Crédito simplificado e desburocratizado para empresas. É o que se espera a partir da aprovação do Projeto de Lei das Debêntures de Infraestrutura no Senado. A novidade visa incentivar a retomada econômica no setor de infraestrutura, que sofreu uma queda considerável de investimentos nos últimos anos.
O PL cria uma nova categoria nos títulos utilizados para captação de recursos financeiros, as chamadas debêntures de infraestrutura, ampliando as possibilidades de financiamento para projetos de infraestrutura no Brasil. A previsão é de retomada de obras paradas, agilização das que estão em andamento e promoção de novos empreendimentos. Mais obras em andamento, mais trabalho para o setor de seguros, com apólices para cobrir possíveis riscos durante as etapas de construção.
Há seguros fundamentais em situações como concorrências, execução de obras e projetos, fornecimento de bens e prestação de serviços. Eles garantem o cumprimento das obrigações previstas em contratos públicos e privados sejam elas de construir, fabricar, fornecer ou prestar serviços.
“Sua finalidade é assegurar o cumprimento, por parte do contratado, das obrigações assumidas perante o segurado – ou contratante – seja pela força legal ou contratual. É importante ressaltar que atualmente o seguro garantia possui enorme vantagem se comparado às tradicionais cartas de fiança bancária”, explica Luciana Tavares, superintendente de linhas financeiras da Galcorr. “Ele oferece custos menores, as apólices são emitidas com rapidez e, principalmente, não afetam a linha de crédito bancária do contratado. Isso significa que o capital de giro da empresa em questão e recursos para novos investimentos não ficam comprometidos”, continua.
Bruno Sousa, superintendente técnico de P&C da Galcorr, atenta para a expectativa de investimentos em rodovias, ferrovias, portos e aeroportos. “Além de fomentar o setor, isso impacta diretamente no fluxo de pessoas e mercadorias pelo país, o que trará a necessidade de aquisição de diversos tipos de seguros, como por exemplo o seguro de transporte e logística”. Sousa observa que o cardápio de precauções é extenso. “Seja no agronegócio, no setor de óleo e gás, no transporte, é importante que as empresas estejam preparadas para eventuais acidentes que possam surgir oriundas de suas respectivas atividades”.
Com as obras saindo do papel, a cartela de coberturas passa ainda pelos seguros mais comuns, riscos de engenharia e responsabilidade civil até contra riscos cibernéticos.
LGA Comunicação
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