Viagens de brasileiros à América do Norte acende alerta para seguro viagem

Com a aproximação da Copa do Mundo FIFA de 2026, marcada para os meses de junho e julho e realizada simultaneamente nos Estados Unidos, Canadá e México, cresce o movimento de torcedores brasileiros planejando viagens para acompanhar os jogos. A expectativa do setor de turismo é de um aumento expressivo no fluxo aéreo internacional, impulsionado pelo turismo esportivo e pela extensa malha de cidades-sede espalhadas pelos três países. O histórico da última edição da Copa do Mundo, realizada no Catar, ilustra a dimensão desse movimento. Ao longo do torneio, o país recebeu mais de 1,4 milhão de visitantes internacionais, vindos de diferentes regiões do mundo. Na final da Copa mais de 3,4 milhões de espectadores estiveram no estádio.

Levantamentos do setor aéreo indicam que o Brasil terá voos diretos para ao menos nove cidades-sede do Mundial, o que deve intensificar a demanda por passagens e elevar o número de brasileiros circulando pela América do Norte durante o evento. Companhias aéreas já sinalizam reforço de rotas, especialmente para destinos como Orlando, Dallas e Nova York, que concentram parte da comunidade brasileira e devem funcionar como portas de entrada para os jogos.

Além da logística de deslocamento, especialistas chamam atenção para os custos envolvidos nesse tipo de viagem. Estimativas do mercado apontam que uma estadia de cerca de 15 dias para acompanhar a Copa pode ultrapassar R$ 25 mil por pessoa, considerando passagens, hospedagem, alimentação e ingressos. Em um cenário de grande concentração de turistas, imprevistos também tendem a se tornar mais frequentes.

Um dos principais pontos de atenção está relacionado à saúde. Nos Estados Unidos e no Canadá, os custos médicos são elevados e podem variar entre US$ 1.000 e US$ 10.000 por procedimento, dependendo da gravidade do atendimento. Em períodos de grandes eventos, situações como mal-estar, intoxicação alimentar, acidentes leves e doenças respiratórias podem acontecer, o que reforça a importância do planejamento prévio. “Em viagens para países com sistemas de saúde privados e custos elevados, o seguro viagem deixa de ser um detalhe e passa a ser parte essencial do planejamento. Ele ajuda a evitar que um imprevisto comprometa financeiramente toda a experiência”, afirma Darllan Botega, CEO da Ciclic, empresa da BB Seguros especializada em seguros digitais.

Além da cobertura médica, o seguro viagem também oferece suporte em situações operacionais que tendem a se intensificar durante eventos globais, como atrasos e cancelamentos de voos, extravio de bagagem, interrupção ou prorrogação da viagem. “A Copa concentra milhões de deslocamentos em poucos dias, entre diferentes cidades e países. Ter assistência nessas situações traz mais tranquilidade para que o viajante foque no evento, e não nos problemas”, completa o executivo.

Especialistas em turismo e seguros recomendam que o seguro viagem seja contratado assim que as passagens forem emitidas, evitando contratações de última hora. Nesse contexto, soluções digitais como o seguro viagem da Ciclic, empresa da BB Seguros, reúnem proteção para despesas médicas e para imprevistos comuns em grandes eventos internacionais, como atrasos de voos, perda de computadores e extravio de bagagens. Em viagens ao exterior, os planos também contemplam assistência pet, atendendo brasileiros que optam por viajar com seus animais de estimação. Além disso, há benefícios que contribuem para uma experiência mais confortável, como acesso a salas VIP em aeroportos — um diferencial especialmente valorizado em deslocamentos longos e em períodos de alta demanda, como o que antecede a Copa do Mundo.

MGA Press

Carnaval acende alerta para furtos e roubos de celulares

Blocos lotados, ruas cheias e distração fazem do Carnaval um dos períodos mais críticos para furtos e roubos de celulares no Brasil. Uma prática criminosa comum em aglomerações são os furtos, principalmente de aparelhos que hoje concentram funções essenciais: registrar momentos, contactar pessoas e até realizar pagamentos.

Segundo o Anuário Brasileiro de Segurança Pública de 2025, o país registrou mais de 900 mil aparelhos celulares subtraídos no último ano, sendo 498.516 furtos e 419.232 roubos. Muitas dessas ocorrências se concentram justamente em períodos festivos, como o Carnaval, quando a aglomeração facilita a ação de criminosos.

Em eventos como a folia, o celular continua sendo o principal alvo porque reúne alto valor financeiro e dados sensíveis, o que amplia os prejuízos para as vítimas além da perda material. Por isso, especialistas recomendam não apenas cuidados no uso do aparelho, mas também a adoção de ferramentas de proteção e medidas preventivas.

Uma das alternativas é utilizar o aplicativo Celular Seguro, ferramenta do governo federal que permite o bloqueio remoto instantâneo do aparelho e de aplicativos bancários em caso de perda, furto ou roubo. A recomendação é que o usuário faça o cadastro previamente, para agilizar o procedimento se necessário.

Outra possibilidade é a contratação de um seguro para o aparelho, que pode oferecer cobertura contra roubo, furto simples e qualificado, quedas acidentais, quebra de tela e danos por líquidos. Em alguns planos, também há opções de reparos rápidos, substituição do dispositivo e contratação de apólices específicas ou extensões de cobertura para danos e perdas durante os dias de festa, inclusive com adesão online.

Segundo dados da Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg), aproximadamente 10 milhões de smartphones contam com algum tipo de seguro no país, deixando uma base estimada em 167 milhões de usuários vulneráveis a prejuízos financeiros.

De acordo com Emerita Lyra, diretora executiva do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), a procura por seguros para celulares costuma crescer antes de grandes festas populares e viagens.

“O celular deixou de ser apenas um meio de comunicação. Além de ser um produto com alto valor agregado, ele guarda informações pessoais, aplicativos bancários, documentos e memórias. Quando ocorre um furto, o impacto é imediato e pode ser significativo”, afirma.

Lyra explica que o seguro para celulares pode cobrir situações como furto simples e qualificado, roubo e, em alguns casos, danos acidentais. Para ela, o produto se tornou uma alternativa importante diante do aumento da dependência tecnológica.

“O seguro não evita o crime, mas reduz o prejuízo financeiro e ajuda o consumidor a se recuperar mais rapidamente”, diz.

Especialistas em segurança também recomendam medidas preventivas durante a folia, como evitar expor o aparelho em locais muito cheios, utilizar senhas e autenticação em dois fatores, ativar ferramentas de rastreamento e bloqueio remoto e manter cópias de segurança dos dados.

Para a diretora do sindicato, a combinação entre prevenção e proteção financeira é o caminho mais eficaz. “O ideal é que o folião possa aproveitar a festa com tranquilidade. Ter cuidado com o aparelho e contar com um seguro são formas de minimizar problemas e garantir que um momento de lazer não se transforme em dor de cabeça”, diz.

Lyra ressalta ainda que, antes de contratar, é importante avaliar as opções disponíveis no mercado.

“Cada pessoa tem um perfil de uso e de risco diferente. O ideal é que o folião procure a apólice que mais se adequa às suas necessidades, contando com o suporte de um corretor habilitado, que pode orientar sobre coberturas, limites e condições”, conclui.

Outros cuidados durante o Carnaval

Além da proteção com o celular, outros cuidados podem ajudar a evitar transtornos durante o período festivo. Segundo Alexandre Leal, diretor técnico de estudos e relações regulatórias da CNSeg, o planejamento e a prevenção são fundamentais, especialmente para quem vai viajar ou participar de grandes eventos.

“Medidas simples, como verificar as condições do veículo, planejar deslocamentos, ter atenção com pertences pessoais, utilizar meios de pagamento com segurança e cuidar da saúde, com hidratação, alimentação e descanso, contribuem para que o Carnaval seja aproveitado com mais tranquilidade”, afirma.

Ele destaca ainda que, conforme o perfil da viagem ou da programação, instrumentos de proteção financeira, como diferentes modalidades de seguro, podem ser avaliados para lidar com imprevistos.

VOZ Comunicação

Carnaval aquece turismo, lota hotéis no Nordeste e reforça alerta

A Associação Brasileira de Operadoras de Turismo (Braztoa), em parceria com a Sptint Dados, divulgou um levantamento que destaca o protagonismo do Nordeste entre os destinos mais buscados para o Carnaval 2026. De acordo com o estudo, entre os 10 destinos mais procurados no mercado nacional, sete estão localizados na região: Recife (PE), Maceió (AL), Fortaleza (CE), Natal (RN), Porto Seguro (BA) e Salvador (BA). A pesquisa, realizada junto às operadoras associadas da entidade, aponta ainda um crescimento expressivo na demanda por destinos de sol e praia, já que os turistas são atraídos pela combinação de clima, litoral, cultura e grandes festas populares.

O cenário reflete o aquecimento do turismo e movimenta fortemente a economia dessas cidades, especialmente o setor hoteleiro, que se prepara para operar em sua capacidade máxima. Com o aumento expressivo de hóspedes, serviços e colaboradores, cresce também a complexidade da operação e a exposição a riscos que vão além do fluxo normal ao longo do ano.

Em períodos de grandes eventos, especialistas alertam para a importância do planejamento e da proteção dos empreendimentos, principalmente por meio de seguros específicos voltados para o setor de turismo e hotelaria. A alta circulação de pessoas, o uso intenso das estruturas e a realização de eventos paralelos exigem atenção redobrada com segurança, responsabilidade civil e preservação do patrimônio.

Para Ana Claudia Santos, representante do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), o Carnaval é um dos períodos mais estratégicos para o turismo no Nordeste, especialmente para o setor hoteleiro. Nesse contexto, qualquer imprevisto pode gerar prejuízos significativos.

Segundo ela, os seguros específicos para hotelaria oferecem cobertura para danos ao patrimônio, acidentes envolvendo hóspedes e colaboradores, além de responsabilidade civil, garantindo mais tranquilidade para o empresário e maior segurança para a operação.

Ana Claudia destaca ainda que o seguro vai além de uma exigência contratual e deve ser encarado como uma ferramenta estratégica de gestão e continuidade dos negócios. “O seguro protege o investimento e contribui para que a experiência do turista seja segura, positiva e sem impactos, mesmo em períodos de alta demanda como o Carnaval”, reforça.

VOZ Comunicação

Carnaval concentra roubos de celulares e reforça alerta

O Carnaval está entre os períodos que mais concentram pessoas nas ruas das grandes cidades brasileiras, reunindo milhões de foliões em blocos, desfiles e eventos públicos ao longo de poucos dias. São Paulo, que hoje abriga um dos maiores carnavais do país, já se consolidou também como um importante destino turístico nesta época. Em 2025, a capital contou com cerca de 600 blocos oficiais e levou aproximadamente 16,5 milhões de pessoas às ruas durante o feriado. Para 2026, a expectativa da prefeitura e do setor de eventos é ampliar ainda mais esse alcance. Ao mesmo tempo, a intensa circulação de pessoas e a dinâmica de grandes aglomerações fazem do Carnaval um dos períodos mais sensíveis para a ocorrência de crimes, exigindo atenção redobrada dos foliões.

Dados da Secretaria de Segurança Pública (SSP-SP) mostram que, entre 28 de fevereiro e 4 de março de 2025, foram registrados 2.395 furtos e 1.283 roubos de celulares no estado — o equivalente a um aparelho subtraído a cada dois minutos durante a folia. Embora os números representem uma queda de cerca de 32% em relação ao Carnaval de 2024, quando houve 3.339 furtos e 2.052 roubos, o volume de ocorrências segue elevado e tende a continuar pressionando os indicadores em 2026, impulsionado pelo aumento da circulação de pessoas, pelo alto valor dos smartphones e pela atuação cada vez mais organizada das quadrilhas. Diante desse cenário, especialistas reforçam que aproveitar o Carnaval com tranquilidade passa por prevenção, resposta rápida e planejamento, incluindo desde cuidados no dia a dia até estratégias para minimizar prejuízos caso o furto ou roubo aconteça, como a contratação de seguro para o celular.

Antes e durante o Carnaval: prevenção é fundamental

Durante a folia, a principal recomendação é reduzir ao máximo a exposição do celular, especialmente em locais de grande aglomeração, como blocos de rua, estações de metrô e pontos de ônibus. Sempre que possível, o celular deve ficar guardado em locais de difícil acesso, como bolsos frontais ou bolsas fechadas e pochetes posicionadas à frente do corpo. Além disso, é importante manter as ferramentas de rastreamento ativadas e reduzir o uso do aparelho para pagamentos, fotos ou mensagens em ambientes muito cheios também ajuda a diminuir a exposição, já que a ação dos criminosos costuma ser rápida e acontecer em meio à distração das multidões.

Prevenção antes do acontecimento

Mesmo com medidas de prevenção, situações como roubo ou furto de celular ainda são comuns em grandes eventos e períodos de aglomeração, como o Carnaval. Por isso, especialistas reforçam que o seguro celular funciona como uma camada adicional de segurança, ajudando a reduzir o impacto econômico e evitando que um episódio relativamente frequente se transforme em um prejuízo difícil de absorver no orçamento.

Nesse contexto, soluções como o seguro celular da Ciclic oferecem cobertura para roubo e furto simples e qualificado, além de proteção contra danos acidentais, como quedas e contato com líquidos – ocorrências comuns em meio à folia. Com contratação digital pelo aplicativo, a emissão da apólice é imediata e sem período de carência, o modelo permite que o consumidor esteja protegido de forma prática, inclusive em períodos de maior exposição ao risco, trazendo mais previsibilidade diante de imprevistos.

Se o roubo ou furto acontecer: aja rápido

Assim que perceber o roubo ou furto do celular, agir rapidamente faz toda a diferença para reduzir prejuízos. O primeiro passo deve ser acessar o sistema de rastreamento do próprio aparelho – Buscar iPhone, no caso de dispositivos iOS, ou Encontrar Meu Dispositivo, no Android. Essas ferramentas permitem bloquear o celular à distância, ativar o modo perdido e, se necessário, apagar todas as informações armazenadas. A medida impede que criminosos tenham acesso a fotos, mensagens, e-mails, aplicativos e documentos pessoais, além de tornar o aparelho menos atrativo para revenda.

Na sequência, é fundamental registrar o boletim de ocorrência o quanto antes. O documento formaliza o crime, permite que o aparelho seja incluído em sistemas utilizados pela polícia em operações de combate à receptação e é indispensável caso seja necessário acionar o seguro. O registro pode ser feito de forma online, o que facilita o processo mesmo durante o feriado.

Outro passo decisivo é solicitar o bloqueio do IMEI junto à operadora. O IMEI é um número único que identifica cada celular e funciona como um “RG do aparelho”. Ao ser bloqueado, o dispositivo deixa de funcionar com qualquer chip, o que dificulta a reativação irregular e reduz significativamente seu valor no mercado ilegal, desestimulando a revenda.

Por fim, é essencial proteger as contas digitais vinculadas ao celular. Criminosos costumam tentar acessar aplicativos bancários, carteiras digitais e redes sociais nos primeiros minutos após a subtração. Por isso, recomenda-se bloquear temporariamente os aplicativos financeiros, alterar senhas, desconectar sessões ativas e revisar as configurações de autenticação em dois fatores. Essa etapa é crucial para evitar golpes, transferências indevidas e o uso dos dados da vítima em fraudes, que podem gerar prejuízos ainda maiores do que a perda do aparelho em si.

MGA Press

Furtos de celulares no The Town acendem alerta

A edição inaugural do festival The Town, realizada no Autódromo de Interlagos em setembro de 2023, registrou 1.084 furtos e roubos de celulares ao longo de cinco dias, segundo dados da Polícia Civil de São Paulo. O volume foi quatro vezes maior que o registrado no Lollapalooza, no mesmo local e ano, e a maioria dos casos ocorreu na via principal de acesso ao evento, com 60% dos aparelhos furtados sendo iPhones.

Além dos prejuízos financeiros, a perda do aparelho compromete comunicação, acesso a ingressos digitais, meios de pagamento e registros pessoais. Um caso recente ganhou repercussão ao determinar que a organizadora do festival indenizasse um espectador em R$ 13.069, por falhas na prestação de segurança.

Com a segunda edição marcada para acontecer entre 6 e 14 de setembro de 2025, o alerta volta à pauta. O festival, que acontece a cada dois anos, deve receber centenas de milhares de pessoas, e especialistas reforçam que o público precisa planejar não só ingressos e transporte, mas também a segurança de pertences pessoais. Recomenda-se usar bolsos internos, doleiras ou pochetes transversais com zíper; evitar manusear o celular em áreas de maior aglomeração; ativar funções de rastreamento, como “Buscar iPhone” ou “Encontrar meu Dispositivo”; e levar carregador portátil para não depender de pontos de recarga lotados. Contar com um seguro específico para o aparelho também ajuda a minimizar prejuízos em caso de furto.

Entre as opções disponíveis no mercado, há planos que cobrem roubo, furto simples, qualificado e danos acidentais, com reposição do aparelho e possibilidade de contratação totalmente online, como é o caso do seguro celular da Ciclic. Esse tipo de proteção permite ao usuário recuperar rapidamente o acesso a um dispositivo funcional e reduzir o impacto de um incidente durante o evento, oferecendo mais segurança e tranquilidade para os participantes.

MGA Press

Bradesco Seguros alerta para os riscos extras do inverno

Com a chegada do inverno, o foco na proteção residencial costuma se voltar aos efeitos diretos do clima, como chuvas fortes, ventos e granizo. No entanto, há também riscos menos visíveis, que surgem dentro de casa e exigem atenção redobrada. O uso excessivo de aquecedores, banhos prolongados com água quente, sobrecarga na rede elétrica, lareiras acesas por longos períodos e até o mau uso de botijões de gás estão entre as principais causas de acidentes domésticos durante o frio.

Para se proteger dos incidentes, além da adoção de medidas preventivas, é fundamental contar com um seguro residencial adequado, que ofereça suporte em casos de imprevistos. O Bradesco Residencial Sob Medida permite a personalização das coberturas conforme as necessidades do segurado, trazendo mais tranquilidade em momentos críticos.

Durante os meses mais frios é comum o uso intensificado de chuveiros elétricos, aquecedores e outros equipamentos que exigem bastante da rede elétrica. A sobrecarga pode provocar curtos-circuitos, danos em eletrodomésticos e até incêndios. “O inverno pede atenção não só ao conforto, mas à segurança. Um seguro residencial estruturado protege contra danos materiais e ainda oferece suporte prático quando necessário, seja por um problema elétrico, um vazamento ou até um incêndio acidental“, afirma o Superintendente Sênior de Ramos Elementares da Bradesco Seguros, Eduardo Menezes(foto).

Outro ponto de atenção no inverno é o uso de fontes alternativas de calor. Lareiras e velas, se mal posicionadas, podem causar incêndios. Além disso, aquecedores a gás ou querosene exigem ventilação adequada, ou correm o risco de gerar acúmulo de monóxido de carbono, que pode ser tóxico e letal em ambientes fechados. Nesses casos, o seguro pode cobrir os danos provocados por incêndios e explosões, além de oferecer proteção ao imóvel e aos bens em seu interior.

Em algumas regiões, a queda nas temperaturas também pode causar o rompimento de tubulações e congelamento de canos, resultando em alagamentos e danos estruturais. O seguro da Bradesco Seguros cobre danos de canalização e disponibiliza assistência emergencial com encanadores, garantindo agilidade no reparo.

Também é importante ficar atento à manutenção dos sistemas de aquecimento e outros aparelhos utilizados neste período. “Além de recomendarmos manutenções preventivas constantes, temos assistência técnica especializada para reparo de eletrodomésticos“, explica Eduardo.

Além das coberturas principais, o Seguro Residencial Sob Medida da Bradesco Seguros oferece assistência 24 horas, com serviços como chaveiro, eletricista, encanador, cobertura provisória de telhado e limpeza emergencial.

“Acreditamos que o seguro residencial deve ir além da proteção financeira. Ele também é um instrumento de cuidado com o bem-estar da família, principalmente em períodos mais sensíveis como o inverno. Nosso objetivo é oferecer soluções completas, que tragam segurança, praticidade e apoio nas mais diversas situações“, completa o executivo.

Approach

Europ Assistance alerta para os riscos da Black Friday

Com a chegada da Black Friday, a Europ Assistance alerta os consumidores para os crescentes riscos de segurança digital que acompanham as promoções na data. Reconhecida pela intensidade do tráfego on-line e pelo volume de transações realizadas em curto período, a Black Friday é um dos momentos preferidos dos cibercriminosos para aplicar golpes, como o roubo de dados, fraudes em compras e invasões de contas. Para proteger seus clientes diante dessas ameaças, a Europ Assistance destaca a importância de contar com um serviço especializado de proteção de dados.

A empresa oferece um serviço que monitora e protege informações pessoais e financeiras dos usuários. Com um sistema de alerta contínuo e suporte para ações corretivas, ele permite que os clientes tenham mais tranquilidade em suas compras, especialmente em períodos críticos como a Black Friday.

“A cada ano, observamos um aumento no número de ataques digitais e fraudes durante a Black Friday. Muitos consumidores, atraídos por ofertas imperdíveis, acabam desconsiderando práticas básicas de segurança on-line. É essencial que as pessoas compreendam a importância de protegerem suas informações pessoais e financeiras”, explica Daiane Almeida, gerente de Segurança da Informação da Europ Assistance Brasil. “Na Europ Assistance, trabalhamos para oferecer um suporte completo em proteção de dados, visando não apenas a prevenção, mas também o apoio em casos de eventuais violações, de forma a minimizar ao máximo os impactos para nossos clientes.”

O serviço de assistência de proteção de dados da Europ Assistance conta com funcionalidades como:

Monitoramento de dados pessoais e financeiros: rastreamento contínuo de informações sensíveis, identificando possíveis vazamentos e uso indevido.

Alertas de segurança: notificações em tempo real caso dados confidenciais sejam comprometidos ou comercializados na internet.

Suporte em caso de violação: assistência completa para resolução de problemas, incluindo orientação para recuperação de contas e dados.

Para saber mais, acesse Europ Assistance Brasil (europ-assistance.com.br)

Atrevia

FF Seguros alerta sobre riscos da aceleração do plantio de soja

A safra de soja 2024/25 teve um início desafiador, com irregularidade de precipitações e atraso em boa parte das regiões produtoras. Com a chegada das chuvas, os trabalhos de campo evoluíram com rapidez e o índice de semeadura saltou para 54% até 31 de outubro, sendo o 2º mais acelerado da história, segundo levantamento da consultoria AgRural.

De acordo com o monitoramento climático da FF Seguros, espera-se que os níveis de umidade de solo melhorem em todo o país, especialmente em áreas produtoras na região central do Brasil. No entanto, de forma geral, as condições de precipitações em outubro foram piores do que o panorama em 2021, ano que registrou seca e quebra de safra relevante.

A corrida para plantar

Com o atraso para iniciar a safra em algumas regiões, a redução da janela ideal de plantio da soja pode prejudicar o planejamento da segunda safra de milho. Outra preocupação é que, para conseguir plantar em um período mais curto, os agricultores costumam intensificar o uso de maquinário, o que aumenta a probabilidade de acidentes durante o plantio. “Imprevistos como colisões ou tombamentos podem danificar as semeadoras. Além disso, as máquinas ficam sujeitas aos riscos de incêndio, queda de raio e explosão, entre outros problemas”, afirma Roberto Zuardi, que é coordenador de sinistros agrícolas da FF Seguros.

Antes de plantar uma determinada área, Zuardi recomenda avaliar o talhão com o objetivo de remover tocos de árvores, cupinzeiros e outros obstáculos visíveis no terreno. Isso é importante porque a plantadeira opera próxima ao chão e pode ser facilmente atingida. “Os agricultores podem prevenir acidentes com pedras e galhos, já que esses objetos podem danificar a trilha de plantio e componentes da semeadora”, diz ele.

Proteção para máquinas

Para mitigar os riscos de maquinário, é fundamental contar com a proteção de um seguro da modalidade patrimonial rural ou de penhor rural. A FF Seguros protege máquinas e implementos agrícolas contra acidentes (colisão ou tombamento), roubo e furto mediante arrombamento. O produtor pode optar pela contratação de coberturas extras como furto simples, incêndio, raio, explosão, entre outras. A seguradora oferece flexibilidade para definir cláusula de rateio, vigência de até cinco anos e taxas diferenciadas.

De acordo com Diego Caputo, gerente comercial de cooperativas da FF Seguros, a apólice protege contra perdas relevantes. Um exemplo disso foi um sinistro em razão de tombamento de semeadora, atendido pela seguradora em dezembro de 2023. “Esse acidente ocasionou deformidades nas linhas, no conjunto de cabeçalho e reservatório de sementes da máquina e gerou indenização de R$ 148,5 mil por parte da seguradora. O seguro é uma essencial para mitigar diversos riscos, protegendo o patrimônio do produtor”, conta Caputo.

De acordo com um estudo da FF Seguros, o acidente de causa externa representa mais de 80% dos casos de sinistros de semeadoras. O segundo maior risco é o dano elétrico,  que representou 10% dos casos estudados, segundo levantamento que analisou uma amostra de 50 ocorrências entre 2020 e 2024.

Contextualiza Comunicação

 

Médico alerta sobre o impacto do consumo excessivo de álcool

De acordo com estudo recente realizada pela Universidade de Keele, no Reino Unido, a frequência e a intensidade da ressaca podem diminuir com a idade. A pesquisa constatou que, os sintomas de exaustão, náusea e tontura, eram mais intensos e comuns entre jovens de 18 a 29 anos, comparado com pessoas de 60 anos ou mais. A pesquisa analisou cerca de 52 mil indivíduos.

Segundo o professor e fisiologista da Universidade Santo Amaro (Unisa), – uma das mais importantes faculdades médicas do país, Douglas da C. Braga, a análise indica que com o passar do tempo, algumas pessoas podem se tornar mais tolerantes aos efeitos do álcool, ou adotarem comportamentos que minimizem os sintomas. “Braga enfatiza a importância de reconhecer que os efeitos do consumo excessivo de álcool vão além da ressaca, impactando negativamente a saúde a longo prazo. Além disso, destaca-se a preocupante interação do álcool com vários fármacos prescritos para o tratamento de inúmeras condições de saúde, potencializando riscos e complicando terapias medicamentosas.

Dentre os efeitos imediatos no consumo excessivo de álcool estão: as alterações na fala (arrastada), comprometimento sensitivo e motor (reflexos), confusão mental, vômitos e em alguns casos pode levar ao coma. “A ressaca é uma combinação de sintomas físicos e mentais que ocorrem após o consumo excessivo de álcool, resultado da concentração de álcool no sangue, após sua total metabolização, isso se dá a cerca de 6 a 8 horas após a ingestão de bebidas alcoólicas e podendo durar até 24 horas”, explica o fisiologista.

Os sintomas mais comuns da ressaca incluem: boca seca, dor de cabeça, náuseas, tontura, problemas de concentração, desconforto gastrintestinal, cansaço, tremores, falta de apetite, sudorese, sonolência, ansiedade e irritabilidade. Estes sintomas são principalmente atribuídos ao acetaldeído, um subproduto da metabolização do álcool.

“A ressaca pode envolver desidratação, que causa sensação de boca seca, dores musculares devido à perda de sais minerais; irritação gastrintestinal devido ao aumento da produção de suco gástrico; diminuição na concentração de glicose no sangue (hipoglicemia) induzida pelo álcool, que pode afetar o funcionamento cerebral; e alterações no padrão e na qualidade do sono”, comenta Braga.

De acordo com as características fisiológicas do indivíduo, como: a quantidade e frequência de álcool consumido, teor alcoólico, ingestão de água e ter se alimentado previamente ou durante, pode minimizar os efeitos. “O professor ressalta, que quanto maior a quantidade de líquido corporal, maior a diluição do álcool ingerido” “Comparado com os homens as mulheres apresentam uma menor proporção de líquido corporal”, explica o doutor.

Café não ajuda a curar a ressaca

Segundo o professor, para tratar a ressaca, a hidratação é fundamental, pois o álcool causa desidratação significativa. Beber muita água, sucos e até mesmo isotônicos pode ser benéfico. “Evitar café pois a bebida é diurética e que pode ajudar a minimizar a perda de líquidos”, esclarece o doutor Douglas. O professor esclarece que a hidratação é crucial no tratamento da ressaca, pois o álcool induz uma desidratação acentuada ao inibir a produção e liberação do hormônio antidiurético (ADH), resultando em uma maior excreção de água pelos rins.

Apesar da crença popular de que o café e outras bebidas cafeinadas poderiam aliviar os sintomas de ressaca devido ao seu efeito estimulante sobre o sistema nervoso central, que teoricamente reduziria a sonolência e a dor de cabeça — particularmente quando consumidos com açúcar —, não há evidências científicas que sustentam essa prática comum.

Para o doutor Douglas o consumo excessivo de café durante a ressaca deve ser evitado, devido ao seu potencial efeito natriurético (reduzindo a reabsorção renal de sódio e aumento a sua excreção, na urina), que por conseguinte, intensifica por “osmose”, a eliminação de líquidos através da urina. Ele enfatiza a importância de se manter hidratado para enfrentar a ressaca de maneira eficaz, ingerindo muita água, sucos e até mesmo isotônicos, pode ser benéfico e apontando para a necessidade de moderação no consumo de bebidas cafeinadas o que minimizaria a perda de líquidos”, pontua o doutor Douglas.

Além disso, o repouso é crucial para a recuperação, pois o corpo precisa de tempo para metabolizar o álcool e o acetaldeído tóxico. “É importante ressaltar que não existem remédios específicos para curar a ressaca, o foco deve ser na reidratação e no descanso e em casos mais graves, buscar apoio de um médico ou especialista”, recomenda Braga.

O efeito do consumo do álcool a longo prazo

Ainda segundo o doutor Douglas a ingestão de álcool em excesso está correlacionada há alterações gastrointestinais, hepatopancreática, neuropsiquiátricas, cardiovasculares, hematopoiéticas e até mesmo fetais. “A longo prazo, o abuso de álcool pode aumentar o risco de várias complicações de saúde, incluindo doenças hepáticas como esteatose, hepatite e cirrose.

O pâncreas também é afetado de forma importante, sendo a principal causa de pancreatite crônica em adultos. No caso do sistema cardiovascular, pode levar cardiomiopatias, hipertensão, aumento do colesterol e arritmias. O estômago pode inflamar, levando a gastrites e úlceras.

O consumo excessivo de álcool também pode afetar o cérebro, aumentando os riscos de danos cerebrais e deterioração cognitiva, além de enfraquecer o sistema imunológico. Sendo considerado é um fator de risco para vários tipos de câncer, incluindo câncer de boca, esôfago, fígado, intestino e mama.

UnisaBr

Incêndio em apartamento alerta para importância do Seguro Residencial

Na última quarta-feira, 31 de janeiro, um incêndio em um apartamento assustou moradores do bairro da Madalena, na Zona Oeste do Recife, capital pernambucana, deixando o imóvel parcialmente destruído, felizmente sem vítimas fatais. De acordo com o Corpo de Bombeiros, as chamas tiveram início em um dos quarto e os demais cômodos foram atingidos pela fuligem e altas temperaturas. Tudo no apartamento foi perdido.

É fato que um incêndio acidental em uma casa ou apartamento pode resultar em grande perda de bens materiais e prejuízos financeiros significativos, sendo muitos os riscos que estão presentes no dia a dia. Como destaca a diretora executiva do Sindicato das Seguradoras Norte e Nordeste (Sindsegnne), Emerita Lyra, o Seguro Residencial é uma importante estratégia para proteção do patrimônio.

“O Seguro Residencial é um produto que tem registrado um crescimento constante. Entre janeiro e novembro de 2023, segundo dados da Confederação Nacional das Seguradoras (CNseg), houve um aumento de 14,3% em arrecadação a nível Brasil. No Norte e Nordeste, esse número é ainda maior, chegando a 15,3% de crescimento em relação ao ano anterior”, aponta Emerita Lyra.

No entanto, muitos brasileiros ainda enxergam o seguro como mais uma despesa e não como um meio de proteger um investimento. “Um estudo divulgado pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) mostra que 17% dos domicílios brasileiros têm Seguro Residencial. Quando olhamos para as regiões Norte e Nordeste, o percentual de domicílios que contam com uma proteção securitária é de apenas 4,6% e 7%, respectivamente, analisa.

A possibilidade de flexibilizar a cobertura, tendo em vista o perfil do contratante, é grande diferencial do Seguro Residencial. “Na cobertura básica, é garantida a indenização pelos danos sofridos por incêndio acidental e explosão na estrutura e nos bens do segurado”, explica a diretora do Sindsegnne.

No seguro, existe também a cobertura adicional de Responsabilidade Civil Familiar (RC Familiar), que garante ao dono da apólice uma proteção 24h em todo território nacional, dentro do limite contratado e dos riscos cobertos, para ele, sua família e até mesmo seu pet, caso algum deles cause danos corporais ou materiais a terceiros de forma não intencional e que possa gerar uma indenização.

“Também é possível contratar o Seguro Residencial com cobertura e serviços para usos preventivos, como limpeza de caixa d’agua, por exemplo, e situações emergenciais, como chaveiro, encanador, eletricista, entre outros. Tudo isso por cerca de 0,02% do valor do imóvel, com pagamento facilitado pelas seguradoras”, completa.

Emerita Lyra completa que, antes de contratar um seguro, é importante escolher a cobertura que melhor atenda às suas necessidades e ao perfil do imóvel. “O corretor de seguros é o profissional indicado para ajudar nesta etapa, buscando o seguro que mais se adeque à realidade do cliente”, finaliza.

Voz Comunicação