Alper Seguros é destaque no 100 Open Startups

A Alper Seguros acaba de conquistar, pela segunda vez consecutiva, o 1º lugar na categoria Seguros do Ranking 100 Open Startups 2025, consolidando sua posição como referência em inovação aberta no setor. O ranking, considerado o mais relevante da América Latina, reconhece empresas que promovem colaboração efetiva com startups e impulsionam novas soluções para o mercado.

Presente no levantamento há quatro anos, a companhia mantém desempenho consistente entre as cinco primeiras colocadas da categoria, mantendo a primeira posição desde 2024, reforçando seu protagonismo entre as 100 empresas que mais incentivam a inovação aberta no país, em todos os setores da economia.

Para Gabriela Rosati, Diretora Executiva de Marketing, Comunicação e Growth da Alper Consultoria em Seguros, o resultado mostra a força do trabalho contínuo de inovação. “É uma grande satisfação conquistar novamente o 1º lugar em um ranking tão estratégico para o desenvolvimento da inovação aberta no Brasil. Ser a única corretora de seguros reconhecida pelo fomento a esse movimento reforça nossa responsabilidade e o impacto positivo que estamos gerando em todo o mercado securitário.”

A Alper tem se sobressaído, em grande parte, pelo seu Programa de Aceleração AlperTech Startups, que já está no 7ª ano e impulsionou o desenvolvimento de mais de 60 startups, direta e indiretamente. Essa ação oferece suporte a health techs, insurtechs, fintechs e soluções de IA através de consultorias, ligações importantes e chances de negócios. Uma onda de novidades também visível na área de Benefícios, trazendo ideias como o gerenciamento de autorizações de cirurgias, que emprega dados, automatização e projeções para otimizar a competência, exatidão e clareza nos serviços. Para completar esse sistema, o Tech Hub Alper junta mais de 50 startups parceiras, fornecendo ferramentas e suportes que elevam o potencial de renovação em toda a clientela e consolidam a mentalidade orientada por dados da empresa.

Para mais informações sobre os resultados e acesso ao ranking completo, visite o link.

Loures Consultoria

MAG Investimentos é destaque em ranking

A MAG Investimentos, gestora independente com 12 anos de atuação no Brasil e R$17 bilhões sob gestão, é a segunda melhor gestora de nicho do ano, segundo o Guia FGV 2025. A companhia foi reconhecida, principalmente, pelo destaque em duas categorias nas quais sagrou-se campeã: em Renda Fixa e Alta Renda, em uma análise criteriosa de desempenho dos últimos três anos.

“Para nós, é muito gratificante o reconhecimento de um ranking tão conceituado como o da FGV. Estar entre as principais gestoras de investimentos do país reforça o nosso compromisso de entrega de gestão qualificada, pautada em análises rigorosas e assertivas, refletida na entrega de resultados consistentes aos investidores”, afirma Claudio Pires, sócio-gestor da MAG Investimentos.

Elaborado pela Fundação Getúlio Vargas, o ranking avalia o desempenho das gestoras embasado por uma análise criteriosa de fundos nas categorias renda fixa, money market (DI e Curto Prazo), multimercados e ações, considerando os resultados dos últimos 36 meses.

Segundo Claudio Pires, a empresa mantém como prioridade a segurança e a performance dos investimentos de seus clientes, fortalecendo uma relação de confiança construída ao longo do tempo. “Um dos grandes diferenciais deste ranking é a avaliação da regularidade das gestoras ao longo dos últimos três anos. Portanto, o reconhecimento é fruto da nossa consistência e solidez nas estratégias, realçando essa relação de confiança mútua com o mercado e clientes”, complementa.

Nascida como gestora global, mas com expertise local, a MAG Investimentos também possui a mais alta avaliação do Rating de Qualidade de Gestão pela agência de risco Moody’s com nota MQ1 (Excelente). A asset disponibiliza a seus clientes, investimentos por meio de fundos abertos, exclusivos, fundos offshore, fundos imobiliários e carteiras administradas.

Fala Criativa

Bradesco Seguros é destaque no ranking Melhores e Maiores da Exame

O Grupo Bradesco Seguros foi reconhecido em duas das principais categorias do tradicional ranking Melhores e Maiores, promovido pela revista Exame: 1º lugar no segmento de Seguros e 1º lugar no segmento de Saúde. A premiação, uma das mais relevantes do país, celebra o desempenho das companhias que mais se destacaram no cenário econômico nacional.

No ranking geral, o Grupo se consolida como a maior seguradora do País. A receita da companhia saltou de R$ 106,62 bilhões em 2023 para R$ 121,09 bilhões em 2024, avanço de quase 14%. O lucro líquido, de R$ 7,6 bilhões, manteve-se estável, evidenciando a solidez da operação e a consistência dos resultados mesmo diante de um cenário econômico desafiador.

A Bradesco Saúde, empresa do Grupo dedicada à área de saúde suplementar, também foi destaque no ranking, liderando o segmento e reafirmando sua relevância no setor. O mercado de planos de saúde cresceu 13% em 2024 e, em meio a esse cenário, a Bradesco Saúde se destacou e garantiu a liderança no ranking de operadoras de saúde.

O Melhores e Maiores da Exame é o prêmio mais reconhecido da economia brasileira. As 1.000 empresas listadas recebem o reconhecimento pelos bons resultados apresentados no ano anterior. No setor de seguros, as 62 companhias classificadas no ranking arrecadaram, juntas, R$ 474,75 bilhões em 2024, frente aos R$ 431,18 bilhões registrados em 2023 – um crescimento de 10%. O lucro líquido avançou cerca de 4%, totalizando R$ 49,93 bilhões.

Edelman

Bradesco Seguros é destaque no MESC 2025

O Grupo Bradesco Seguros foi reconhecido pelo Instituto MESC (Melhores Empresas em Satisfação do Cliente) na 10ª edição do prêmio, que celebra as companhias mais bem avaliadas pelos consumidores em todo o país. A cerimônia de premiação foi realizada no dia 2 de setembro, no Teatro Frei Caneca, em São Paulo (SP).

Nesta edição, o Grupo Segurador conquistou posição entre as 100 Melhores Empresas em Satisfação do Cliente no Brasil, além de ser premiado em três categorias de destaque: Previdência Privada Aberta, Seguro de Vida e Saúde – Plano de Saúde.

A avaliação do Instituto MESC considerou três dimensões fundamentais: Atendimento, Poder de Execução e Valor, com base em mais de 1,5 milhão de opiniões espontâneas de clientes.

“É uma grande honra receber esse reconhecimento, que reforça nosso compromisso em colocar o cliente no centro de tudo o que fazemos. Esse resultado comprova que estamos no caminho certo, fortalecendo a cultura da proteção e oferecendo soluções que acompanham os brasileiros em diferentes momentos da vida”, destaca Alexandre Nogueira, diretor de Marketing do Grupo Bradesco Seguros.

Edelman

“Mulher Destaque” do Prêmio Sou Segura concorre ao “Melhores RHs do Ano”

Reconhecida como “Mulher Destaque” na edição 2025 do “Prêmio Sou Segura” – que homenageia lideranças femininas no mercado de seguros por sua atuação na promoção da equidade de gênero e empoderamento feminino – a Chief People Officer da FF Seguros, Isabel Alves Azevedo, foi indicada à pesquisa dos “Melhores RHs do Ano”. “Esta indicação já é, por si só, um reconhecimento que me honra muito, pois reflete a trajetória que construímos com dedicação, propósito e parceria”, afirma a executiva.

A votação vai até quinta-feira (04 de setembro) e todos podem participar através deste link: https://www.grupogestaorh.com.br/rhs-mais-admirados/pesquisarhs

Veja, abaixo, artigo escrito por Isabel Azevedo sobre as melhores práticas de RH:

Confiança: o ativo invisível que acelera resultados e sustenta o futuro

Confiança não se assina num contrato. Ela nasce entre pessoas. É o fio invisível que sustenta relações, dá segurança em momentos de incerteza e permite que equipes, clientes e empresas sigam adiante. Sem confiança, não há apólice que se mantenha, futuro que se construa ou pessoas que se sintam seguras para crescer. E falo de confiança não apenas como conceito, mas como algo que esteve presente em cada passo da minha trajetória.

Comecei jovem na engenharia de produção e qualidade, aprendendo sobre processos, controles e visão sistêmica. Mas, mesmo ali, percebia que algo faltava: como poderíamos, juntos, transformar sistemas em resultados com significado? Foi essa inquietação que me levou ao RH, a vontade de trabalhar com pessoas, inspirar equipes e transformar performance em propósito coletivo. E quando mais tarde cheguei ao mercado de seguros, a confiança revelou-se ainda mais decisiva: sem ela, cálculos e estatísticas não significam proteção, e promessas só se tornam realidade quando existe relação genuína.

Essa caminhada não foi feita apenas de conquistas. Houve momentos de dúvida, de caminhos pouco claros, de decisões difíceis. E foi justamente nesses contextos que descobri uma lição central: confiança não se constrói apenas com acertos, mas com a forma como lidamos com os erros e sustentamos princípios em tempos de pressão. Cada vulnerabilidade enfrentada me ensinou que confiança é mais sobre coerência do que sobre perfeição.

Dessas experiências nasceu um aprendizado que se tornou guia: a confiança se apoia em um tripé simples, mas poderoso: coerência, competência e cuidado. A coerência me mostrou que liderar é alinhar discurso e prática, mesmo quando é mais fácil ceder. A competência me ensinou que confiança também nasce da entrega consistente e responsável. E o cuidado revelou que, no fim, são os gestos humanos, a escuta, o respeito e a empatia que transformam confiança em vínculo duradouro. Esse tripé não foi encontrado em livros, mas construído em situações reais, algumas desafiadoras, outras transformadoras.

E foi guiada por esse tripé que vieram os reconhecimentos. Em 2015, o Prêmio Época Negócios 360 destacou práticas de RH quando cultura ainda não era prioridade, e aquele prêmio mostrou que a área já começava a ganhar espaço estratégico. Em 2020, ser eleita RH Mais Admirada da Região Sudeste no mercado de seguros foi menos sobre meu nome e mais sobre um setor afirmando que gestão de pessoas havia se tornado pilar essencial. Estar novamente concorrendo este ano entre os RHs Mais Admirados do Brasil é mais uma confirmação de que confiança não é um estado, é um movimento em construção, todos os dias.

Porque, no fim, o progresso do RH, a evolução do mercado de seguros e a minha própria trajetória apontam para a mesma direção: a confiança. Ela é o ativo invisível que acelera resultados, sustenta culturas e prepara o futuro. E a verdadeira pergunta que fica é: como cada um de nós pode escolher cultivá-la, todos os dias?

A votação para o prêmio RHs Mais Admirados do Brasil encerra-se no dia 04 de setembro. Participar é também uma forma de valorizar a confiança como ativo essencial em nossas organizações.

Assessoria de Imprensa Sou Segura

Cooperativismo é destaque no primeiro semestre do Grupo MAG

Em um ano em que o legislativo recebeu atualizações, por meio da Lei Complementar nº 213/2025, o setor de cooperativismo vem ganhando cada vez mais destaque no mercado segurador. Isso porque a nova regulamentação permite a atuação de cooperativas e associações como operadoras formais de seguros, abrindo possibilidades para expansão do setor.

O Grupo MAG, empresa com 190 anos de atuação ininterrupta, celebra seus resultados expressivos no segmento no primeiro semestre de 2025. A companhia apresentou uma alta de 43% na produção e um avanço de 50,7% em arrecadação, em comparação com o mesmo período do ano anterior. Atrelados a seus resultados, a seguradora, que atua no segmento desde 2016, afirma que a lei que regula a atuação de cooperativas e associações de proteção patrimonial como operadoras de seguros é um marco importante e positivo para o setor.

“O cooperativismo não é apenas um canal de vendas para nós. É um elo essencial entre o seguro e as pessoas. Temos um histórico sólido de atuação com cooperativas, construído sobre confiança, proximidade e visão de longo prazo. Cada instituição parceira carrega um propósito de proteger e transformar realidades locais e isso vai ao encontro do objetivo de levarmos juntos segurança, amparo e tranquilidade a milhares de famílias. Com a nova lei já sancionada, o setor terá mais competitividade e oportunidades para modelos mais inclusivos, regionalizados e sustentáveis”, comenta Carice Weber, diretora de Afinidades e Massificados do Grupo MAG.

Com presença consolidada em 14 estados brasileiros, no último ano, a companhia registrou um crescimento de 25% nessa frente de negócios, com 70% das vendas concentradas em produtos de risco individual. A expectativa para este ano é crescer 40% frente ao ano passado, com foco na ampliação do acesso à proteção financeira e previdenciária em diferentes regiões do país.

Fala Criativa

Foto: Carice Weber, Diretora de Afinidades e Massificados do Grupo MAG

Bradesco Seguros é destaque nos rankings GPTW

O Grupo Bradesco Seguros foi reconhecido mais uma vez pela consultoria global Great Place to Work (GPTW), figurando em três importantes rankings que destacam empresas com os melhores ambientes corporativos do país. As premiações, realizadas entre os dias 22 de julho e 5 de agosto, reforçam o compromisso da companhia com o bem-estar, o desenvolvimento e a valorização de seus profissionais.

Nos rankings regionais, a companhia se manteve entre as melhores empresas para trabalhar, figurando pelo quinto ano consecutivo entre as premiadas no Rio de Janeiro, e pelo nono ano consecutivo em Barueri (SP). Já no ranking setorial de Saúde, o Grupo foi reconhecido pelo segundo ano seguido pela excelência em práticas voltadas à experiência dos funcionários.

Para Valdirene Soares Secato, Diretora de Recursos Humanos, Ouvidoria e Sustentabilidade do Grupo Bradesco Seguros, as conquistas refletem uma jornada coletiva: “Esses reconhecimentos traduzem nosso compromisso diário em construir um ambiente saudável, colaborativo e inspirador. Promovemos práticas que fortalecem nossa cultura, guiada pela centralidade nas pessoas, conexão entre áreas e consistência nas entregas – sempre com foco no crescimento sustentável.”

Ao ser novamente reconhecido pela GPTW, o Grupo Bradesco Seguros reafirma sua convicção de que o capital humano é o principal pilar da inovação e da excelência corporativa, fortalecendo vínculos internos e consolidando sua posição entre os empregadores mais admirados do setor.

Edelman

Foto: Valdirene Secato da Bradesco Seguros

Capitalização é destaque no VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros

Com o objetivo de valorizar a produção jornalística dedicada a temas relevantes do mercado segurador, estão abertas até 21 de novembro as inscrições para o VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros. Organizada conjuntamente por Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), Escola de Negócios e Seguros (ENS) e Federação Nacional dos Corretores de Seguros (Fenacor), a seleção reforça mais uma vez a visibilidade para a categoria Capitalização, ao prestigiar reportagens que abordam o segmento como instrumento de planejamento financeiro, educação para fazer economias e geração de recursos para áreas sociais.

Para a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), reconhecer o trabalho da imprensa é essencial para fortalecer o diálogo com a sociedade e destacar o papel estratégico do setor de seguros no desenvolvimento do país, democratizando o acesso aos produtos e ampliando o conhecimento da população.

A edição 2025, que aceitará conteúdos divulgados entre 1º de janeiro e 21 de novembro deste ano, traz novidades nas categorias, que passam a ter como tema segmentos relacionados ao mercado de seguros, e não mais tipos de mídia. Os jornalistas poderão concorrer em seis categorias: além de Capitalização, Previdência e Vida, Saúde Suplementar, Seguros Gerais, Sustentabilidade & Seguros e Produto, esta última instituída como categoria especial e, a cada premiação, abordará um ramo específico. Para inaugurar, a modalidade escolhida foi Seguro Rural.

Os interessados poderão inscrever até 10 trabalhos. Cada categoria terá cinco finalistas, escolhidos por uma Comissão de Seleção, sendo premiados os três melhores participantes. Serão entregues R$ 20 mil para o primeiro colocado, R$ 10 mil para o segundo e R$ 5 mil ao terceiro. Ao todo, serão distribuídos R$ 210 mil.

Também será eleito, dentre os primeiros colocados de cada categoria, o Jornalista do Ano em Seguros. O autor receberá como prêmio adicional uma bolsa de estudos integral em uma das imersões internacionais da ENS, com passagens e hospedagem pagas.

As inscrições e o regulamento completo do VIII Prêmio de Jornalismo em Seguros estão em premiodejornalismo.ens.edu.br.

Danthi

Profissionais brasileiros de seguro de vida ganham destaque global

O Brasil marcou presença histórica na Annual Meeting 2025 da Million Dollar Round Table (MDRT), maior evento global de excelência em seguros de vida e planejamento financeiro, realizado entre os dias 22 e 25 de junho, em Miami Beach, Estados Unidos. Ao todo, 213 profissionais brasileiros participaram do encontro, representando um crescimento expressivo frente ao total de 288 membros brasileiros atualmente ativos na associação.

“Estamos vendo se tornar realidade o sonho de colocar os brasileiros entre os maiores especialistas em seguros de vida de todo o mundo”, celebra Felipe Sousa, que encerra sua gestão como Country Chair Brazil da MDRT com resultados recordes — e inicia agora um novo ciclo como Zone Chair da MDRT na América Latina até 2027.

Com o tema “Make the Most of It” (Aproveite ao Máximo), o evento reuniu milhares de profissionais de mais de 70 países. A programação incluiu palestras com referências mundiais como Inky Johnson (resiliência e propósito), Molly Fletcher (mentalidade de alta performance) e Sharon Gai (inovação e inteligência artificial). Os conteúdos abordaram desenvolvimento pessoal e profissional, liderança ética, inteligência emocional e estratégias de prospecção e fidelização no mercado de seguros.

Além de painéis técnicos, fóruns regionais e sessões de networking, a agenda contou com ações sociais da MDRT Foundation, como o programa filantrópico em parceria com a Seva Foundation.

“Este ano mostramos ao mundo a nossa força. Fomos 213 brasileiros presentes, e juntos fizemos história. O Brasil não está mais ao lado dos melhores do mundo — nós somos parte dos melhores do mundo. Agradeço imensamente às seguradoras que acreditaram nesse movimento de qualificação do mercado e aos corretores que investiram em sua evolução profissional”, declarou Felipe Sousa. Ele fez questão de mencionar as companhias MetLife, Icatu, Porto, MAG, Prudential, Omint, XP, Bradesco, Azos e Centauro, que apoiaram e levaram seus parceiros ao encontro.

Brasil rumo aos 500 membros e novo desafio continental

A nova missão de Felipe Sousa será liderar o desenvolvimento da MDRT em toda a América Latina, abrangendo 20 países e mais de 2.500 membros ativos, com foco em expansão e qualificação profissional. “Nosso objetivo é ampliar esse número significativamente, promovendo a cultura da excelência no seguro de vida por toda a região”, afirma.

No Brasil, os esforços de interiorização da MDRT já apresentaram resultados. “Recentemente estive em Belém do Pará, onde até então havia apenas um membro ativo da MDRT. Nessa visita, encontrei pelo menos 10 profissionais com produção suficiente para se tornarem membros. Isso mostra o potencial de crescimento em praças que ainda não conhecem a fundo o movimento”, conta.

Felipe também destaca que, ao assumir a presidência latino-americana, o Brasil seguirá sendo prioridade estratégica. “Estar no Brasil, conhecer o mercado de perto e estar conectado com as MDRT Companies e os corretores nos permitirá promover ainda mais iniciativas sob medida, inspiradas nas melhores práticas internacionais”, afirma. “Vamos trazer mais conteúdo, novas ideias e um olhar mais global para o corretor brasileiro.”

A expectativa para 2026 é otimista: o Brasil caminha para ultrapassar a marca 300 membros da MDRT e planeja chegar a 500 em 2027 — consolidando-se como uma das potências mundiais no movimento de excelência em seguros de vida.

Ruco Comunicação

Resiliência e mercado de seguros são destaque no Fórum de Lisboa

No painel “Resiliência e Mercado de Seguros no Contexto Global”, realizado no XIII Fórum de Lisboa, especialistas e autoridades reforçaram a importância do mercado segurador como instrumento estratégico para mitigar os crescentes riscos climáticos, sanitários, cibernéticos e geopolíticos, ao mesmo tempo em que destacaram desafios regulatórios e de educação financeira no Brasil. O debate, mediado pelo senador Laércio Oliveira, evidenciou a necessidade de um ambiente jurídico sólido, maior participação do seguro na economia e o papel do setor na construção de uma economia mais resiliente e sustentável.

O presidente da CNseg, Dyogo Oliveira, abriu o painel ressaltando a urgência de estruturar um sistema nacional robusto de seguros contra catástrofes climáticas, diante da intensificação dos eventos extremos, como já acontece em países como México, França e Chile e reforçou a importância de incluir o seguro no planejamento de infraestrutura pública.

“O Brasil deixou de ser apenas um país de baixo risco climático. Hoje enfrentamos, em média, quatro eventos extremos por dia, e grande parte dessas perdas não está segurada. Isso é um alerta claro de que precisamos estruturar urgentemente um sistema nacional de proteção contra catástrofes”, afirmou.

Oliveira também lembrou que a indústria seguradora vai além da indenização: ela contribui para a prevenção de riscos e a construção de soluções mais sustentáveis. Segundo ele, é preciso transformar a atual emergência climática em um “plano de ação” que envolva governos, empresas e cidadãos, tendo o seguro como pilar estratégico da adaptação climática — tema que será levado à COP30 no Brasil.

“O seguro não é só uma ferramenta de indenização. É também um instrumento de prevenção, adaptação e reconstrução — e deve ser um dos pilares do plano de ação que o Brasil precisa construir diante da emergência climática.”

Rafael Furlanetti, presidente da ANCOR e executivo da XP, apontou a baixa penetração do seguro no Brasil, ligada à insuficiente educação financeira. “Seguro é um mitigador de risco e um investimento de longo prazo. Quando a população entende isso, o país ganha em vários aspectos — desde uma maior proteção individual até o fortalecimento da poupança interna, que sustenta projetos e reduz vulnerabilidades econômicas.”

Furlanetti destacou que somente dois em cada dez brasileiros possuem seguro de vida, contra sete em dez nos Estados Unidos, ressaltando o potencial de crescimento do setor.

O diretor jurídico do BNDES, Walter Baere, reforçou a importância do seguro de crédito à exportação para a competitividade brasileira. “Não existe seguro sem sinistro. O que não podemos aceitar é que eventos pontuais sejam usados para destruir uma ferramenta que funcionou bem por décadas, gerou empregos e fez da indústria brasileira uma referência global.”

O executivo do banco estatal defendeu um mercado de seguros maduro, com múltiplos atores, e destacou a necessidade de ampliar o apetite do setor privado, complementado pelo Fundo Garantidor de Exportação, para fortalecer setores estratégicos, como o de engenharia de alta complexidade.

Segurança jurídica e a estabilidade regulatória

Para a diretora jurídica da Bradesco Seguros, Cláudia Heck, a segurança jurídica é imprescindível para o desenvolvimento sustentável do setor. “A formação para o desenvolvimento sustentável exige um ambiente de segurança jurídica, que favoreça decisões de longo prazo essenciais para enfrentar os desafios impostos pelas mudanças climáticas.”

Cláudia Heck reforçou o compromisso do setor com a promoção de soluções sustentáveis e antecipou o papel estratégico da Casa do Seguro, iniciativa da CNseg que será realizada durante a COP30, em Belém. Segundo ela, o espaço será um ponto de convergência entre seguradoras, autoridades e sociedade civil, com o objetivo de posicionar o seguro como instrumento central da resiliência climática e da proteção social no Brasil e no mundo.

“A Casa do Seguro será um marco para o setor na COP30, consolidando o seguro como ferramenta essencial para a adaptação climática, a proteção da sociedade e o desenvolvimento sustentável.”

O ministro do Superior Tribunal de Justiça, Paulo Sérgio Domingues, destacou a capacidade de resiliência como competência essencial diante dos riscos crescentes no mundo atual e elogiou a nova Lei 14.430/2022. “Essa lei traz previsibilidade e transparência, dois pilares fundamentais para aumentar a confiança nos agentes econômicos e tornar o ambiente regulatório mais robusto. Não se trata de eliminar os riscos, mas de oferecer clareza sobre o que pode e o que não pode ser feito em um contrato de seguro.”

O ministro chamou atenção para o fato de que 83% dos municípios brasileiros tenham sido afetados por desastres naturais nesta década, ampliando os desafios jurídicos e financeiros para o setor.

O debate reforçou a importância do diálogo contínuo entre governos, setor privado e sociedade para construir um ambiente mais resiliente e sustentável, no Brasil e globalmente, reconhecendo o papel central do seguro como instrumento de proteção social e econômica diante das transformações do século XXI.

Assessoria de Imprensa CNseg