos de acessar o site do \u00f3rg\u00e3o, verificar pagamentos e d\u00e9bitos ou fazer upload de faturas at\u00e9 que todos os aplicativos afetados tenham sido recriados. <\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\">O v\u00edrus \u00e9 do tipo ransomware, que impede os usu\u00e1rios de acessar o sistema e exige o pagamento de resgate para recuperar o acesso. \u00c9 tamb\u00e9m conhecido como malware.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">O mundo corporativo \u00e9 um cen\u00e1rio ideal para esse tipo de a\u00e7\u00e3o delet\u00e9ria, com a grande exposi\u00e7\u00e3o de empresas de todos os matizes \u2013 seguradoras, corretoras, financeiras e resseguradoras inclusive. <\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">O Brasil \u00e9 um alvo natural e demonstra estar em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade. Nos \u00faltimos anos cresceu de forma substancial o ataque de crimosos cibern\u00e9ticos por uma raz\u00e3o muito simples:<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>pa\u00eds \u00e9 um celeiro de mercados emergentes com perspectivas de crescimento e as empresas nacionais est\u00e3o em risco permanente. <\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">O estudo Cyber View produzido pela Marsh\/JLT sobre seguran\u00e7a digital no Brasil traz dados alarmantes. Segundo o levantamento, 46,3% das empresas entrevistadas consideram importante, mas n\u00e3o priorit\u00e1ria a seguran\u00e7a contra ataques cibern\u00e9ticos e 44,2% n\u00e3o possuem sequer planos de conting\u00eancia ou or\u00e7amento para combater cat\u00e1strofes virtuais.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">Ainda segundo a pesquisa, 55,4% das empresas afirmam ter 100% de depend\u00eancia do uso de tecnologia em diversas etapas de suas atividades e 35% podem ter paralisa\u00e7\u00f5es severas diante de uma crise tecnol\u00f3gica. Segundo dado preocupante: 62,7% das organiza\u00e7\u00f5es entrevistadas n\u00e3o adotam medidas de preven\u00e7\u00e3o de danos ao contratar fornecedores que conversem com os seus sistemas e 81% n\u00e3o possuem seguro para riscos cibern\u00e9ticos.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">A especialista em riscos cibern\u00e9ticos da Marsh\/JLT, Marta Schuh, aponta uma contradi\u00e7\u00e3o: se, por um lado, as empresas investem muito em inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, automa\u00e7\u00e3o operacional e informatiza\u00e7\u00e3o de distribui\u00e7\u00e3o e log\u00edstica, por outro, est\u00e3o pouco atentas aos riscos incorporados destes investimentos. \u201cUma interrup\u00e7\u00e3o ou paralisa\u00e7\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o, no processo de distribui\u00e7\u00e3o ou mesmo um vazamento de dados de clientes, pode causar preju\u00edzos significativos\u201d, adverte Marta<\/span><span class=\"s1\">.<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p5\"><b>Prote\u00e7\u00e3o de dados<\/b><\/h3>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">H\u00e1 tempos que a seguran\u00e7a cibern\u00e9tica no pa\u00eds precisava de uma<span class=\"Apple-converted-space\">\u00a0 <\/span>legisla\u00e7\u00e3o contra um poderoso inimigo. Ent\u00e3o surgiu a Lei 13.709 ou Lei Geral de Prote\u00e7\u00e3o de Dados (LGPD), que completou um ano desde a sua san\u00e7\u00e3o pelo Pal\u00e1cio do Planalto, embora entre em vigor somente em agosto de 2020. V\u00e1rias empresas se anteciparam e j\u00e1 est\u00e3o tomando providencias para se adequarem \u00e0s exig\u00eancias da lei, tornando seus mecanismos de prote\u00e7\u00e3o mais eficazes e m\u00e9todos diferenciados de coleta e tratamento de dados.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\">Contudo, a LGPD exige um processo com alto n\u00edvel de complexidade e adequa\u00e7\u00e3o. Pouco mais de 30% das institui\u00e7\u00f5es financeiras afirmam j\u00e1 estar em condi\u00e7\u00f5es de atender aos dispositivos da lei. \u201cVale lembrar que, em 2018, o Banco Central publicou a Resolu\u00e7\u00e3o 4.658 estabelecendo novos crit\u00e9rios de pol\u00edticas de seguran\u00e7a cibern\u00e9tica aplic\u00e1veis a institui\u00e7\u00f5es que incluem bancos, financeiras, corretoras e seguradoras\u201d, lembra a gerente de <i>Financial Lines, Cyber &amp; Liability<\/i> da Generali Global Corporate &amp; Commercial, Mariana Ortiz.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">Um dos principais m\u00e9ritos da LGPD \u00e9 o de estabelecer que a transmiss\u00e3o da coleta de dados s\u00f3 pode ser efetuada apenas mediante autoriza\u00e7\u00e3o do titular. H\u00e1 dois pilares importantes neste processo \u2013 oferecer seguran\u00e7a no tr\u00e1fego das informa\u00e7\u00f5es e transpar\u00eancia no uso de dados pessoais. N\u00fameros mais recentes, segundo levantamento da empresa PGMais, apontam um cen\u00e1rio assustador: s\u00f3 em 2018, ano marcado por esc\u00e2ndalos financeiros e vazamento de dados, a maioria das viola\u00e7\u00f5es foi ocasionada por ataques criminais ou maliciosos (48%), e custaram, em m\u00e9dia, US$ 3,9 milh\u00f5es. No Brasil, o preju\u00edzo girou em torno de US$ 1,77 milh\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">Marta Schuh, da JLT\/Marsh, enfatiza a necessidade de se contar com a\u00e7\u00f5es preventivas e planejamento para minimizar danos. \u201c\u00c9 poss\u00edvel recorrer a a\u00e7\u00f5es e mecanismos que ajudem a mitigar impactos caso um incidente cibern\u00e9tico venha a acontecer, sejam impactos financeiros ou de reputa\u00e7\u00e3o. O problema \u00e9 que a grande maioria das companhias brasileiras ainda desconhece tais recursos\u201d, lamenta.<\/span><\/p>\n<h3 class=\"p5\"><b>Desafios<\/b><\/h3>\n<p class=\"p3\">De forma geral, especialistas em seguran\u00e7a s\u00e3o un\u00e2nimes em considerar que o tema apresenta desafios fundamentais, como a regulamenta\u00e7\u00e3o da coleta, armazenamento, utiliza\u00e7\u00e3o, tratamento e fluxo de dados. No \u00e2mbito do mercado segurador, investimento em tecnologia \u00e9 primordial em sintonia com as medidas contempladas na LGPD. Como as ap\u00f3lices devem prever danos provenientes de ataques cibern\u00e9ticos, faz-se necess\u00e1rio tra\u00e7ar raios-X dos riscos de cada carteira para aplica\u00e7\u00e3o posterior do \u201cant\u00eddoto\u201d correto.<\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\">O <i>head<\/i> de Financial Lines da AIG Brasil, Fl\u00e1vio S\u00e1, durante o workshop \u201cRiscos Cibern\u00e9ticos \u2013 A Lei Geral de Prote\u00e7\u00e3o de Dados e os Impactos nos Diversos Produtos\u201d, promovido pela Federa\u00e7\u00e3o Nacional dos Seguros Gerais (FenSeg), afirmou que o avan\u00e7o da tecnologia e dos canais digitais s\u00e3o um desafio, mas tamb\u00e9m oportunidade para o mercado. \u201cO Brasil \u00e9 o quinto pa\u00eds do mundo em ataques cibern\u00e9ticos. Proteger esses dados e saber como proceder para criar ap\u00f3lices \u00e9 ponto chave\u201d, considerou.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\">A avalia\u00e7\u00e3o de Fl\u00e1vio S\u00e1 ratifica um dado divulgado pela Confedera\u00e7\u00e3o Nacional das Seguradoras (CNseg) quanto \u00e0 vulnerabilidade do Brasil em 2017. Naquele ano, o pa\u00eds teria ficado atr\u00e1s apenas da China no campo minado das perdas financeiras provocadas por ataques cibern\u00e9ticos, \u201ccom 61% da popula\u00e7\u00e3o adulta conectada j\u00e1 tendo sido v\u00edtima de cibercrime, totalizando R$ 80 bilh\u00f5es de preju\u00edzos\u201d.<\/p>\n<h3 class=\"p5\"><b>Defesa do consumidor<\/b><\/h3>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\">A advogada e p\u00f3s-doutorado em Direito Constitucional, ex-presidente da Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Direito de Seguros (Aida), Ang\u00e9lica Carlini, comentou sobre a aplica\u00e7\u00e3o da LGPD em artigo publicado na <i>Revista Opini\u00e3o.Seg<\/i>. Ela lembra que, desde maio passado, a Uni\u00e3o Europeia j\u00e1 havia adotado o Regulamento Geral de Prote\u00e7\u00e3o de Dados aplic\u00e1vel a todos os pa\u00edses daquele bloco e aos operadores econ\u00f4micos. \u201cIsso havia obrigado muitas empresas brasileiras a se adaptarem ao novo regramento europeu, em raz\u00e3o das rela\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas e societ\u00e1rias mantidas com empresas europeias ou, por sua atua\u00e7\u00e3o naquele espa\u00e7o\u201d, afirmou.<\/span><\/p>\n<p class=\"p3\">Ang\u00e9lica lembra tamb\u00e9m que a defesa do consumidor \u00e9 um dos fundamentos da prote\u00e7\u00e3o de dados pessoais adotada pela lei e n\u00e3o v\u00ea obst\u00e1culos de natureza t\u00e9cnico-jur\u00eddica para que as duas atuem complementando uma a outra. Segundo a especialista, contudo, causa preocupa\u00e7\u00e3o quanto \u00e0 aplica\u00e7\u00e3o do C\u00f3digo de Defesa do Consumidor com a nova lei de prote\u00e7\u00e3o de dados, \u00e9 a designa\u00e7\u00e3o da autoridade competente na tarefa de fiscalizar e punir eventuais transgress\u00f5es.<\/p>\n<p class=\"p3\">A advogada questiona a compet\u00eancia da Autoridade Nacional de Prote\u00e7\u00e3o de Dados ou os membros do Sistema Nacional de Direitos do Consumidor na mat\u00e9ria. \u201cEssa \u00e9 uma quest\u00e3o da maior import\u00e2ncia porque em um estado de forte tradi\u00e7\u00e3o autorit\u00e1ria como o Brasil, a falta de indica\u00e7\u00e3o clara da autoridade competente para fiscalizar e punir permite a duplicidade de pr\u00e1ticas, com ineg\u00e1vel preju\u00edzo aos setores econ\u00f4micos e a consequente judicializa\u00e7\u00e3o das decis\u00f5es adotadas em car\u00e1ter administrativo\u201d, argumenta.<\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s2\">Na vis\u00e3o de Ang\u00e9lica, a cria\u00e7\u00e3o de uma autoridade de prote\u00e7\u00e3o de dados definida como \u00f3rg\u00e3o da administra\u00e7\u00e3o federal (<i>Medida Provis\u00f3ria 869, de 27 de dezembro de 2018<\/i>) significa que esta \u201cter\u00e1 supremacia sobre \u00f3rg\u00e3o de defesa e prote\u00e7\u00e3o do consumidor para fiscalizar e, eventualmente, punir empresas que n\u00e3o se adequem \u00e0s determina\u00e7\u00f5es da LGPD\u201d. <\/span><\/p>\n<p class=\"p3\"><span class=\"s1\">Seguran\u00e7a cibern\u00e9tica deve ser prioridade nas estrat\u00e9gias organizacionais de empresas de todos os portes no Brasil sob pena de se perder essa guerra tecnol\u00f3gica antes da LGPD entrar em vigor. Apesar das institui\u00e7\u00f5es financeiras se prevenirem, as seguradoras e prestadoras de servi\u00e7o devem seguir o mesmo caminho. \u00c9 fundamental as companhias estarem preparadas para graves situa\u00e7\u00f5es de viola\u00e7\u00e3o de dados um plano de crise previamente definido. A precau\u00e7\u00e3o \u00e9 o melhor rem\u00e9dio ante a trag\u00e9dia anunciada.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Criminosos cibern\u00e9ticos amea\u00e7am a reputa\u00e7\u00e3o das empresas e podem vencer a guerra contra a seguran\u00e7a Por Carlos Alberto Pacheco As amea\u00e7as virtuais que navegam nas redes de todo o planeta n\u00e3o encontram obst\u00e1culos e ne, poupam a integridade de empresas, pessoas e quem quer que seja. Um terr\u00edvel exemplo vem da \u00c1frica do Sul. 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