Fintech transforma o processo de pagamentos das empresas com tecnologia de ponta e inovação

A V360 é uma fintech de otimização de pagamentos a fornecedores que atende várias das maiores empresas do Brasil. A solução automatiza todo o processo de captura, validação e lançamento dos pagamentos, minimizando perdas financeiras com multas e juros por atraso de pagamento, retenção incorreta de impostos, pagamentos de notas fiscais canceladas, fraudes e baixa produtividade do time. Além disso, o processo de validação extensiva da nota garante o compliance fiscal do processo.

A solução da V360 é SaaS, se integra a qualquer ERP e automatiza o processo de pagamento a fornecedores de ponta a ponta, precisando para isso consultar diversas fontes além do ERP: SEFAZ estaduais, prefeituras, concessionárias de utilities, Receita Federal, Sintegra, Simples Nacional etc. Para isso, faz uso das mais modernas técnicas de hyperautomation, combinando tecnologias como Inteligência Artificial, RPA, Workflow, BI etc. Dessa forma, consegue tratar qualquer tipo de pagamento a fornecedores: notas fiscais de materiais (NFe), frete (CTe), serviço (NFSe), faturas de concessionárias (energia, telecom, água, gás, aluguéis), boletos, notas de débito etc.

Uma das poucas soluções SaaS no Brasil a conseguir as principais certificações globais de segurança da informação e privacidade de dados, a V360 se especializou no atendimento a grandes empresas, nos mais variados setores – de bancos a energia, passando por saúde, indústria, educação, varejo etc. Um dos segredos é o produto, flexível o suficiente para se adaptar aos diferentes processos de pagamento das grandes empresas. A empresa é comandada por Carlos Vetter e Izaías Miguel (Co-CEOs) e Victor Campos (CTO), egressos da Visagio (multinacional de consultoria de gestão e tecnologia fundada em 2003 no parque tecnológico da UFRJ e acostumada a atender grandes empresas no Brasil e no exterior). Assim, a V360 entrega não apenas o SaaS, mas uma solução completa de otimização do processo de seus clientes, incluindo boas práticas das principais empresas do Brasil a partir de mais de 20 anos de atuação em processos de contas a pagar e fiscal.

“A implementação da V360 não é apenas uma mudança no processamento de notas fiscais, ela representa uma transformação estratégica na gestão financeira e fiscal. Ao automatizar o ciclo completo de pagamentos, desde a captura até a escrituração, a empresa minimiza os riscos de erros e atrasos, tornando o processo mais eficiente. Além disso, passa a ter a gestão na mão, antecipando problemas e identificando os principais gargalos para atuar. Com isso, reduzimos em quase 100% o pagamento de multas e juros e trazemos ganhos de produtividade do time de até 9x”, conta o sócio fundador, Carlos Vetter.

Além de toda a otimização do processo interno dos clientes, a solução entrega um portal para seus fornecedores, em que eles podem colaborar no processo para agilizar o tratamento de divergências nas notas emitidas, acompanhar o status de seus pagamentos e antecipar os recebíveis em aberto – com caixa próprio do sacado ou através de uma rede de bancos e fundos de crédito. Assim, a empresa consegue não só centralizar toda a sua comunicação com o fornecedor, gerando mais agilidade e produtividade, mas também oferecer um leque de soluções financeiras para otimizar robustecer sua cadeia de fornecedores, gerar receita financeira e aumentar o prazo médio de pagamentos.

Em parceria com a CERC – a maior registradora de duplicatas do Brasil, com mais de 80% de market share – a V360 também está desenvolvendo uma solução para automatizar o tratamento e gestão de duplicatas escriturais, de forma a minimizar o impacto em seus clientes para a adequação à nova regulação. “A lei de duplicatas escriturais, apesar de ser de 2018, só realmente começou a ser implementada a partir da resolução 339 do BACEN, de agosto de 2023. Assim, as empresas ainda estão começando a entender o impacto significativo que terão em seu processo de pagamentos, na manifestação e liquidação das duplicatas. A regulação cria uma série de benefícios para o ecossistema financeiro do Brasil, destravando 13 trilhões em ativos, e o Banco Central está colocando bastante força no tema. Todas as empresas terão que se adequar, e queremos construir a infraestrutura para possibilitar essa transformação”, diz o sócio Izaías Miguel.

A V360 já recebeu o prêmio Confeb de melhor solução tributária e foi selecionada para o programa scale up da Endeavor, por onde já passaram empresas como Creditas, Pismo, Ebanx e Unico.

V360 em números

A V360 processou, em 2023, mais de R? 200 bilhões, com mais de 150.000 empresas em seu ecossistema. Com menos de 5 anos de existência, já conta com 160 colaboradores e fez duas rodadas de fundraising, a última de R? 20 milhões, em pleno “inverno das startups”. Entre seus investidores, tem nomes de peso como Eduardo Gouveia (ex-CEO da Cielo) e Carlos Medeiros (ex-sócio do Softbank), que estão também no conselho da empresa.

Apesar de estar próxima de voltar ao break even, a empresa irá buscar em 2024 uma nova rodada de captação. “Dobramos nossa receita em 2023, mas ainda temos diversos ventos a favor, como por exemplo a reforma tributária e a regulação de duplicatas escriturais. Queremos aproveitar esse bom momento para expandir nosso ecossistema de soluções financeiras”, diz Izaias Miguel.

Sheep Comunicação

Parceria entre APSA e 180 Seguros traz soluções de Seguro Imobiliário

A 180 Seguros, seguradora tech líder em parcerias B2B2C, acaba de anunciar uma parceria com a APSA, uma das maiores empresas em gestão condominial e negócios imobiliários do Brasil, com cerca de 9 mil imóveis administrados em seu portfólio. Essa colaboração marca o lançamento do seguro imobiliário para os clientes da APSA, oferecendo a flexibilidade de montar produtos personalizados, diversos pacotes de serviços e assistências para proteção.

Segundo dados do setor, o mercado de seguros em locações comerciais e residenciais representa aproximadamente 4,5 bilhões de reais, um segmento no qual ambas as empresas veem um grande potencial de crescimento.

A parceria da 180 Seguros com a APSA nasce de uma necessidade específica e impulsiona a atuação da 180 no setor imobiliário e condominial. “Precisávamos de uma solução que atendesse não apenas as necessidades do nosso cliente final, mas principalmente que pudesse trazer ainda mais qualidade de atendimento e prestação do serviço”, explica Edgar Poschetzky, diretor executivo da APSA.

Este é apenas o começo de uma colaboração estratégica que promete oferecer soluções inovadoras e sob medida para o mercado imobiliário. “Esse será um ano de muitas novidades. Estamos investindo em tecnologias próprias para oferecer a melhor experiência para os parceiros e clientes. Assim como fechamos recentemente com a Unifique e CredPago, queremos conquistar cada vez mais parceiros, como a APSA, oferecendo produtos sob medida para as necessidades deles”, explica o cofundador e CEO da 180 Seguros, Mauro Levi D’Ancona.

Junto à cobertura obrigatória de incêndio, explosão, queda de aeronave, raio, fumaça, perda ou pagamento de aluguel e cobertura provisória de telhados, os clientes contam também com um pacote de serviços assistenciais como chaveiro, encanador, eletricista e vidraceiro. Para os clientes do residencial, o programa de assistência oferece ainda indicação de mão de obra e desentupimento de tubulação de esgoto, caixa de gordura e caixa de inspeção. Já os diferenciais para quem contrata o seguro empresarial são: vigilância em caso de sinistro e limpeza da empresa decorrente de incêndio, alagamento, impacto de veículos, desmoronamento e vendaval.

Para a APSA, a expectativa é de um aumento significativo no número de emissões, especialmente com os planos de oferta de novos produtos de seguro. “Além de ter a 180 como provedora dos nossos seguros, poder contar com toda a expertise digital deles vai nos ajudar bastante a agilizar processos e trazer uma visibilidade maior da operação de seguros na totalidade para a gestão”, conta Edgar.

A parceria entre a APSA e a 180 Seguros representa um marco importante no setor imobiliário e reforça o compromisso de ambas as empresas em fornecer um diferencial competitivo com uma jornada simples e eficaz.

Pina

Estudo traz recomendações para a regulação de seguradoras

Levar em conta as preferências e necessidades dos consumidores para desenvolver seguros, aplicar critérios ASG na contratação e remuneração de gestoras de ativos e ser mais transparentes na divulgação de investimentos das seguradoras e entidades de previdência são apenas três das diversas recomendações do estudo “Recomendações para fortalecimento da consideração de questões climáticas e socioambientais nas regulações de seguros e previdência brasileiras”, desenvolvido pela Associação Soluções Inclusivas Sustentáveis (SIS).

Seguradoras e entidades de previdência complementar (abertas e fechadas) têm um grande poder de alavancar a agenda socioambiental no Brasil, dado o alto volume de ativos sob sua gestão, que chega perto de R$ 3 trilhões, o que faz delas as principais investidoras institucionais. Além disso, o setor de seguros também desempenha papel fundamental na economia, ao calcular e mitigar riscos aos quais empresas, ativos patrimoniais e pessoas estão expostos.

As recomendações do estudo são destinadas à Superintendência de Seguros Privados (SUSEP), que é o ente regulador/supervisor de seguradoras, resseguradoras, sociedades de capitalização e entidades abertas de previdência complementar, e à Superintendência Nacional de Previdência Complementar (PREVIC), que é o regulador/supervisor de entidades fechadas de previdência complementar, também chamados de fundos de pensão. “Escutar o consumidor e levar em consideração suas demandas e necessidades, em um mundo em que as pessoas são cada vez mais impactadas pelos efeitos da crise climática é apenas um dos pontos que as seguradoras e entidades de previdência precisam considerar”, explica Luciane Moessa, autora do estudo e Diretora Executiva e Técnica da SIS.

De acordo com os resultados do Ranking da Atuação Socioambiental de instituições financeiras (RASA), iniciativa da SIS que avalia Políticas e Ações ASG de instituições financeiras que, no segundo semestre de 2023, avaliou seguradoras e entidades de previdência abertas e fechadas, mesmo após SUSEP e PREVIC já terem expedido normas abordando (ao menos de forma genérica), a gestão de riscos de natureza ambiental, social e de governança em relação às atividades de investimento nas entidades que supervisionam, o estágio do mercado brasileiro de previdência nessa matéria é bastante incipiente. A SUSEP também fez o mesmo para a atividade de subscrição de riscos das seguradoras e, do mesmo modo, o tema ainda não está realmente integrado à atividade.

Os resultados foram divulgados em webinar que contou com a participação de Danielle Carreira, Diretora de Engajamento com o setor financeiro do World Economic Forum, Natalie Unterstell, Presidente do Instituto Talanoa, e Vinícius Brandi, Subsecretário de Reformas Microeconômicas do Ministério da Fazenda.

Segundo Danielle, é muito importante que o setor financeiro e o corporativo tracem juntos soluções para combater a crise climática e a crise da natureza. “Esses assuntos estão interligados. Embora o Brasil esteja envolvido nessa agenda há muito tempo, temos visto avanços e retrocessos. É importante que haja no país uma discussão que envolva esses atores e a sociedade civil”, afirmou.

Ela destacou ainda a necessidade de tomar decisões focadas em dados, mas não apenas dados ASG do passado. “Dados devem contar a história de como está sendo a transição. Como grandes gestores e grandes fundos podem identificar as empresas que estão à frente nessa transição? Quais são as melhores e como vão direcionar o fluxo do capital? O que
precisa ser feito?”, indaga.

Danielle, que coordena uma iniciativa global de investidores focados em riscos de desmatamento nas suas carteiras de investimentos, também ressaltou a importância de se considerar as emissões GEE da cadeia de valor (o chamado “escopo 3”), o que infelizmente ficou de fora da norma do regulador do mercado de capitais dos EUA editada na semana passada.

Já Vinícius Brandi, que atua na área de regulação financeira no Ministério da Fazenda, explicou que hoje existe consciência solidificada de que o risco climático é um risco financeiro e é um risco que deve ser deve ser tratado no âmbito do mercado financeiro. “Ele afeta o balanço das instituições e das entidades financeiras como um todo, seja nas operações ativas, no crédito, quanto na parte das operações operações passivas, em particular o mercado de seguros”.

Brandi ainda afirmou que o mercado de seguros e previdência tem papel especial por ser o setor que oferece cobertura para risco climático. A relação do risco climático está diretamente relacionada à atividade das seguradoras. “No Brasil temos mais de 3 trilhões em investimentos desse setor e grande parte está em títulos de renda fixa do Tesouro Nacional. Precisamos trazer esse investimento para o setor produtivo e privado.

O papel do Sistema Financeiro Nacional, de alocar recursos na economia, é direcioná-los para as atividades mais produtivas e eficientes para a sociedade e para o que gera mais renda e assegura ampla justiça social e preserva os aspectos de sustentabilidade.” Ele destacou que o Ministério está focado em sustentabilidade nos investimentos e em inovação em produtos financeiros (como já ocorre com o seguro paramétrico e as letras de riscos de seguros).

Tanto ele quanto Danielle ressaltaram a necessidade de harmonização entre os diferentes segmentos do setor financeiro, o que ainda não ocorre no Brasil, em que o setor bancário está bem mais avançado que os de seguros e previdência complementar.

Natalie Unterstell, do Instituto Talanoa, também elogiou o estudo, mas destacou que no Brasil há por um lado reguladores que trabalham com essa abordagem há um tempo, mas há também uma agenda carregada de formulação de um Plano Clima, nacional, que vai abranger 15 setores e segmentos na porção de adaptação e 8 na porção mitigação e essa agenda não está alinhada, por exemplo, com o PAC. Para ela, o novo PAC é um planejamento que não investe em adaptação e não considera risco climático. “Estamos tratando de R$ 1,7 trilhão para esse programa que parece acontecer em outro planeta, mas o planeta é o mesmo. Portanto, temos aqui uma oportunidade interessante de ver como essa interface pode se dar. Não é uma conversa fácil, mas precisa ser tentada”.

Unterstell destacou que o país vai desenvolver até junho estratégias gerais e, depois, estratégias mais específicas, por setores econômicos, que vão fornecer dados sobre trajetória de emissões e cenários climáticos sobre os dois tipos de riscos, o de transição e os riscos físicos e isso precisa ser considerado para todas as políticas públicas. Ela também citou o Monitor de Desastres Climáticos do “Política por Inteiro”, como uma das iniciativas importantes do Instituto Talanoa e que agrupa informações sobre o tema no Brasil.

Sobre o estudo

O estudo traz recomendações de cunho normativo em matéria ASG dirigidas aos reguladores. Para chegar a elas, a SIS analisou: a) regulações e diretrizes já existentes no Brasil nessa matéria; b) regulações e diretrizes nessa matéria em outros países e sua possível utilidade/adaptabilidade ao mercado brasileiro; c) estudo realizado pela PREVIC em 2021 nessa matéria para o universo dos fundos de pensão, e os resultados do RASA em 2023, para buscar dados objetivos sobre o estágio atual do mercado brasileiro; d) recomendações das redes globais de reguladores de seguros e de previdência, bem como estudos (acadêmicos ou não) relevantes para essa agenda.

O conjunto de recomendações inclui uma visão global do setor para a gestão de investimentos (com temas comuns aos universos de seguros e de previdência) e abordou também temas específicos de cada um deles, todos apontando caminhos para que a agenda ASG possa efetivamente ser integrada à pauta desse setor.

Com este estudo, a SIS encerra a série de estudos com recomendações para os reguladores financeiros nacionais. Os anteriores tiveram como foco a regulação bancária e a regulação do mercado de capitais. Confira aqui o estudo na íntegra.

AViV Comunicação

Apisul traz cobertura completa de segurança multimodal e soluções de transporte e logística

Transporte de carga na terra, na água e no ar com segurança, gestão de riscos e otimização da frota. É isso que o Grupo Apisul trará para a 28ª Intermodal South America que acontece de 5 a 7 de março, em São Paulo. Pela primeira vez na maior feira de logística da América Latina, o Grupo Apisul irá apresentar o melhor ecossistema brasileiro disponível no mercado para operação de transporte e logística e para a segurança de todos os modais.

Com um ecossistema de soluções moderno, a operação do grupo possui forte investimento em inovação e tecnologia que permitem um gerenciamento de risco com o monitoramento de mais de 5 milhões de viagens por ano. A empresa possui mais de 30 ferramentas que auxiliam de ponta a ponta.

Além da recepção de visitantes e expositores no Business VIP Lounge, o Grupo Apisul exibirá o case “Desbravando o Ecossistema Apisul: como a integração de tecnologias pode aprimorar a logística multimodal”, na Arena de Inovação, no dia 05/03 às 15h. A exposição será feita por Daniel Nobre, Superintendente de Tecnologia e Inovação, que ressaltará a performance das novas tecnologias do grupo e seu papel no cuidado com a logística e a cadeia de suprimento.

“Estaremos falando diretamente com as lideranças de empresas que buscam melhoria contínua para os negócios em que atuam. Nem todos sabem que podem encontrar diversas soluções que se complementam em um único parceiro. Por conta desta realidade, apresentaremos em detalhes nosso ecossistema, um dos mais completos do mercado. Nossa participação na Arena de Inovação será uma ótima oportunidade de mostrar toda eficiência e alcance que nossas soluções trazem para a logística multimodal, os ganhos gerados em toda cadeia de transporte de carga e ainda esclarecer dúvidas do público”, frisa Nobre.

O evento reunirá os principais players do meio logístico, novidades, especialistas e debate as tendências e necessidades do segmento frente às demandas de mercado.

Serviço | Intermodal South America 2024

Evento: Intermodal South America 2024
Data: 5 a 7 de março
Horário: 13h às 21h
Local: São Paulo Expo – Rodovia dos Imigrantes, km 1,5 – Jabaquara / SP.
Case Apisul: 5/03 às 15h – “Desbravando o Ecossistema Apisul: como a integração de tecnologias pode aprimorar a logística multimodal”.

Erika Figueiredo Comunicação

Startup levanta R$ 8MM para impulsionar o universo de soluções “Open” no Brasil

Com o objetivo de ser o “braço” de Open Finance (Banking, Insurance e Investment) de importantes instituições financeiras e seguradoras, a Lina, infratech provedora de tecnologia de compartilhamento de dados e serviços, anuncia a captação de R$ 8 milhões em investimento liderado pela MSW Capital, através do fundo MSW MultiCorp2.

Fundada por executivos do mercado financeiro em 2020, a Lina surgiu com o propósito de superar desafios tecnológicos e possibilitar que cada vez mais empresas tenham seus negócios orientados por dados. Por meio de soluções de infraestrutura, conectividade e inteligência de dados, a startup potencializa seus clientes dentro e fora do mercado financeiro, com tecnologia própria que acelera os processos de conformidade regulatória e possibilita o compartilhamento seguro e inteligente de dados. Em seu portfólio estão parcerias estratégicas com grandes instituições como: B3, TecBan e RTM.

Consolidada no mercado financeiro, a Lina está trilhando um caminho para o mercado de seguros com o Open Insurance, setor promissor que está em implementação no Brasil. O serviço terá a capacidade de se integrar ao Open Banking, participando de um ecossistema mais abrangente de compartilhamento de dados conhecido como Open Finance. Esse ecossistema engloba informações bancárias, empresariais, comerciais e financeiras de indivíduos, empresas e negócios, proporcionando uma visão mais ampla e integrada do histórico financeiro e securitário de indivíduos e empresas brasileiras.

“Nossa missão é impulsionar o mercado de Open Insurance no Brasil. Esperamos colher ótimos frutos dessa parceria, aplicando nossos recursos e tecnologia. Além disso, teremos a oportunidade de trabalhar ao lado do BB Seguros e somar forças no crescimento desse setor no Brasil”, comenta Alan Mareines, CEO da Lina.

Na visão de Bruno Alves, diretor de Estratégia e Tecnologia da BB Seguros, “O ambiente Open é muito próspero e nele há oportunidades para que as soluções sejam cada vez melhores e personalizadas. A Lina tem a capacidade de apoiar empresas a se prepararem para esse novo cenário. Estão no tempo certo e com potencial para se estabelecerem como referência em soluções para conexão e intercâmbio de dados.”

O aporte foi realizado pelo Fundo MSW Multicorp 2, que investe em startups inovadoras de base tecnológica com sinergia com os seus investidores: BB Seguros, Baterias Moura, AgeRio e Embraer. A Lina é primeira Insuretech investida pelo fundo e a 5ª startup investida do MSW MultiCorp 2, que nesse ano investiu nos setores aeroespacial, logística, robótica e energia, e visa ampliar sua atuação em 2024 nesses e outros mercados.

“Ainda estamos vivendo o início de uma grande mudança na forma em que empresas e pessoas lidam com as informações financeiras, enxergamos no time de fundadores da Lina vasta experiência e competência para impulsionar essa transformação de forma inovadora e ao mesmo tempo com uma abordagem segura. As soluções de infraestrutura para operar em ambiente Open serão muito demandadas e vão exigir tecnologia de ponta, o que a Lina já oferece aos seus clientes”, comenta Richard Zeiger, sócio da MSW Capital.

Agência Temma

Foto: Da esquerda para direita: Luiz Jucá, Guilherme Lauria, Alan Mareines, Murilo Rabusky, Marcos Guirro

HDI AUTO amplia portfólio com soluções e parceria para veículos híbridos e elétricos

A HDI Seguros, seguradora alemã com mais de 40 anos de atividade no Brasil e em plena expansão de mercado, apresenta novidade para a cobertura do seguro Auto específica para carros híbridos e elétricos. Para os clientes que optarem pela contratação, em caso de pane elétrica, passarão a contar com serviços de reboque 24h para remoção até um ponto de recarga mais próximo ou para residência indicada. Entre os novos benefícios estará garantida a cobertura do cabo de carregamento de veículos híbridos plug-in e elétricos (desde que seja de fábrica), em caso de indenização integral do veículo proveniente de roubo ou furto.

Além disso, está disponível o serviço exclusivo de indicação de ponto de recarga mais próximo por meio do telefone 0800 434 4340. Se preferir, o segurado também pode consultar um ponto de recarga, acessando: PlugShare (disponível para todos os proprietários de veículos elétricos ou híbridos). Lembrando que é possível realizar a contratação para veículos de até R? 600mil.

“O veículo elétrico, que era só tendência, já se tornou uma realidade nos grandes centros do país. A frota aumentou bastante e com ela surge a necessidade de novos serviços para atender esse público. Estamos sempre atentos às novas demandas para podermos oferecer produtos cada vez mais completos e conectados, que proporcionem ainda mais segurança, comodidade e confiança para os segurados”, explica Rafael Ramalho, vice-presidente de Automóvel na HDI.

Parceria – Além da nova cobertura e serviços, a companhia anuncia mais uma parceria que trará benefícios para seus segurados. Todos os segurados proprietários de veículos elétricos ou híbridos passam a dispor de desconto exclusivo de 30% para carregamento dos automóveis na rede de recarga da Zletric em todo o país. O acordo da HDI Seguros com a empresa que possui a maior rede de carregamento para veículos elétricos do Brasil, prevê que o benefício seja sem limite de uso, ou seja, os clientes da seguradora desfrutarão de abatimento todas as vezes que necessitarem realizar o carregamento dos seus veículos, pelo prazo programado.

Os segurados da HDI ainda contarão com acesso personalizado no aplicativo da Zletric, onde a identificação para utilização do benefício se dará por meio do registro já no login, com placa do automóvel, CPF e número da apólice. O app está disponível para download com compatibilidade para os sistemas IOS e Android.

“A sustentabilidade está no centro de nossa estratégia de negócio, assim como oferecer aos nossos segurados produtos e serviços que agreguem comodidade, segurança e tranquilidade. Entendemos que a parceria com a Zletric, além de acompanhar a tendência de veículos elétricos, gera um enorme benefício econômico para nossos clientes e essa é a nossa missão, agregar cada vez mais valor às nossas apólices, além de contribuir com o meio ambiente”, comenta o executivo.

Atualmente, a Zletric está presente em 15 estados no Brasil, alcançando mais de 50 cidades e com o oferecimento de 700 carregadores para uma recarga segura e eficiente. Esse é um grande diferencial da empresa. Para consultar o ponto mais próximos de recarga, basta acessar a localização via aplicativo da Zletric e escolher o plano Membership HDI.

Ketchum

Em celebração de um ano da marca, Akad traz soluções sob medida

A Akad, seguradora digital investida pela GP, reuniu parceiros de negócios na noite desta quarta-feira, em São Paulo, para apresentar suas soluções desenvolvidas sob medida para atender clientes de diversos setores de grande porte e também PMEs. Em encontro que reuniu mais de 200 convidados para celebrar um ano da marca, a seguradora digital ainda fez um balanço das conquistas, tratou de perspectivas para o futuro da companhia e da aceleração do desenvolvimento de soluções personalizadas para atender as necessidades dos clientes, assim como de tecnologias para facilitar a adesão de pequenas e médias empresas a apólices de seguro.

Com expectativa de encerrar 2023 com faturamento superior a R$ 1 bilhão, Danilo Gamboa, CEO da Akad, reiterou que a expansão da companhia será fundamentada no investimento em tecnologias para otimizar o atendimento aos corretores e garantir a entrega rápida de soluções.

Com soluções personalizadas, diz o CEO, a Akad tem capacidade para atender desde clientes de operação logística complexa, como transportadoras de cargas, a grandes varejistas de e-commerce que comercializam itens para todo o Brasil. “Estamos construindo soluções em conjunto com os clientes e parceiros. Ao entender a particularidade de cada empresa e o risco dos negócios, oferecemos a apólice mais adequada para cada perfil de cliente”, avalia Gamboa.

O executivo ainda falou sobre a aposta da Akad no mercado de pequenas e médias empresas, ao mostrar como o uso de tecnologia e da inteligência artificial pode ampliar o acesso de PMEs ao portfólio de produtos e serviços de seguros. Sua estratégia está baseada na capacidade da Akad de fazer análise de risco e cotação em tempo real, simplificando a experiência dos usuários e, consequentemente, facilitando a adesão deles aos seguros de patrimônio, serviços e produtos da companhia.

Atualmente, a Akad é líder no segmento de seguro de Responsabilidade Civil Profissional, está no Top 3 em seguros de Transportes no Brasil e está abrindo espaço nos mercados de Garantias, Empresarial e Equipamentos.

Blue Chip

MetLife se consolida no mercado de Gig Economy: traz novas soluções ao segmento em 2023

A MetLife, uma das principais empresas de serviços financeiros do mundo, intensificou os investimentos em tecnologia e está cada vez mais antenada às oportunidades de oferecer produtos e serviços focados em empresas e trabalhadores da Gig Economy. Esse termo, tão falado ultimamente, engloba diversas formas de trabalhos autônomos, profissionais que buscam flexibilidade e valorização de seus serviços, como motoristas de aplicativos e corretores de imóveis. A necessidade e a busca por esse tipo de trabalho, principalmente durante a pandemia, fizeram com que as empresas de tecnologia se desenvolvessem para apoiar o novo cenário.

De acordo com os dados da PNAD Contínua (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) do final de 2021, aproximadamente 1,5 milhão de pessoas estavam trabalhando na Gig Economy no setor de transportes do país. Desses, 61,2% eram motoristas de aplicativo e/ou taxistas, 20,9% entregavam mercadorias via motocicletas, 14,4% atuavam como mototaxistas e o restante exercia a atividade de entrega de mercadoria via outro meio de transporte.

Gustavo Romero, diretor de Novos Negócios da MetLife Brasil, enfatiza “essa é uma frente de negócios que queremos explorar e que está, inclusive, mapeada nos objetivos do negócio da empresa para 2023”. Romero é responsável pelo relacionamento da seguradora com parceiros como o iFood, Bee Delivery e a Teddy que, recentemente, ampliou o escopo de produtos MetLife oferecidos não só aos clientes, como, também, aos entregadores parceiros.

“A MetLife tem apoiado também Insurtechs inovadoras que estão focadas nesse mercado. Acaba de lançar produtos em parceria com a Teddy, que começou sua operação em 2022 focada em Gig Economy. A Teddy é uma plataforma de benefícios que permite que trabalhadores independentes tenham acesso a proteções desenhadas para suas reais necessidades, e está ajudando as empresas a valorizarem esses trabalhadores.”, comenta Isaac Matznet, Co-Founder da Teddy.

Indo mais além e, pensando em todos os tipos de atividades desses profissionais, a MetLife desenvolveu produtos e benefícios para diversas frentes de negócios. Coberturas em caso de Doença ou Acidente, seguros voltados ao público feminino, Assistência Funeral, Proteção Volta para Casa, Orientações Psicológicas e diversos outros serviços que podem ser utilizados em vida. Todos os produtos podem ter vigência mensal, ou intermitente. A ideia é atender a todos de forma que esses trabalhadores tenham benefícios similares àqueles com contratos de trabalho formais.

“Nosso trabalho consiste em entender as necessidades de cada tipo de parceiro comercial e desenvolver produtos que atendam as especificidades deles. Um exemplo é a cobertura de despesas médicas hospitalares, um produto inovador, que vai muito além de uma apólice de seguro, pois são serviços de cuidado e bem-estar que podem ser utilizados em vida. Percebemos que os entregadores do iFood precisavam de mais apoio com serviços médicos e ambulatoriais em eventuais sinistros. Com isso, criamos um ecossistema, que dará maior conveniência e autonomia aos segurados. Em parceria com algumas empresas de assistências, disponibilizamos atendimentos em clínicas e hospitais particulares, com um fluxo simples e claro para que eles possam realizar consultas médicas, exames e terapias em mais de 4 mil pontos de atendimentos espalhados pelo país. Tais procedimentos podem ser feitos após o processo de análise pela MetLife e desde que o valor esteja dentro das coberturas e regras do seguro. “O nosso objetivo é dar maior acolhimento, suporte e, principalmente, desburocratizar o atendimento” explica Natália Pedrosa – Executiva de Novos Negócios na MetLife.

“As empresas de Gig Economy, assim como o iFood, possuem uma grande quantidade de clientes, entregadores, e, para que os nossos produtos consigam atender todo esse ecossistema, necessitamos atuar com tecnologias capazes de integrar a nossa grande base de dados, trazendo inovações e buscando melhorias contínuas. E é exatamente por isso que escolhemos seguir junto à seguradora MetLife, por virem se disruptando no mercado segurador, investindo e apostando cada vez mais em tecnologia e crescimento de portfólio, seguindo a mesma cultura que exercemos hoje na empresa”, diz Erica Lopes – Coordenadora de Seguros do iFood.

A Gig Economy é uma tendência mundial – nos Estados Unidos, por exemplo, os ‘gig workers’ consistem em um pilar importante e contribuíram com US$ 1,2 trilhão à economia americana em 2020, de acordo com a plataforma Upwork. O estudo ‘Global Gig-Economy Index’, realizado pela Payoneer em 2019 em dez países, incluindo o Brasil, mostrou que somos a terceira nação onde essa modalidade mais cresce no mundo. Por aqui, a Gig Economy vem aumentando 48% ao ano, atrás apenas de Estados Unidos (78%) e Reino Unido (59%).

FSB Comunicação

Argo oferece soluções para plataforma que oferece serviços para PMEs

Um market place em que pequenas e médias empresas podem adquirir milhares de produtos e serviços para seus negócios, sejam mercadorias para reposição de gôndola ou soluções que complementam sua rotina comercial. Essa é a proposta da Market Up, empresa pioneira em sistemas de gestão gratuitos e que agora conta também com uma plataforma de negócios B2B.

A Market Up já possui mais de 150 mil usuários ativos e oferece produtos e serviços nas áreas de saúde, gamer, empresarial, celulares e carros. A partir deste mês de junho, a plataforma contará também com três produtos da Argo Seguros. A seguradora, especialista no desenvolvimento de soluções exclusivas, disponibilizará os seguros Patrimonial, Gamer e o RC Condutor (Seguro CNH).

Bastante conhecido no mercado, o seguro de Riscos Patrimoniais visa garantir o patrimônio do segurado, ou seja, seus bens móveis (como máquinas e equipamentos) ou imóveis (como prédios e edificações).

Já o ‘Seguro Gamer’ – lançado no ano passado – protege desktops, notebooks, monitores, vídeo games e acessórios contra roubos, furtos qualificados e acidentes, como danos elétricos de causa externa ou causados pelo contato com líquidos, tanto para equipamentos fixos ou portáteis.

Também lançado em 2021, o RC Condutor é um seguro inovador, voltado para proteger motoristas de imprevistos e prejuízos oriundos de indenizações por danos causados a terceiros durante a condução de veículos automotores. A única exigência para sua contratação é que o o motorista possua a Carteira Nacional de Habilitação (CNH), ou seja, o segurado não precisa ser proprietário de um veículo para contratar as coberturas.

“Temos focado em parcerias e canais de distribuição para aumentar a oferta de nossos produtos. Esse projeto vai de encontro a essa política e estamos muito felizes de fazermos parte deste projeto”, afirma Mariana Miranda, Head Marine e Corporate Sales da Argo Seguros.

Segundo Luis Forster, CEO da PDVBox e desenvolvedor do market place da Market Up, em breve a plataforma terá muitas outras novidades. “O nosso objetivo é oferecer cada vez mais produtos e serviços, sempre com preços diferenciados e com um processo de compra bastante simplificado, para que mais pessoas e empresas tenham acesso ao mercado de seguros”, concluiu.

Agência Pauta Vip

MAG patrocina edição do Brasesul e leva suas soluções aos corretores

A MAG Seguros, companhia especializada em seguro de vida e previdência mais longeva do país com 185 anos de atuação ininterrupta, estará presente no Congresso Sul Brasileiro dos Corretores de Seguros — Brasesul, que acontecerá entre os dias 26 e 28 de maio em Foz do Iguaçu.

O stand da companhia terá ativações especiais, como o chute a gol. Nela, os participantes têm a missão de marcar o gol para ganhar brindes oficiais da Copa do Brasil, torneio de futebol mais democrático do país que conta com o patrocínio da MAG Seguros. Quem passar pelo espaço também vai ter a oportunidade de conhecer mais sobre as iniciativas da seguradora direcionadas ao aumento de geração de negócios para corretores de todos os ramos.

De acordo com a Superintendência de Seguros Privados (Susep), o volume de prêmios dos seguros de pessoas registrou R? 50,8 bilhões no acumulado de 2021 (janeiro a dezembro), com alta de 12,4%. O destaque foi o seguro de vida individual, que registrou crescimento de 17,4% no mesmo período.

Muitos corretores ainda não comercializam seguro de vida em seu portfólio, e que este é um setor que tem apresentado um amplo crescimento. Isso mostra o grande potencial e as inúmeras oportunidades que estes profissionais têm para aumentar os seus ganhos.

Além das ferramentas digitais de vendas e de gestão da carteira, a MAG Seguros oferece ainda aos seus parceiros inúmeras vantagens e benefícios, como a universidade corporativa além de campanhas competitivas de reconhecimento e incentivo. Vale destacar que a seguradora também dispõe de profissionais dedicados para o suporte à atividade.

Atualmente, a MAG Seguros é a companhia com um dos mais amplos, modernos, completos e flexíveis portfólio de seguro de vida e previdência do Brasil, com o lançamento, em média, de 15 soluções por ano. A seguradora dispõe de produtos para demandas de vida individual, seguros coletivos e empresariais, para todos os perfis de clientes e necessidades.

Desta forma, a MAG Seguros cumpre com o seu propósito de prover soluções de proteção individual nos diversos momentos de vida de todos os brasileiros.

JeffreyGroup